O tempo passou e a terceira rodada do brasileirão também, veja a análise da terceira rodada do Campeonato Brasileiro

     A terceira rodada do Brasileirão foi marcada por partidas bastante disputadas e resultados importantes na tabela. O Fluminense venceu o Santos em um jogo equilibrado e cheio de emoção. Já no confronto entre Internacional e Fortaleza, as equipes protagonizaram um duelo acirrado que terminou empatado. O Flamengo confirmou o bom momento e venceu o Grêmio, garantindo um ótimo resultado na corrida pelo título. Por outro lado, o Botafogo não teve uma boa atuação e acabou sendo derrotado pelo RB Bragantino. Esses e outros jogos da rodada você confere aqui, junto com a atualização da tabela do Campeonato Brasileiro. 

 Juventude 2 X 1 Ceará

1º Tempo 

    No dia (12/04/2025), o Juventude recebe o Ceará no Alfredo Jaconi com o estádio vázio. Cheio de desfalque, a equipe do Juventude foi para esse jogo se defendendo na formação de 4-5-1 variando para duas linhas de 5 e para 4-4-2. Quando atacava, a equipe do Juventude, no primeiro recorte do primeiro tempo, atacava no 4-3-3 ou fazia 3-5-2 para povoar a defesa da equipe cearense. A proposta da equipe ao viver de gaúcha era ter a maior posse de bola e tentando trocar pazinhas verticais para poder chegar ao ataque. E algumas vezes fazia uma transição e ligações diretas nas costas da defesa do Ceará. Enquanto isso, a equipe alvinegra cearense se defendia variando entre 5-4-1, 4-5-1 e 4-4-2. Com a proposta de contra ataques rápidos pelas pontas e pelo meio tentando chegar ao ataque nas costas da defesa da equipe alviverde gaúcha. Sendo assim, as duas primeiras grandes chances do primeiro tempo foram da equipe searense, que chegou ao ataque com uma finalização de fora da área, quando a equipe alviverde gaúcha estava com a sua parte defensiva bastante exposta após estar no ataque. Mas ao longo do primeiro tempo, a equipe do Juventude foi controlando um pouco melhor o seu sistema defensivo e não dando tanta chance para a equipe searense poder atacar. Pelo menos na primeira parte do primeiro tempo. Por alguns momentos, a disputa no meio de campo era grande, mas a equipe do Juventude conseguia desmarcar melhor e conseguia ficar mais com a posse de bola. Ao longo dos minutos, a equipe do Juventude passou a achar mais espaços na defesa do Ceará pelas pontas de campo, pelos lados. Enquanto a equipe do Ceará fazia uma marcação em linhas baixas e mesmo assim por alguns momentos errava a saída de bola errando os passes, enquanto a equipe alviverde gaúcha conseguia roubar a bola pra se manter no campo de ataque. Durante alguns momentos, a equipe do Ceará começou a conseguir sair do seu campo defensivo pra poder chegar ao ataque com troca de passes curtos e verticais.

    Ao longo dos minutos que se passava, a equipe alviverde gaúcho começou a conseguir ter um ímpeto ofensivo maior e chegava ao ataque, mas na hora de chutar e finalizava no gol do Bruno, o ataque alviverde gaúcha ou tinha seus passes bloqueados ou finalizava para fora, sem chegar a fazer com que o Bruno pudesse fazer alguma defesa. Durante alguns minutos, a equipe do Ceará passou a fazer uma formação de 4-2-4 ou 3-5-2 pra poder fazer uma marcação em linhas altas e poder dificultar a saída de bola da equipe do Juventude.Os minutos foram se passando e apesar da equipe gaúcha ter a maior posse de bola por alguns minutos na reta final de jogo, a equipe cearense passou a ter um ímpeto ofensivo maior do que a equipe gaúcha. Até que aos 41 minutos do segundo tempo, o Fabiano bate um lateral, a equipe do Ceará troca passes, o Pedro Raul lança a bola para a defesa do Juventude, e o Mateus Araújo de cabeça domina para o Ayrton botar a bola no chão e finalizar abrindo o placar na partida.Na reta final do primeiro tempo, as duas equipes crescem em produção ofensiva. E com um placar desfavorável, a equipe do Juventude começa a ir para o ataque. Até que aos 45 minutos do segundo tempo, o Emerson Batalha recebe um passe, cruza a bola para dentro da área defensiva da equipe do Ceará, e de cabeça, Mandaca empata a partida.Depois do gol, a equipe do Juventude cresce na partida e tenta chegar ao gol da virada. Porém, sendo que o empate aconteceu no finalzinho do primeiro tempo, a etapa inicial acaba com empate com um gol pra cada lado.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para a segunda etapa sem nenhuma modificação. A equipe do Ceará passou a fazer marcações em linhas altas pra poder ficar perto do ataque, enquanto a equipe do Juventude tentava chegar ao ataque nas costas da defesa da equipe do alvinegro cearense com ligações diretas entre o goleiro e os atacantes, esse foi o primeiro recorte do jogo no segundo tempo. As duas equipes voltaram com as suas formações, tanto defensiva, tanto ofensiva, de forma parecida como terminou no primeiro tempo. As características de jogada do Ceará voltaram parecidas como do primeiro tempo também, no contra ataque, fazendo jogadas pelas pontas, e cruzando pra área defensiva. Mas nos primeiros minutos do segundo tempo, a equipe alvinegra cearense passou a cruzar bastante bolas para a área defensiva do Juventude. A equipe alviverde gaúcha passou a trocar bastante passes e fazer bastante enfiadas de bola em profundidade pelo meio, isso porque o Juventude estava encontrando dificuldades de se infiltrar da defesa do Ceará quando atacava com o controle da posse de bola, passandoa concentraras suas jogadas de ataque pelas pontas! Com dificuldade de furar a forte linha defensiva e marcação da equipe do Ceará, o Fábio Matias faz três substituições, tanto no meio de campo, tanto no ataque, para poder tentar fazer o segundo gol e virar a partida.

Aos 23 minutos do segundo tempo, o Jadson dá um passo em profundidade para o Giovani, que tenta finalizar por cima do Bruno, mas acaba dando o passo para o Matheus Babi cabecear e virar uma partida a favor do Juventude! As mudanças que o Fabio Matias fez na equipe do Juventudes surtiram bastante efeito. O volume ofensivo da equipe do Juventudes passou a ser maior e passou a concentrar suas jogadas pelos lados, finalizando no meio da área da defesa do Ceará ou na zona intermediária da defesa alvinegra cearense. Uma das mudanças que o Fabio Matias fez virou a partida, que foi o Matheus Babi. E os outros dois foram o Jean Carlos e o Ênio, que entraram aumentando a produção ofensiva da equipe alviverde gaúcha. O volume ofensivo da equipe do Juventus era tão grande depois do gol da virada que era mais fácil a equipe Alves-Verdes e Gaúcha conseguir ampliar ainda mais a sua vantagem do que a equipe do Ceará empatar a partida. Porém, na reta final do jogo, a disputa pela posse de bola era tão grande que as equipes passaram a fazer bastante falta e o jogo passou a ficar muito parado, sem grandes oportunidades de gol, mas logo isso foi mudando nos acréscimos. Tanto o Juventude, tanto o Ceará, nos últimos minutos de jogo, passaram a fazer os ataques em velocidade para poder chegar ao gol, mas sem nenhuma finalização que vencesse os goleiros, a partida acaba com a vitória do Juventude por 2x1.

Opinião 

    A arbitragem do Lucas Casagrande nessa partida foi uma arbitragem boa e que fez o jogo andar de uma certa forma. As faltas que ele marcou realmente aconteceram e que precisavam ser paradas para poder marcar. A equipe de arbitragem também não foi bem e que ajudou o jogo a ter andamento.

   O Juventude fez um outro jogo excelente dentro do Campeonato Brasileiro e a vitória foi merecida. Criou mais chances e as mudanças que o Fábio Matias fez dentro da equipe alviverde gaúcha, realmente fizeram com que a equipe do Juventude crescesse e pudesse criando oportunidades de ataque até chegar ao segundo gol. O crescimento da equipe gaúcha foi logo no momento onde o Ceará conseguiu fazer sua linha de marcação bem fechada enquanto a equipe gaúcha estava tendo dificuldades para poder entrar na parte defensiva da equipe cearense. O gol que a equipe do Ceará fez, foi mais falta de atenção do que problema defensivo, e isso tem que ser corrigido, mas na minha visão é uma coisa que não vai ter grandes dificuldades para poder ser corrigido ao longo das próximas rodadas. Mas é um jogo bom que a equipe do Juventude fez, soube se defender bem e quando precisou mudar o Fábio Matias mudou na hora certa.

    A equipe cearense tem muitos problemas para poder ser corrigido ao longo do campeonato brasileiro. Uma delas é a queda de rendimento na segunda parte da etapa final de jogo. Essa partida mostrou muito isso. A equipe alvinegra cearense conseguiu jogar bem, competir, mesmo sem a posse de bola, era mais ofensiva e conseguia chegar ao gol mais rápido. Porém, quando passou a segunda parte do segundo tempo, a equipe cearense passou a ter dificuldade de criar chances de ataque ao ponto de ter boas condições finalizar no gol do Gustavo e piorou bastante quando teve a virada. Para fazer um campeonato mais tranquilo, sem chance de precisar de exportar o rebaixamento, a equipe searense tem que mudar bastante, principalmente na troca de tempos. A equipe cearense está fazendo o segundo jogo que a equipe cearense faz mais ou menos assim. Começa o primeiro tempo fulminante, atacando e sabendo se defender bem, conseguindo competir. Mas ao longo do primeiro tempo a equipe cearense começa a dar sinais de cansaço, ou então começa a diminuir a qualidade do seu jogo e acaba tomando gol. Se não mudar isso agora, o Ceará corre um sério risco de brigar por rebaixamento! 

RB Bragantino 1 X 0 Botafogo

1º Tempo 

    No domingo (12/04/2025), o RB Bragantino recebeu o Botafogo no estádio Nabi Abi Chedid, que estava cheio. A formação principal da defesa da equipe do RB Bragantino era 4-4-2, mas variava de vez em quando entre 5-4-1 e 4-5-1. Quando a equipe do RB Bragantino atacava, a formação que a equipe mais utilizava na primeira parte do primeiro tempo era 3-4-3, variando para 3-5-2 e quando eu tava com a bola no pé, a equipe de Bragança paulista fazia uma formação de 4-3-3, ou 4-4-2, nessas duas variações pra poder atacar com a posse de bola. A equipe botafoguense usava a formação de 4-5-1 variando para 5-4-1 para poder se defender. Quando atacava, variava entre 4, 3, 3 ou 4-4-2 para poder chegar ao ataque, em alguns momentos a equipe Botafoguense usava a formação de 3-4-3 para poder fazer o contra-ataque rápido. No começo do jogo, as duas equipes usavam muitas pontas para poder chegar ao ataque. Mas a equipe do Botafogo passou a utilizar o meio de campo também, com lançamentos tentando pegar a defesa do RB Bragantino desorganizado. Mas não estava conseguindo, pois a equipe de Bragança estava bem organizada defensivamente. Até que aos 5 minutos do primeiro tempo, o John bate um escanteio Um escanteio curto para o Juninho Capixaba, que domina a bola e toca novamente para o John, que levanta a cabeça, leva até a linha de fundo, cruza a bola para o meio da defesa da equipe botafogoense e o Sacha vindo de trás, finaliza vencendo o goleiro John para poder abrir o placar na partida. Depois que o RB Bragantino conseguiu chegar ao primeiro gol, a partida passou a ficar muito disputada e equilibrada no meio de campo, com marcação bastante forte das duas equipes, sem ter grandes oportunidades de gol acontecendo.

   Nos primeiros momentos da segunda parte do primeiro tempo, as duas equipes começaram a gerar ataques e acharem espaço para poder atacar. Tanto que em dois lances quase seguidos, as duas equipes tiveram suas chances para fazê-lo gol. Tanto o Igor Jesus pelo Botafogo, tanto o Sacha fez outro gol no lance seguinte. Porém, a equipe do RB Bragantino passou a adotar uma outra formação para poder se defender, deu a preferência a 4-5-1 e a 4-4-2, e quando estava marcando no meio de campo, a equipe de Bragança passou a fazer uma formação em 4-3-3 para poder sufocar a transição do Botafogo da sua defesa para o ataque. A equipe alvinegra carioca começou a ter dificuldades para poder sair da sua defesa para chegar ao ataque. O meio de campo estava muito distante dos atacantes. E assim, a maioria das jogadas de ataque do Botafogo passou a ser de lançamento do John tentando buscar o Igor Jesus. O RB Bragantino passou a fazer os esquemas de 3-5-2 e 3-4-3 pra poder chegar ao ataque. E assim estava conseguindo imprimir um volume forte de ataque ofensivo e estava conseguindo ser melhor na partida. Mas sem conseguir furar a defesa do goleiro John, a equipe do Bragantino criava e desperdiçava suas chances. Já o Botafogo também não conseguia ter finalizações dentro da área defensiva da equipe do RB Bragantino. E quando o chute finalizava era de fora da área com chutes para fora. Sendo assim, o primeiro tempo acaba com a vantagem mínima para a equipe do RB Bragantino.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo sem mudanças no times. O primeiro recorte do segundo tempo desse jogo foi com a equipe botafoguense mostrando uma leve melhora no seu ataque. Com mais posse de bola desde o início de jogo tentava encontrar espaços na troca de passes, tentando balançar a defesa da equipe do RB Bragantino. Só que não tava conseguindo, tinha dificuldades pra poder criar chances Ao ponto de dar o desfecho à jogada de ataque. A equipe botaforense não conseguia... Os atacantes da equipe botaforense não conseguiam chegar a fazer jogadas ao ponto de dar uma definição e ter uma boa finalização, tendo chances claras de gol. A equipe do RB Bragantino, ao passar do tempo, passou a ditar a partida na sua principal característica, que é a contra ataque, deixar a posse de bola com a equipe do Botafogo pra contra golpear ou contra atacar na velocidade pelas laterais. E nos primeiros minutos, a equipe do RB Bragantino não estava conseguindo fazer isso até que começou a crescer aos poucos e acabou chegando a ter um ímpeto e volume ofensivo alto ao longo do segundo tempo, inclusive com a sua marcação em linhas altas que vinha fazendo desde o início do primeiro tempo.

Ao longo do jogo, os dois Renatos faziam alterações em suas equipes. Enquanto Renato Paiva tentava ajustar o meio campo do Botafogo para melhorar a circulação da bola, Renato Seabra promovia mudanças para que o RB Bragantino, comandado pelo treinador argentino, pudesse se proteger melhor, já que sua defesa vinha sofrendo com passes em profundidade às suas costas. Gradualmente, o RB Bragantino passou a formar duas linhas de cinco jogadores, recuando e chamando o Botafogo para o seu campo de defesa. O time botafoguense cresceu bastante na partida, passou a dominar as ações ofensivas e foi mais incisivo nas chegadas ao ataque, quase conseguindo o empate. Ainda assim, o RB Bragantino, mesmo recuado, conseguia sair em contra ataques perigosos sempre que recuperava a bola. Na reta final da partida, as duas equipes passaram a deixar suas defesas bastante expostas, abrindo espaço para que os ataques criassem mais oportunidades de gol, muito em função do desgaste físico dos jogadores. Percebendo as falhas na sua equipe, Renato Seabra conseguiu corrigir os problemas defensivos do RB Bragantino, o que fez o Massa Bruta reduzir ainda mais suas saídas ao ataque. Apesar disso, o time ainda conseguia realizar algumas transições ofensivas, embora com mais dificuldade. Sendo assim, o jogo acaba com a vitória da equipe do RB Bragantino por 1x0.

Opinião 

A arbitragem de Anderson Daronco foi segura, sem grandes problemas, e não interferiu no andamento da partida nem no resultado do jogo. A equipe de arbitragem que atuou ao lado de Daronco também teve uma boa atuação, mantendo o controle da partida durante os 90 minutos.

O RB Bragantino fez uma partida cheia de nuances. No primeiro tempo, a equipe se mostrou mais agressiva, buscando pressionar a saída de bola do Botafogo e tentando aproveitar os espaços deixados pelo adversário. O time era dinâmico, conseguindo alternar momentos de pressão alta com boa compactação defensiva. No entanto, ao longo da partida, o desgaste físico ficou evidente e obrigou a equipe a recuar, formando duas linhas de cinco jogadores para se proteger dos avanços do Botafogo. Mesmo assim, o Massa Bruta ainda tentava sair em velocidade nos contra-ataques, embora com menos eficiência do que na primeira etapa. No geral, foi um jogo movimentado, com momentos de domínio alternado, onde o RB Bragantino soube ser mais eficiente no momento em que teve superioridade e o Botafogo demonstrou força para buscar a reação

Já o Botafogo, apesar de encontrar dificuldades no início do jogo, cresceu de produção à medida que o confronto avançava. As mudanças promovidas por Renato Paiva surtiram efeito principalmente no meio-campo, que passou a ter mais controle da posse de bola e conseguiu empurrar o RB Bragantino para o seu campo defensivo. A equipe botafoguense foi ganhando volume ofensivo, sendo mais incisiva nas ações de ataque e criando boas oportunidades de gol, principalmente explorando passes em profundidade e infiltrações pelas laterais. Mesmo não conseguindo o empate, o Botafogo mostrou poder de reação e capacidade de impor seu ritmo na parte final da partida. Mesmo com alguns resultados ruins, a equipe do trabalho do Renato Paiva está se mostrando um trabalho progressão! Claro que precisa mudar muita coisa, mas a demora que o John Textor teve para poder contratar um técnico ajudou para que o Botafogo não evoluísse como evoluiria se o dono da equipe do Botafogo escolhesse o técnico mais rápido. Porém, se der tempo para que o Renato Oaiva faça o trabalho, a equipe do Botafogo tem de tudo para poder melhorar durante o tempo.

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Palmeiras 2 X 0 Corinthians 

1º Tempo 

    Num sábado (12/04/2025), o Palmeiras recebeu o Corinthians na Arena Barueri, que estava cheio. O primeiro tempo começa com o Corinthians se defendendo em 5-4-1, 4-5-1 ou 4-4-2. Enquanto o Palmeiras se defendia no 4-4-2, variando para 5-4-1 ou 4-5-1. Quando o Palmeiras atacava, atacava no 4-3-3, variando pro 4-4-2, 3-5-2 ou 3-4-3. A equipe palmeirense conseguia atacar pelas pontas, fazendo transição rápida, concentrando suas jogadas principalmente pelo lado onde o Estevão jogava, pelo lado esquerdo da defesa alvinegra paulista. O Corinthians tentava chegar ao ataque centralizando suas jogadas pelo meio, em jogadas também rápidas, porém o Palmeiras começou a partida jogando melhor e estava se defendendo bem. Os primeiros minutos do primeiro tempo, o Palmeiras consegue ter um ímpedo ofensivo e um volume de jogo bem alto. Tanto que, ao longo dos minutos, o Palmeiras foi tendo uma sequência de criação de ataque, fazendo com que o Matheus Donelli tivesse pelo menos umas duas defesas importantes no primeiro tempo. Até que, aos 13 minutos do primeiro tempo, depois de um escanteio batida pela equipe palmeirense pelo lado esquerdo da defesa do Corinthians, em bate e rebate, o Richard Rios domina a bola, toca para o Joaquim Piquerez poder finalizar e abrir o placar para a equipe palmeirense. Mesmo com a vantagem no placar, a equipe palmeirense continuava no ataque, criando com o mesmo volume e ímpeto ofensivo, e tendo a sua chance de gol. Até que, aos 19 minutos do segundo tempo, em uma sequência de troca de passes da equipe do Palmeiras, o Richard Rios dá um outro passe pro Emiliano Martínez finaliza de fora da área ampliando a vantagem da equipe palmeirense.

   O ímpeto ofensivo do Palmeiras era tão forte e conseguia achar tantos espaços na defesa do Corinthians, que antes do primeiro gol, a equipe Alves Verde Paulista tinha finalizado o gol pelo menos umas 5 vezes. Mas aos poucos, com uma vantagem boa no placar, a equipe palmeirense parou de ter um ataque massivo e começou a ter mais posse de bola e trocar mais passes. A equipe corintiana passou a equilibrar a partida, trocando passes e tentando chegar ao ataque pelos lados de campo. E estava conseguindo principalmente com Depay e Yuri Alberto, mas não estava conseguindo ter finalizações perigosas ao gol. Mas pelo menos estava passando a construir jogadas de ataque, sendo que na primeira parte do primeiro tempo, a equipe corintiana não estava conseguindo nem sair do seu meio campo.Mas mesmo com a melhora da equipe corintiana na partida, a defesa palmeirense estava conseguindo ser bem compactada, dando dificuldade pra que o ataque corintiano conseguisse se infiltrar e poder criar chances de ter finalizações ao gol do Weverson. Sendo assim, o primeiro tempo acaba com a vantagem de dois gols para a equipe palmeirense.

2º Tempo

    As equipes voltam pro segundo tempo com mudanças nos dois times. A equipe corintiana volta pro segundo tempo melhor, chegando mais vezes ao ataque e conseguindo fazer transações entre defesa e ataque mais rápidos. Mesmo com a melhora no segundo tempo, a equipe alvinegra paulista tinha grandes chances de criar jogadas no seu meio-campo. O Garro estava fazendo falta nessa equipe corintiana. Mesmo com a melhora da equipe corintiana, muito por conta da entrada do Romero tentando jogar no meio campo, mas não criava chances reais de gols pela dificuldade que o jogador tinha para fazer jogadas de articulação na equipe corintiana. Ao longo do segundo tempo, a equipe palmeirense voltava a dominar a partida com troca de passes e contra ataques rápidos pelas lados de ataque.

   O volume ofensivo da equipe palmeirense voltou a sacar grande de novo dentro do jogo. Com produção ofensiva bastante grande, a equipe palmeirense parecia que era mais fácil a equipe palmeirense chegar ao terceiro gol do que o Corinthians chegar ao primeiro. Aos 23 minutos do segundo tempo, o Estevão recebe um lançamento domina a bola, dribla o defensor corintiano e lança a bola na cabeça do Vitor Roque que cabecea e amplia a vantagem palmeirense na partida, o VAR chama e o árbitro anula o gol palmeirense. Mesmo com o terceiro gol sendo anulado, a equipe palmeirense continuava indo para cima da equipe corintiana, encontrando espaços ainda pelas pontas de campo, fazendo a transição rápida e invadindo defensivo do alvinegro paulista, centralizando as suas jogadas pra tentar finalizar o gol. Ao longo do segundo tempo, a equipe palmeirense segura mais o seu ímpeto ofensivo e começando a trocar mais passes, tentando administrar o jogo. Muitas vezes a equipe do Corinthians baixava muito as suas linhas defensivas, dando chance para a equipe palmeirense fazer o terceiro gol dentro desse jogo, até que, sem mais jogadas perigosas de ataque, esse derby acaba com 2x0 para a equipe palmeirense.

Opinião 

    A arbitragem do Rafael Rodrigo Klein foi uma arbitragem boa, apesar de que o terceiro gol que ele anulou, na minha visão, foi uma marcação má interpretada por ele. Mas também, mesmo que eu discorde, o terceiro gol do Palmeiras teve vazão para a marcação de impedimento e de interferência na jogada! 

   A equipe palmeirense teve muitas variáveis dentro dessa partida. Vamos lá. O primeiro tempo a equipe palmeirense começou avassaladora e abriu logo os dois gols em 5 minutos praticamente. Depois, abaixa seu ímpeto ofensivo e começa a controlar mais a partida sem necessidade de se jogar no ataque. O primeiro tempo acaba com a equipe palmeirense indo para cima da equipe corintiana tentando chegar ao terceiro gol. O segundo tempo começa com a equipe palmeirense baixando um pouco as suas linhas e a equipe corintiana conseguindo ser melhor na partida. Porém, não durou muito tempo. A equipe palmeirense conseguiu chegar a levar um ataque mais perigoso no gol do... no gol do Matheus Donnelly. Ao longo do segundo tempo, a equipe palmeirense começou a criar bastantes jogadas de ataque perigosas e passou a mandar nas ações da partida mesmo com menos força de bola. Ao longo do segundo tempo, a equipe corintiana conseguiu controlar as partidas e parar de tomar pressão da equipe corintiana e poder voltar a contra atacar. Basicamente essa foi o jogo da equipe palmeirense. Conseguiu ser bastante efetivo quando teve a chance, desperdiçou bastantes gols e ganhou a partida de forma merecida. Poderia até ser mais. O que me incomoda nesse time palmeirense é a quantidade de chances desperdiçadas pelos atacantes da equipe. Porém, não tem como negar que essa equipe palmeirense é muito produtiva do meio de campo pra frente. E consegue chegar com um volume ofensivo muito grande ocupando os espaços que o adversário dá. Sendo assim, não tem muitas coisas pra se mudar nessa equipe palmeirense, é só manter esse jogo.

     Se a equipe palmeirense não precisa mudar tanto para poder disputar o título e ficar nas primeiras colocações do Campeonato Brasileiro, a equipe corintiana é totalmente o inverso disso. A equipe alvinegra paulista precisa organizar bastante melhor seu sistema defensivo. Fora que nessa partida era pelo menos porque a equipe corintiana tem um meio de campo mais articulador e conseguir chegar ao ataque. Sem armação, sem construir jogadas no meio de campo, como aconteceu nesse jogo, que a equipe alvinegra conseguiu ganhar todas as disputas no meio de campo, a equipe corintiana não conseguiu chegar a ter uma jogada de perigo e fazer com que o goleiro Everson tivesse trabalho para poder fazer as defesas. O Garro fez muita falta nessa equipe corintiana, fazendo com que não tivesse construção no meio de campo e não tivesse variação de jogadas de ataque. De uma certa forma a equipe corintiana baixava suas linhas muitas vezes dentro do campo e fazendo isso a equipe palmeirense crescia na partida e conseguia criar chances de marcar o terceiro. Em nenhum momento da partida a equipe corintiana ameaçou a vantagem palmeirense. Para quem é corintiano é difícil entender o que o Ramon Dias tentou fazer nesse time. Sendo assim, vitória é derrota merecida da equipe corintiana e tem que mudar bastante para não fazer igual no passado. Ficar um bom tempo disputando contra o rebaixamento e até entrar na zona de rebaixamento. Muitas coisas tem que melhorar na equipe corintiana para ser mais equilibrada, pra poder armar suas jogadas de ataque.

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Vasco da Gama 3 X 1 Sport

1º Tempo 

    Num sábado (12/04/2025), o Vasco da Gama recebe o esporte no São Januário, que estava cheio. A equipe vascaína variava sua formação defensiva entre 4-5-1, 5-4-1 e 4-4-2, com suas linhas compactadas e quando a bola estava no campo defensivo do esporte, a equipe vascaína fazia uma pressão em linha alta e armava seu time em 3-5-2 ou em 3-4-3, tentando roubar a bola e ficar perto da zona defensiva da equipe vascaína. Quando a equipe vascaína atacava, fazia um ataque com troca de passes, variando entre 4-3-3 e 4-4-2, nos primeiros minutos do primeiro tempo. A equipe do Sporte se armava no 4-5-1, variando para 5-4-1 e 2 linhas de 5, mas a formação prioritária da equipe do esporte na parte defensiva era o 5-4-1, dando bastante dificuldade pro ataque vascaíno criar jogadas em condições de finalização! Apesar da equipe rubro-negra pernambucana conseguir se defender bem, as linhas defensivas da equipe do Sport era bastante espaçada e dava espaço para a equipe vascaína poder contra golpear e criar espaço para poder atacar, tanto que a primeira grande oportunidade do jogo é da equipe do Vascaína, com o Philipe Coutinho chutando de fora da área, mas o Caíque conseguiu defender a finalização do Coutinho. Enquanto a equipe vascaína tentava chegar ao ataque pelas pontas, na base da velocidade dos seus alas e pontas, quando chegava no último terço do campo, a equipe cruzmaltina lançava a bola para tentar ver se o Veguette ou Nuno conseguisse finalizar para chegar a abrir o placar. Enquanto isso, a equipe do Sport tentava chegar ao ataque com troca de passos curtos e verticais, e na velocidade tentava fazer suas jogadas de ataque pelo meio.

   A equipe rubro negra pernambucana conseguiu se impôr no meio de campo e fazer com que a equipe vascaína tivesse outro tipo de dificuldade para poder fazer a transição e poder chegar ao ataque. As linhas defensiva no meio de campo da equipe do Sport era tão forte que a equipe do Vasco não articular as jogadas no seu meio de campo para poder chegar ao ataque. Mesmo com dificuldades para chegar ao ataque e tendo que passar pela forte marcação da equipe do esporte, a equipe vascaena conseguia chegar ao ataque com bolas longas, lançamentos e bolas paradas, conseguia finalizar. Muito através do Nuno, do Felipe Coutinho e do Vegete. Até que aos 30 minutos do segundo tempo, o Nuno veio de trás e sofre uma falta, o Lucas Píton cruza a bola, que passa toda a defesa do Sport, o Garré domina a bola, cruza novamente pra dentro da defesa rubro negro pernambucano, o Philipe Coutinho cabeceia para trás e o Vegette cabeceia pro gol vencendo o Caíque abrindo o placar para a equipe vascaína. Depois que o Vasco conseguiu abrir o placar, a equipe Cruz-Maltina passou a fazer uma formação de 3-5-2 para poder atacar, ocupando bastante o meio de campo e a defesa da equipe do esporte. Até que aos 40 minutos do segundo tempo, o Nuno Moreira recebe mais um passe pelo lado direito da defesa do esporte, levanta a cabeça, cruza e dá um cruzamento para o Vegette cabecear e fazer mais um gol, ampliando ainda mais a vantagem da equipe vascaína. O ímpeto ofensivo vascaíno passou a ser grande na reta final do primeiro tempo, e o gol da ampliação foi de certa forma merecida. O Vasco chegou poucas vezes no ataque nesse primeiro tempo, mas poucas vezes que chegou, fez o seu resultado e ampliou. A reta final desse primeiro tempo foi de posse de bola para a equipe vascaína, trocando passes e administrando a sua vantagem sem levar grandes sustos no seu campo defensivo. A etapa inicial acaba com a vantagem de dois gols para a equipe vascaína.

2º Tempo

    As equipes voltam para jogar o segundo tempo sem mudança nenhuma. Com desgaste aparentemente da equipe vascaína no segundo tempo, a equipe do Sport começa a trocar bastante passe no seu campo ofensivo, criando oportunidades de gol. Tanto que a primeira grande oportunidade do segundo tempo é da equipe do esporte, com uma finalização do Chico de fora da área e a bola explode no travessão. Bem estruturado e conseguindo chegar ao ataque com bastante troca de passes e fazendo uma boa marcação no seu meio de campo e no ataque, a equipe do Sport conseguia criar jogadas de ataque com troca de passes rápidos e em verticais. Até que aos 10 minutos do segundo tempo, faz o Sérgio Oliveira cobra um escanteio e o Hugo Moura cabeceia para o próprio gol, diminuindo a vantagem que a equipe vascaína tinha construído no primeiro tempo. Com o gol, a equipe do rubro negro pernambucano começou a conseguir fazer o que não estava conseguindo fazer no primeiro tempo, a criar jogadas de ataque e levar mais perigo para o gol do Leo Jardim, até que o Vasco passou a controlar e a equilibrar as jogadas de ataque junto com a equipe do Sport.

    Bem organizado e disputando a partida, a equipe rubro-negra pernambucana conseguia chegar ao ataque através de bastante troca de passes e conseguindo chegar ao campo ofensivo, tanto pelo meio, tanto pelas pontas de campo no último terço de campo ofensivo. Enquanto isso, com uma formação de 3-5-2 que a equipe pernambucana estava fazendo. Enquanto isso, se jogando no ataque para tentar empatar a partida e ficar pelo menos com um ponto, a equipe do esporte estava deixando sua defesa exposta ao longo do segundo tempo. Até que o Fábio Caride passou a fazer algumas mudanças na equipe vascaína e que duas delas fizeram bastante efeito. Até que aos 38 minutos do segundo tempo, o Payet recebe um passe no alto, domina no peito e toca a bola para trás. O Rayan recebe a bola, domina colocando a bola no chão, corre, invade a área defensiva da equipe do Sport e finaliza cruzado vencendo o goleiro Caíque. Ao longo dos minutos que se passavam, com a vantagem ampliada da equipe vascaína, o esporte foi ainda mais para cima da equipe vascaína. Sendo que estava deixando ainda a sua defesa exposta para a equipe Cruz Maltina conseguir chegar a concentrar seus ataques, tanto pelos lados de campo, tanto pelos meios, na velocidade do Rayan e para poder chegar a fazer ainda mais gols. Mas sem mais ataques perigosos durante os acréscimos, o jogo termina com a vitória da equipe vascaína por 3x1.

Opinião 

É, eu acho que eu vou começar a analisar, remo, vôlei, basquete, sei lá, surf... Até porquê, está ficando difícil aturar essa porcaria de arbitragem. Toda rodada, praticamente, tem pelo menos três ou quatro árbitros muito ruins errando demais, e ess a rodada não é diferente. A arbitragem do Wilton Sampaio Correia foi muito ruim, começou com o segundo gol do Vegette, que não foi gol pois ele fez falta antes. O pior de tudo foi o VAR ter chamado e a equipe que estava operando os aparelhos não ter mostrado a imagem certa pro Wilton poder tomar a decisão certa. Pelo vídeo que ele viu, beleza, dessa vez o Wilton pode até falar que o VAR não mostrou a imagem certa pra ele poder tomar a decisão, mas ao longo da partida ele segurou muito o jogo, deixou muitas faltas passarem, outras faltas que não era pra marcar, ele marcou... Nesse jogo específico, o Wilton estava errando demais.

   Como é que pode essa equipe vascaíno jogar dessa forma? O primeiro tempo, beleza, o jogo foi muito truncado, muito estudado pelas duas equipes, a equipe do Sport era bem organizada defensivamente, estava criando dificuldades para o ataque e para o meio-campo vascaíno poder armar jogadas de gol ou de ataque. Mas como pode ser tão improdutivo dessa forma? A equipe Cruz Maltina tinha um time lento, uma transição lenta para poder sair da sua defesa e chegar até o ataque, tanto que parecia uma equipe de uma nota só. Só pegava, distribuía para os lados de campo, cruzava a bola, e tentava buscar o Vegetti pra poder finalizar as jogadas na cabeça dele. Tanto que os dois gols da equipe vascaíno saíram de uma forma muito parecida, com bola cruzada para dentro da área, ou com bola parada, ou pelas pontas de campo, com piton, principalmente com piton, ou com faltas batidas com o time. Isso quando a equipe vascaína não finalizava de fora da área e por várias vezes isolava a bola ou chutava para fora. Num segundo tempo a equipe vascaína chegou com muito mal, com rendimento muito baixo, com a equipe do Sport foi crescendo na partida, merecendo até fazer o gol e empatar a partida. Eu, sinceramente, acho que se o Vasco tivesse tomado o gol de empate, provavelmente iria perder essa partida, porque estava jogando muito mal. A sorte é que, por mais que tenha demorado, o cara percebeu o erro que ele estava cometendo e botou o Rayan, porque não tinha jogador rápidopra fazer a transiçãopela equipe vascaína. A equipe cruzmaltina passou a ficar presa na sua defesa sem ter a possibilidade de sair jogando. Fora que a defesa da equipe vascaína é muito espaçada, com muitos espaços entre seus laterais e seus defensores. Isso fez com que a equipe vascaína tivesse erros de passe quando estava saindo da sua defesa para chegar ao ataque. E isso com uma lentidão tão grande, que o ataque vascaino passou a ser facil de ser marcado. Depois que o Carille enxergou que poderia botar um jogador de velocidade, o Vasco passou a criar chance de ataque, e a ter um volume ofensivo bem alto, melhor tarde do que nunca. E foi isso que aconteceu com o Vasco, precisa ser melhorado pra não brigar por rebaixamento esse ano. Se a equipe vascaína estiver no meio da tabela, é menos mal do que ficar igual aos últimos anos que ficou brigando por rebaixamento.

     A equipe do Sport é uma equipe bem equilibrada e que é bem organizada tanto na ataque quanto na defesa. Por mais que tenha perdido de três a um, a equipe do Sport perdeu basicamente nas duas falhas defensivas que foram mais a falta de  atenção que teve, principalmente no primeiro tempo. Porque no segundo tempo a equipe do Sport foi melhor. O que acabou acontecendo? O Sport fez um gol quando estava 2 a 0 pro Vasco e começou a acreditar que poderia empatar ou até virar a partida e foi para cima da equipe do Vasco. Quando o Carilli viu que isso estava acontecendo, o que ele fez? Ele colocou dois pontos de velocidade espetados no ataque para poder ter contra ataques rápidos e contra golpes, isso quando o rubro negro pernambucano estava produzindo contra-ataques e criando oportunidades de gol, o Vasco conseguiu fazer o terceiro gol e acabou com o jogo praticamente. Depois do terceiro gol, o Vasco começou a administrar a partida com troca de passes e não teve mais jogo. Basicamente, como dizem na linguagem do futebol, o Vasco pegou a bola, furou e acabou com o jogo. Essa falta de atenção que existe na equipe pernambucana tem que parar. É uma equipe que consegue armar bem as suas jogadas de ataque, consegue se defender até beme consegue competir. Bem que nos primeiros minutos do primeiro tempo, a equipe do Sport começou a ficar desorganizada, com falta de atenção e depois começou a se equilibrar, passou a dificultar a jogada de ataque da equipe do Vasco ainda. Tanto na marcação do meio de campo quanto na marcação em linhas baixas. Uma das coisas que eu acho que o esporte poderia mudar era ter mais marcações em linhas altas. Isso poderia ajudar muito o esporte a ficar mais tempo no seu campo ofensivo. Mas tirando isso, se o esporte continuar jogando dessa mesma forma, pode brigar até por uma vaga na sétima posição, na oitava e quem sabe pegar uma vaga na Libertadores para o ano que vem, que pode acontecer. Mas tem que começar a fazer gol e parar de tomar gol como tomou esses dois gols do Vegetti. Foi praticamente a mesma coisa em duas jogadas iguais, parecidas, idênticas praticamente.

Bahia 1 X 1 Mirassol

1º Tempo 

    No domingo (13/04/2025), o Bahia recebeu o Mirassol na Estádio Fonte Nova que estava cheio. A equipe do Bahia se defendia no 4-5-1 ou no 4-4-2, nessas duas variações de formação. Quando atacava, a equipe do Tricolor Baiano se formava no 4-3-3 ou variando para 3-5-2 ou 3-4-3. A equipe do Mirasol se defendia no esquema de 4-5-1 ou no 4-4-2. Já no seu ataque, geralmente a equipe auriverde paulista se fazia uma formação de 3-5-2 ou de 3-4-3, variando para 4-3-3 também. Nos primeiros minutos do primeiro tempo, a equipe do Mirassol fazia uma marcação em linhas altas, numa formação de 4-3-3, variando para 3-5-2, povoando bastante o meio de campo e a defesa da equipe baiana. Essa marcação em linhas altas da equipe do Mirassol dificultava bastante a saída de bola da equipe baiana, fazendo dificuldades para fazer sua transição. Nos primeiros momentos da partida, a equipe baiana errava bastante passos na pressão que a equipe auriverde paulista fazia no seu campo defensivo. Enquanto a equipe do Mirassol conseguia ficar bastante perto do seu campo ofensivo e levava mais perigo para a defesa do goleiro Ronaldo. Aos 16 minutos do primeiro tempo, pelo lado esquerdo da defesa do Bahia, o Lucas Ramon recebe um passe e cruza a bola para a grande área da defesa tricolor baiana, e sozinho o Gabriel finaliza e abre o placar para a equipe do Mirassol. Mesmo com a vantagem no placar, a equipe auriverde tinha uma tranquilidade para jogar e trocava bastante passes e tinha um domínio da posse da bola e ainda continuava fazendo marcação em linhas altas.

Se acomodando cada vez mais na partida, a equipe do Mirasol passou a se jogar cada vez mais para o campo de ataque. Até que, ao longo dos minutos que se passavam, a equipe tricolor baiana começou a ter espaços para poder contra-atacar e contra golpear. A equipe do Bahia passou a fazer jogadas em passes longos e lançamentos para poder pegar os jogadores de velocidade como Ademir e Eric Pulgar nas costas da defesa da equipe auriverde e paulista. Aos poucos, a equipe baiana foi melhorando e tendo um volume ofensivo bastante alto na reta final de partida. A equipe do Mirasol foi parando de fazer a marcação em linhas altas que estava fazendo no começo do primeiro tempo. A equipe do Bahia passou a fazer uma espécie de 3-4-3 pra poder povoar a defesa da equipe do Mirassol. Aos poucos, o Bahia foi fazendo ataques massivos para procurar pelo menos fazer o empate antes do intervalo de jogo.. Até que aos 38 minutos do primeiro tempo, pelo lado esquerdo da defesa do Mirasol, o Luciano Jubá levanta a cabeça, cruza a bola pra dentro da área e o Erick Pulgar finaliza pro gol, vencendo o goleiro Muralha e empatando a partida. Com os acréscimos muito parados e com muitas faltas de ambas as equipes dentro de campo, o primeiro tempo acaba com um empate de um gol para cada lado.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo sem nenhuma modificação nos dois times. O primeiro recorte do segundo tempo desse duelo, foi bem movimentado. Aos dois minutos do primeiro tempo, depois de um escanteio batido, Gilberto domina a bola, bota no chão e cruza a bola para dentro da área defensiva da equipe do Mirasol. Depois de um desvio de um jogador do Bahia, David Duarte domina a bola e finaliza fazendo um gol, mas o VAR anula a virada da equipe baiana por causa do impedimento do David Duarte. Depois desse lance que o David Duarte fez o gol, mas que foi anulado, a equipe baiana passou a ser melhor na partida e a controlar a posse de bola e as ações do jogo. Quando atacava, atacava numa formação em 4-4-2, transferindo a sua jogada de ataque para os lados de campo com cruzamento ou então com passes em verticais nas linhas de fundo da defesa do Mirassol. Ao longo dos minutos que foram se passando, a equipe do Mirasol também começou a reagir e a voltar a tentar fazer uma marcação em linhas altas. Porém, a equipe do auriverde paulista, é uma equipe bem organizada e passou a não ter tanto espaço para a equipe do Bahia poder fazer jogadas de ataque.

   A equipe baiana passou a controlar mais o jogo com as posses de bola, trocando mais passes, passando a ter mais ação ofensiva dentro da partida. Mas o jogo era muito igual, o Mirassol também criava chances com passes em profundidade e contra golpes rápidos também. A partida passou a ser muito disputada no meio de campo. E nos últimos terços de campo, as duas equipes conseguiam criar jogadas de ataque, e de uma certa forma até perigosa. Tanto que a equipe auriverde paulista conseguiu fazer o gol da virada. Só que também o Yuri Castilho estava impedido e a arbitragem acabou não dando o gol da virada para o Mirassol. As duas equipes passaram a fazer um jogo mais lento, mais estudado, porém com oportunidades de gol. Na reta final de partida, as duas equipes passaram a ter um volume ofensivo muito alto. O jogo passou a ser um ataque contra ataque, golpe contra golpe das duas equipes. O duelo era bom, porém, as duas equipes passaram a desperdiçar bastante chances e oportunidades de gol finalizando errado. O Mirassol errava bastante nas finalizações de fora da área, isolando a bola. Já a equipe do Bahia desperdiçava suas chances finalizando pra fora, com nervosismo, o tricolor baiano empilhava chances de gols desperdiçado e por falta de capricho, a equipe do Bahia não chegava ao gol. Com esse cenário, o jogo termina com empate em 1x1!

Opinião 

    A arbitragem do Bráulio da Silva Machado foi uma arbitragem boa. As duas marcações de impedimento que teve na partida foi realmente impedimento. Não teve nenhum lance que fosse duvidoso para ele poder aptar, fora também que a arbitragem não interferiu no resultado da partida. 

   Apesar da equipe baiana ter um chute de jogo que gera resultado positivo, nessa partida a equipe baiana tem alguns ensinamentos que tem que ser corrigidos ao longo do tempo. Uma delas é o nervosismo para definir a jogada de ataque. A equipe baiana desperdiça muitas finalizações em gols. Já na sua defesa, nos primeiros minutos enquanto a equipe auriverde paulista chegava a fazer uma marcação em linhas altas, a equipe do Bahia tinha dificuldades para sair jogando. Isso tem que ser corrigido. Tem que ter variação de jogada. Praticamente a equipe baiana quando atacava também só tinha um estilo de jogo para poder chegar ao ataque. Não demonstrou variação quase nenhuma. Era distribuição de jogadas pelas pontas e cruzamento para a área. Ou era isso ou a equipe baiana tentava fazer uma bola em profundidade pelo meio. Foram poucas vezes que o Bahia conseguiu concentrar a posse de bola para si e conseguiu ter mais ataques. Mesmo jogando em casa, o tricolor baiano não tomou conta do jogo e acabou saindo dessa partida com um empate de um a um. Merecia a derrota? Não, porque produziu bastante e não mereceu perder, mas também não mereceu  ganhar. Até porque a falha defensiva do Bahia foi tão clara que a equipe do Mirasol viu, enxergou e fez o gol quando podia. Apesar do segundo tempo ter melhorado, a equipe do Bahia também cedia bastante espaço na sua defesa para o contra-ataque rápido da equipe auriverde paulista.

   Já o Mirasol está se mostrando uma equipe bastante equilibrada e organizada no seu estilo de jogo. Já é a segunda partida seguida que o Mirassol se mostra um time organizado tanto para atacar quanto para defender. Fora que é uma equipe bastante corajosa. A equipe faz marcação em linhas altas na maior parte do jogo. É claro que não dá para jogar dessa forma que o Mirasol joga no jogo inteiro. Fazendo marcação em linhas altas e no seu meio campo. Se for assim o jogo inteiro, a equipe do auriverde é capaz de levar 2, 3 gols nos jogos que for disputar na Liga do Futebol Brasileiro. Porém, até na marcação a equipe do Mirasol é organizada. Não mereceu perder, mas também foi um jogo que a equipe do Mirasol desperdiçou bastante chances de gols no finalzinho da partida. Poderia ser melhor nas suas finalizações, mas para ter a primeira vitória na Liga do Futebol Brasileiro precisa mudar no seu ataque. Ser mais assertivo na hora de finalizar. Porém, tem que deixar claro que no primeiro tempo a equipe auriverde paulista só teve uma oportunidade de fazer o gol, com uma única finalização e converteu a sua chance em gol! Então, o que eu posso dizer sobre isso?

Atenção  

 

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Flamengo 2 X 0 Grêmio 

1º Tempo 

    Num domingo (13/04/2025), o Grêmio recebeu o Flamengo na Arena do Grêmio, que estava cheio. Os primeiros momentos desse duelo, as duas equipes estavam se estudando. O jogo era praticamente truncado, sem outras alternativas de ataque ainda. O Grêmio se defendia no 4-4-2 ou 5-4-1. Quando atacava, a equipe grêmista fazia um 4-3-3 ou um 3-5-2, tentando povoar um meio de campo para ganhar e chegar ao ataque. Quando o Flamengo se defendia, se defendia no 4-4-2, e quando atacava, atacava no 3-5-2 para poder também disputar o meio de campo com o Grêmio. Até que aos 4 minutos do primeiro tempo, o Edenilson erra cortando mal a bola e o Arrascareta fica de cara para o Volpi e finaliza marcando o primeiro gol da equipe flamenguista. Depois do Flamengo ter aberto o placar, o Grêmio começou a chegar mais ao ataque, mas a equipe rubro negro carioca conseguia fazer uma forte marcação no meio de campo, impedindo que o Grêmio tivesse liberdade pra atacar. As duas equipes estavam começando a fazer suas jogadas de ataque pelas pontas de campo. E no último terço de campo ofensivo, estavam distribuindo as suas jogadas de ataque de forma diferente. Já aqui no meio campo, os dois times estavam fazendo uma marcação muito forte e estavam congestionando essa parte do campo. A equipe gremista conseguiu ter uma oportunidade grande com Braithwaite, que cruzou a bola, mas o Gerson colocou a mão, o braço, dentro da área e que poderia ter sido o pênalti. Mas o Ramon Abate Abel resolveu não marcar a penalidade e o VAR não pediu a revisão pro Ramon fazer a revisão.

    A equipe flamenguista estava usando muito o Bruno Henrique e o Michael, mas o Michael era o jogador mais ativado da equipe rubro negra nesse primeiro tempo. Pela ponta direita da defesa do Grêmio, o Michael conseguia confundir a marcação da defesa tricolor-gaúcha. Enquanto isso, o Grêmio estava tentando chegar ao ataque, concentrando suas jogadas no Braithwaite, e que ele estava tentando fazer ou cruzamento fechado ou cruzando a bola rastra para trás. Só que a equipe Grêmio estava muito nervosa e não estava conseguindo chegar com uma forma que fosse mais objetiva, e para poder finalizar o gol com isso, o primeiro tempo acaba com a vitória mínima para a equipe flamenguista.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo sem nenhuma modificação nos times. A equipe flamenguista volta melhor. Com ímpeto ofensivo grande e o volume ofensivo alto, a equipe do Flamengo criava as principais oportunidades de gol no início do segundo tempo, mas não estava conseguindo vencer o goleiro. O Grêmio estava começando a ficar mais solto na partida, mesmo que o Flamengo tivesse com a proposta de jogar no contra-ataque nas costas da defesa do Grêmio. Só que até aí, os dois times estavam com o jogo bastante truncado e não tinham grandes chances de fazer o gol dentro do jogo. Até que aos 22 minutos do segundo tempo, pelo lado direito da defesa da equipe gremista o Everton Cebolinha deu um passe de escosta para o Arrascareta poder carregar a bola e vencer o goleiro Thiago Volpi, ampliando a vantagem da equipe flamenguista.

   Com uma desvantagem grande no placar, a equipe gremista passa a se jogar no ataque para tentar diminuir a vantagem da equipe flamenguista e chegar a fazer o seu gol. Mas foi de forma desorganizada, enquanto a defesa da equipe flamenguista e os meios de campo defensivos da equipe do Flamengo enxergavam que o Grêmio estava com a sua defesa toda exposta e passaram a utilizar bolas longas para poder chegar ao ataque com perigo. Em algumas dessas oportunidades de bola longa da equipe rubro-negra carioca, o Bruno Henrique ficou cara a cara com o Volpi, só que um dos defensores da equipe do Grêmio conseguiu chegar ao ponto de tirar a bola do Bruno Henrique e atrapalhar ele para poder finalizar. Aos poucos, a equipe do Grêmio foi se reestruturando e se equilibrando na partida ao ponto de não deixar tantos espaços como estava deixando antes, quando estava pensando em atacar para tentar buscar o resultado. Nos minutos finais do segundo tempo, a equipe Grêmio passou a chegar com mais volume de ofensivo, mas enquanto existiam boas finalizações de fora da área da equipe Grêmio, o Rossi fazia algumas grandes defesas, evitando que o tricolor gaúcho pudesse diminuir a sua vantagem.Pensando em administrar sua boa vantagem, a equipe flamenguista passou a trocar bastante passes no seu sistema defensivo. Isso fez com que o Grêmio continuasse apertando, tendo oportunidades de finalização de fora da área, mas não conseguia criar suas chances, tinha dificuldade na aproximação dos seus atacantes para poder receber a bola e criar chances reais de gols. Sendo assim, o duelo entre Grêmio e Flamengo, lá no Rio Grande do Sul, acabou com a vantagem do Flamengo por 2X0.

Opinião 

    A arbitragem do Ramon Abate Abel fez uma outra arbitragem horrível nesse jogo. Eu não consigo entender o porquê que o Ramon Abate Abel ainda é árbitro. O cara é muito incompetente. No outro jogo, ele praticamente interferiu no resultado da partida. Nesse ele interferiu denovo, porque o Gerson colocou o braço, ocupou espaço na defesa do Flamenguista sendo pênalti e o cara não marcou. E se esse pênalti fosse marcado, provavelmente o jogo seria outro, porque seria o empate do Grêmio. Mas enfim, já tô cansado de ficar reclamando de arbitragem no Brasil. Esse aí é só mais um jogo que o árbitro foi incompetente, da mesma forma que o Ednaldo Rodrigues também é incompetente!

   Essa é mais uma partida onde mostrou como que a equipe gremista tá tendo dificuldade de criação e pra poder atacar. O ataque do Grêmio é um time muito espaçado. O seu sistema defensivo é um sistema defensivo bastante desorganizado. Isso nesse jogo ficou bastante claro. É um time desequilibrado que quando está com um placar desfavorável se joga pra frente e esquece de se defender. Alguma coisa tem que mudar dentro desse time, porque a equipe do Grêmio é uma equipe boa ao ponto de brigar da meia da tabela pra cima. Não é do meio da tabela pra baixo. Quem viu esse jogo, olhou pra esse time do Grêmio, consegue enxergar que pode produzir muito mais do que essa equipe do Grêmio produziu. No ataque, os atacantes da equipe gremista estavam muito longe um do outro ao ponto de não ter criação de jogada mais ofensiva ao ponto de levar perigo pro gol do Rossi. Por mais que tenha sido prejudicado, a equipe do Grêmio precisa melhorar muito pras próximas rodadas pra poder passar a ganhar os seus jogos.

Já a equipe do Flamengo, eu tenho que ser breve, até porque eu não tenho muito o que falar da equipe flamenguista. Fez o jogo perfeito praticamente, apesar de ter ficado muito atrás, fazendo suas linhas defensivas baixas, na hora de atacar a equipe flamenguista era muito incisivo quando chegava ao gol. Criava suas oportunidades com a velocidade dos seus pontos, tanto o Bruno Henrique, tanto o Michael, e isso fez com que a equipe chegasse ao ataque de uma forma rápida. Fora que fica o destaque com a Arrascareta, que conseguia chegar com bastante eficiência no seu campo ofensivo, além de ter feito dois gols dentro desse jogo e ter distribuído as jogadas do meio para as pontas. Na minha visão, a equipe flamenguista vai ser um time que vai brigar pelo título. Isso é incontestável. O melhor time da América do Sul como que não vai disputar o título?

São Paulo 1 X 1 Cruzeiro 

1º Tempo 

    Num domingo (13/04/2025), o São Paulo recebeu o Cruzeiro no Morumbi, que estava cheio. A equipe paulista se defendia numa formação de 4-5-1, valendo para 5-4-1 e 4-4-2. Quando precisava marcar no meio de campo, a equipe do São Paulo marcava no 4-4-2 ou no 4-3-3. Quando a equipe paulista atacava, variava nas formações de 4-4-2, 4-3-3, 3-5-2 e 3-4-3. Já a equipe do Cruzeiro se defendia numa formação de 4-4-2, 4-5-1 e 5-4-1. O primeiro momento dessa partida foi com o Cruzeiro jogando melhor do que o São Paulo, mas não era tão melhor assim! A maioria das vezes que o São Paulo joga em casa, o tricolor paulista tenta sempre marcar e fazer uma marcação em linhas altas, fazendo uma linha de três na defesa do adversário e fazendo uma linha de quatro atrás para poder tentar fazer o desarme para poder ficar mais perto do ataque. Só que nesse jogo específico o Cruzeiro estava conseguindo anular essa marcação em linhas altas da equipe do São Paulo e em contrapartida conseguiu contra-ataques rápidos pelas pontas de campo pelo menos no começo do primeiro tempo.

Ao longo dos minutos que se passavam, a equipe cruzeirense passou a ter um volume maior de jogo e conseguiu chegar mais vezes na defesa de São Paulo. Porém, o ataque cruzeirense não estava conseguindo fazer finalizações ao gol, ao ponto de fazer o Rafael trabalhar. Isso foi constante, até que a equipe de São Paulo começou a equilibrar a partida, tendo mais posse de bola. Com um jogo muito equilibrado das duas equipes, conseguindo se defender bem, conseguindo atacar na hora certa, o jogo passou a ficar, em um certo momento, lá e cá. Com as duas equipes se defendendo bem, atacando bem no contra-ataque e no contra-golpe, mas com a partida das duas equipes não conseguiam finalizar certo na deviação do gol, tanto que nem Cássio, nem Rafael teve grandes trabalhos nesse primeiro tempo. O jogo ficou de uma forma meio truncada durante um tempo, e foi assim até os minutos finais do primeiro tempo. Nenhuma das equipes estava conseguindo criar chances reais de gol. Não estava conseguindo ter finalizações ao ponto de fazer os goleiros fazerem grandes defesas. Sendo assim, o primeiro tempo acaba com um empate sem gols.

2º Tempo

    As duas equipes de volta para o segundo tempo com duas mudanças na equipe de São Paulo e nenhuma na equipe do Cruzeiro. A equipe cruzeirense começou melhor na partida, retomando a marcação em linhas altas e dificultando a saída de bola do São Paulo. Apesar disso, com boa troca de passes em seu campo defensivo, o time paulista também conseguia se lançar ao ataque, demonstrando um equilíbrio tático superior ao da equipe mineira. A equipe celeste adotou uma formação que variava entre o 3-5-2 e o 3-4-3, buscando avançar com mais presença ofensiva e manter a marcação adiantada, permanecendo mais próxima do setor de ataque para criar oportunidades de finalização. Com essa postura, o Cruzeiro passou a dominar as ações do jogo por alguns momentos. No entanto, a equipe deixava muitos espaços no meio-campo e no setor defensivo, o que permitia ao São Paulo explorar as laterais e chegar com perigo ao ataque. Enquanto isso, o Cruzeiro mantinha a posse de bola e trocava muitos passes no meio-campo, tentando desestabilizar a defesa são-paulina com movimentações e inversões de jogo. Aos 7 minutos do segundo tempo, tem uma falta na defesa da equipe do majestoso, em um lance despretensioso, o Bobadilla toca para o Cedric, o Cedric toca para o Ferreira, o Ferreira carrega e espera o Cedric passar, o Cedric passa, o Ferreira toca, o Cedric cruza, pra dentro da área defensiva do Cruzeiro e o Ferreirinha cabecea deslocando o Cássio, fazendo o primeiro gol da equipe de São Paulo. Precisando do resultado, a equipe cruzeirense passou a pressionar mais ainda a defesa do São Paulo, porém de uma formação diferente. A equipe do Cruzeiro passou a fazer um esquema de 4-3-3, variando para 3-5-2, para tentar pressionar e chegar ao golo de empate. O Cruzeiro conseguia não dar na partida e conseguia ter mais posse de bola, concentrando as suas jogadas pelos meios e pelas pontas de campo, corrigindo a sua marcação no meio de campo e no ataque quando fazia suas linhas altas, para poder ficar mais perto do gol para poder finalizar. Até que aos 19 minutos do segundo tempo, o Matheus Pereira bate um escanteio para dentro da área defensiva do São Paulo, os defensores do tricolor paulista, corta mal e o Kaiki Bruno, cabeceia para dentro da área defensiva do São Paulo novamente e o kaio Jorge consegue finalizar pra empatando a partida.

  A partir do empate, as duas equipes passaram a adotar uma marcação forte no meio-campo, o que deixou o jogo mais truncado e disputado nessa faixa do campo. O São Paulo conseguia chegar ao ataque tanto pelas pontas quanto pelo meio, encontrando espaços na zona intermediária da defesa cruzeirense. No entanto, apesar das chegadas, não conseguia finalizar com precisão ou ameaçar de fato o goleiro Cássio. O Cruzeiro, por sua vez, concentrava suas jogadas pelo meio, conseguindo chegar ao campo ofensivo com certa frequência e construir boas tramas. Porém, esbarrava na hora de finalizar: os chutes saíam fracos ou iam para fora, sem exigir defesas do goleiro Rafael. Com o desenrolar da partida, o jogo ganhou contornos de uma verdadeira partida de xadrez. Ambas as equipes se defendiam bem, dificultando a criação ofensiva. Quando conseguiam chegar ao ataque, pecavam nas finalizações. Nenhuma das duas equipes cedia espaços para que a outra pudesse concluir com liberdade. O desfalque de Lucas no meio-campo do São Paulo dificultava ainda mais a criação do tricolor paulista, que tinha menos qualidade na articulação ofensiva. Do outro lado, mesmo com vários jogadores no campo ofensivo, o Cruzeiro não conseguia romper a sólida defesa paulista, os atacantes da equipe celeste estavam bem marcados e tinham pouco espaço para finalizar. Dessa forma, o jogo se manteve equilibrado até o apito final, terminando com o placar empatado em 1X1.

Opinião 

    Existem partidas em que a arbitragem não precisa se expor tanto, e foi exatamente isso que Rodrigo José Pereira de Lima fez no duelo entre Cruzeiro e São Paulo. A partida foi relativamente tranquila, e a arbitragem não interferiu no andamento do jogo.

 Toda a equipe de arbitragem teve uma atuação discreta, segura, sem protagonismo exatamente como se espera em jogos equilibrados. Por outro lado, mais uma atuação fraca do São Paulo. A equipe teve dificuldades claras para atacar. A transição entre defesa e ataque era lenta e arrastada, e o time não conseguia ocupar bem o campo ofensivo, nem mesmo nas bolas paradas, que também não mostraram qualquer repertório tático. O São Paulo parece estagnado em sua evolução, sem conseguir estabelecer um padrão de jogo claro. Esse cenário já se repetiu em outros jogos do ano: contra o próprio Cruzeiro em ocasiões anteriores, contra o Sport, e até contra o Talleres, da Argentina. Apesar da vitória nesse último, o São Paulo só venceu por ser tecnicamente superior. Fez um gol e parou. Não criou mais, não pressionou. Contra o Cruzeiro agora, foi parecido. A diferença é que o time mineiro é mais organizado e soube encontrar espaços para atacar. Se quiser disputar algo relevante nesta temporada  ou ao menos evitar sufocos  o Tricolor precisa melhorar muito. A troca de passes precisa ganhar ritmo, a transição precisa ser mais agressiva, e o time, menos previsível. O Cruzeiro jogou com conforto. O São Paulo, além de lento, era facilmente marcado. A pergunta que fica é: quanto tempo mais o torcedor vai precisar esperar por essa evolução? Até quando Zubeldía conseguirá justificar esse desempenho? Se seguir assim, o São Paulo corre um sério risco de ter uma temporada abaixo das expectativas.

Claro, em termos de resultado, um empate fora de casa contra um gigante nacional como o Cruzeiro é positivo. Melhor empatar do que perder. Mas, observando o que foi o jogo, o Cruzeiro poderia ter feito mais. Poderia ter vencido. A equipe celeste mostrou mais volume ofensivo, dominava o meio-campo e chegava com frequência à área adversária. Faltou capricho na finalização foram muitas chances desperdiçadas, com chutes imprecisos. Mesmo assim, foi uma boa apresentação da equipe mineira, que conseguiu buscar o empate após sair atrás no placar. Vale lembrar que o Cruzeiro já era superior no momento em que sofreu o gol. Mostrava mais intensidade, presença ofensiva e ocupação de área com vários atacantes. Porém, o problema foi a conclusão das jogadas. A equipe finalizava mal, com pouca efetividade. Outro ponto que pesou foi o aspecto físico. O Cruzeiro caiu de rendimento na reta final do jogo, o que permitiu ao São Paulo crescer. Mesmo assim, o time mineiro mostrou boa organização ofensiva e movimentação, o que indica evolução. Dentro desse cenário, o trabalho de Léo Jardim no comando técnico do Cruzeiro pode ser considerado positivo até aqui. Ele assumiu com o “carro andando” e já consegue dar equilíbrio ao time. Claro que precisa de tempo, mas já é possível ver sinais de evolução na equipe. Com mais rodadas e ajustes, será possível fazer uma análise mais completa, mas o início é promissor.

Atenção

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Fluminense 1 X 0 Santos

1º Tempo 

    Num domingo (13/04/2025), o Fluminense recebeu o Santos no Maracanã com o estádio cheio. A formação defensiva do Fluminense variava entre 4-5-1 e 4-4-2. E quando a equipe tricolor atacava variava entre 3-5-2 e 3-4-3 ou 4-3-3. É... A equipe do Santos variava a sua formação defensiva entre 4-4-2 e 4-5-1. Quando a equipe cientista atacava, atacava no 3-4-3 ou 3-5-2, nessa variação. A forma dos times jogarem era muito parecida. As duas equipes preferiam ficar com a posse da bola, trocar passes, e tentar chegar ao ataque achando espaço na defesa da equipe adversária. Com algumas mudanças, o Fluminense preferia mais bolas longas, e fazendo um lançamento de um lado para o outro do campo. Porém, o Fluminense conseguia chegar ao ataque com seus extremos que eram velozes, tanto o Canóbio, tanto o John Arias, que tentava chegar ao gol. Pelas pontas de campo, perto da linha de fundo, cruzava para trás, ou tentava fazer a jogada para tentar fazer algum drible para tentar chegar ao gol. As duas equipes tentavam fazer marcação em linhas altas e estavam conseguindo, mas o Fluminense era melhor na partida e conseguia chegar mais vezes ao ataque e fazer as suas finalizações. Na primeira parte do primeiro tempo, a equipe Tricolor já tinha finalizado 4 vezes pro gol, enquanto a equipe Santista tinha finalizado apenas uma vez. A criação ofensiva do Fluminense era melhor, porém o jogo era muito equilibrado para as duas equipes.

   A segunda parte do primeiro tempo foi muito variável. Em alguns momentos, por alguns minutos, a equipe santista passou a equilibrar melhor a partida, com mais posse de bola e chegando mais vezes no ataque, o meio-campo da equipe alvinegro praiano estava conseguindo dificultar a saída de bola da equipe Fluminense e estava conseguindo ter um volume ofensivo maior dentro do seu ataque. Enquanto a equipe tricolor ficava um pouco mais recuado, com suas linhas marcação baixas esperando pra fazer contra ataques, mas ao longo do primeiro tempo, a equipe tricolor começou a se impôr também. Os minutos foram se passando, e a equipe do Fluminense passou a controlar melhor a partida com a troca de passes e passou a ter ações ofensivas maiores. Na reta final do primeiro tempo, a equipe do Fluminense passou a controlar a partida de vez, principalmente pelo lado esquerdo da defesa do Santos com o John Árias atacando pelo lado direito de ataque do Fluminense. Até que o Germán Cano passou a fazer jogadas de articulação no meio de campo dando lançamentos e ajudando na troca de passes, além de estar sempre correndo para poder finalizar e dar desfecho as jogada de ataque. Ao longo dos minutos, o Germán Cano, que estava voltando sempre e que estava conseguindo chegar a articular as jogadas, passou a jogar na sua posição. O John Árias passou a fazer a saída de bola com bastante facilidade e categoria também. A equipe do Santos recuou as suas linhas de marcação, passando a tomar pressão da equipe tricolor. O Fluminense já era melhor, mas na reta final passou a ser ainda mais ofensivo. Passou a gerar mais chances de fazer o gol, enquanto a equipe santista passou os últimos momentos do primeiro tempo recuados no seu campo defensivo. Sendo assim, mesmo com o Fluminense dominando a partida, o primeiro tempo acaba com um empate sem gols.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo com mudanças em seus times. O Neymar, Soteldo e David Washington entram no Santos e o Facundo Bernal entra no Fluminense. O primeiro recorte desse segundo tempo foi um jogo novamente variável. Nos primeiros minutos do primeiro tempo, a equipe do Santos começou a fazer linhas altas, tentando dificultar a transição entre defesa e ataque da equipe do Fulminense. Fazendo uma formação em 3-4-3 ou 3-5-2, a equipe dos Santistas povoava o meio campo ao ataque com um número grande de jogadores. O Neymar tinha uma marcação duplicada nele, enquanto ao longo da primeira parte do segundo tempo, o Fulminense passou a controlar mais a posse de bola e a ter um ímpeto ofensivo maior. Concentrando as suas jogadas pelas pontas de campo, a equipe de tricolor fazia com que a defesa do Santos tivesse dificuldade para poder fazer a marcação. A equipe tricolor era a melhor na partida, conseguia mandar na parte ofensiva, enquanto o Santos passou a fazer novamente uma marcação em linhas baixas e chamando a equipe tricolor para poder atacar.

    Se mantendo na mesma tendência, a equipe do Santos continuava variando, entre começar a atacar com Neymar e Solteiro, e se defender com suas linhas muito baixas. A equipe do Fluminense passou a dominar, a ser melhor na partida, e até criar mais chances de ataque, trocando passos rápidos, ao ponto de chegar mais rápido na defesa Santista e conseguir ter chances de finalização. Por várias vezes a equipe do Fluminense conseguiu levar perigo para perto do gol do Brazão. Ao longo do tempo, o Soteldo se machucou e teve que ser substituído por ter se machucado, o jogador que entrou no intervalo. Ao longo do tempo, o Renato Gaúcho mudou o time e colocou também o Grãoso. O meio campista fez com que o Fluminense tivesse um ímpeto ofensivo ainda maior, mesmo que o Santos continuasse jogando no 3-4-3 ou 3-5-2 para poder atacar. Assim, quando o Fluminense tinha campo pra poder explorar contra ataques, com bastante espaço para poder criar jogadas pelos lados de campo, principalmente com o Jonh Árias, que estava jogando pela ponta direita de ataque da equipe tricolor. Ao longo da reta final de jogo, a equipe do Fluminense passou a controlar mais ainda a posse de bola, e em busca do resultado, a equipe tricolor se lançava para o ataque, mas tendo equilíbrio no seu sistema defensivo e conseguindo marcar os contra golpes. Mesmo merecendo vencer, parecia que o jogo ia terminar mesmo com um empate sem gols. Até que aos 52 minutos do segundo tempo, em um lance que o Fluminense estava conseguindo trocar bastante passes, mas com bastante falta que a equipe Santista estava fazendo, o lançamento é feito, pra dentro da defesa do Santos que corta mal, de carrinho o John Árias consegue dar um passe para o Samuel Xavier poder dominar e finalizar, contando com um desvio no defensor Santista. A finalização que o Samuel Xavier tinha feito conseguiu vencer o Brasão e fazer o gol da vitória do Tricolor. Sem ter tempo de reação, o jogo termina logo no minuto seguinte com a vitória do Fluminense por 1X0.

Opinião 

    Mesmo apitando no grito que os jogadores estavam fazendo, a arbitragem do Felipe Fernandes de Lima foi uma arbitragem boa. Conseguiu controlar bem a partida, deu os cartões amarelos de forma correta e não interferiu no placar do jogo, nem tão pouco também, prendeu a partida marcando muitas faltas.

 Mesmo com a vitória, dá pra enxergar alguns defeitos na forma de jogar da equipe do Fluminense ainda tem. O que mais chamou minha atenção nesse jogo foi a dificuldade da criação de jogadas da equipe do tricolor estava tendo no seu meio campo, mesmo que o John Árias estivesse jogando na sua posição e mesmo que o Cannobio estivesse jogando bem também. No primeiro tempo, o Fluminense só conseguiu criar porque a equipe Santista não criou dificuldades de marcaçãono primeiro tempo. A equipe santista estava tentando marcar a defesa da equipe tricolor e o meio campo pra dificultar a saifa de bola da equipe carioca, mas não estavam conseguindo marcar o espaço do Fluminense e não estavam induzindo a equipe tricolor a errar. Sendo assim, a equipe do Fluminense conseguiu ter um controle da posse da bola e das ações da partida durante o primeiro tempo, mesmo com a equipe santista estivesse tendo alguns momentos melhores que a equipe tricolor no jogo. Mas na minha visão, a criação de jogadas da equipe do Fluminense tem que ser melhorada bastante, mas pelo menos não teve derrota e além de tudo, o trabalho do Renato Gaúcho à frente do Fluminense no comando técnico está fazendo uma diferença, pois a equipe do Fluminense pelo menos estava jogando melhor do que quando estava jogando com o Mano Menezes. A tendência da equipe do Fluminense tenha melhoras pra as próximas rodadas.

   Se o Fluminense deseja melhorar, imagine a equipe Santista. A marcação do Santos ainda continua deixando muito espaço para as equipes adversárias jogar. Essa foi apenas mais um jogo que a equipe do Santos passou a se dar espaço para a equipe do Fluminense poder gerar chances pra fazer ataques. Mas por incrível que pareça, a equipe Santista está demonstrando que está tendo alguma evolução. Tanto em alguns momentos dentro da partida, a equipe Santista conseguiu fazer uma marcação em linhas altas e no seu meio campo, tirando alguns espaços da equipe do Fluminense. Mas o pior de tudo é que essa marcação da equipe Santista passou a ser apenas por alguns momentos dentro do jogo. Logo a equipe Santista baixava suas linhas defensivas, deixava o Fluminense trocar passes, e ficava a sua estrutura defensiva com as linhas muito baixas. Claro que criou dificuldades para a equipe do Fluminense poder criar jogadas de ataque, mas mesmo assim é muito pouco para a proposta que a equipe do Santos tem. Poderia ter uma apresentação melhor, mas a equipe Santista parece que se cansa rápido, ou então parece que por algum momento se não deu certo a primeira estratégia, a segunda estratégia é esperar a equipe adversária tomar alguma decisão. Mas aí que está o problema, ficar com suas linhas defensivas muito baixas pode fazer com que as equipes tomem conta da partida, como foi com o Fluminense. Com muitas coisas para serem corrigidas na equipe do Alvinegra praiana, ainda tem uma ponta de esperança que a equipe possa melhorar. Mas aí que está a pergunta, será que pode melhorar? Essa equipe tem jogadores bons que podem apresentar um futebol melhor, mas será que o Santos pode apresentar um futebol melhor? Com Pedro Caixinha sendo o técnico da equipe Santista. Aí que está a pergunta, porque desde o jogo contra o Palmeiras no Campeonato Paulista, que a equipe Santista vem jogando dessa forma reativa. Precisa ficar distante da zona de rebaixamento, a equipe do Santos tem que melhorar bastante o seu estilo de jogo para poder se afastar de vir da zona de rebaixamento e se estruturar para poder disputar títulos. Pode até não ser esse ano, mas pelo menos ano que vem a equipe Santista tem aquela condição de disputar o título mesmo com esse time, que não é ruim.

Fortaleza 0 X 0 Internacional 

1º Tempo 

    Num domingo (13/04/2025), Fortaleza e Internacional se enfrentaram em um Castelão vazio, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. O jogo terminou empatado por 1 a 1, mas o que mais chamou atenção foi a nova postura tática apresentada pelo time tricolor. Desde o início, o Fortaleza demonstrou variações táticas interessantes. A equipe começou em um 4-4-2, alternando para um 5-4-1 em fase defensiva, chegando até a formar linhas de seis e quatro jogadores. Quando atacava, o time se organizava em um 3-5-2 ou retornava ao tradicional 4-4-2, apostando em amplitude e infiltrações. O Internacional, por sua vez, respondeu com um 4-3-3 defensivo, variando para 5-4-1 ou 4-5-1 sem a bola. No ataque, os gaúchos adotaram formações mais ofensivas, como o 3-4-3 e o próprio 4-3-3, tentando explorar os espaços entre as linhas do adversário.

A primeira parte do jogo foi marcada por muita troca de passes, com as duas equipes enfrentando dificuldades para quebrar as linhas defensivas adversárias. Ainda assim, houve bastante tentativa de profundidade, com passes verticais e cruzamentos buscando os atacantes dentro da área. O que surpreendeu foi a atuação do Fortaleza, que vinha de atuações reativas tanto no Brasileirão quanto na Libertadores, priorizando contra-ataques e permitindo que o adversário tivesse a posse. Além disso, a equipe vinha sendo criticada pelas falhas defensivas e espaços concedidos. No entanto, neste jogo, o time comandado por Juan Pablo Vojvoda apresentou um sistema defensivo mais sólido e organizado, com postura equilibrada durante o primeiro tempo. Conforme a partida avançava, o Fortaleza também passou a construir mais jogadas ofensivas, ainda que nenhuma das equipes tenha conseguido criar chances claras de gol. O primeiro tempo terminou com o placar empatado sem gols, refletindo o equilíbrio visto em campo.

2º Tempo

    No segundo tempo, as equipes voltaram sem alterações, mantendo as formações que encerraram a primeira etapa. A troca constante de passes, que já havia sido uma característica do primeiro tempo, continuou presente, mas com um diferencial: o Fortaleza, precisando do resultado, passou a atuar com mais intensidade no campo ofensivo. A equipe girava a bola com maior velocidade, buscando passes mais verticais e infiltrações rápidas, conseguindo construir ataques em bloco. Logo aos 5 minutos, Moisés marcou um belíssimo gol de bicicleta, após passe de Pikachu. No entanto, o lance foi anulado pelo VAR, que identificou impedimento do camisa 22 no início da jogada. O gol invalidado foi um balde de água fria, mas não tirou o ímpeto ofensivo do time cearense.

     Com o passar dos minutos, os técnicos começaram a fazer mudanças. Vojvoda promoveu substituições visando manter a intensidade e o volume ofensivo, apostando em jogadores com mais fôlego e velocidade. Do outro lado, o Internacional, desfalcado e com um time misto, procurava se reorganizar defensivamente para conter a pressão adversária. A partida se tornou equilibrada em posse de bola e finalizações. O Fortaleza seguiu tentando imprimir um ritmo mais forte, enquanto o Inter buscava controlar o jogo e evitar surpresas. As mudanças dos técnicos refletiram essa dualidade: um pensando em atacar, o outro, em se defender. Com as equipes mais abertas e buscando o gol, o meio de campo passou a ser mais disputado, com muitas faltas táticas cometidas para parar contra-ataques. Em um desses lances, os jogadores do Fortaleza reclamaram bastante da não expulsão de Vitinho, que já tinha cartão amarelo e cometeu faltas em sequência. Outro lance polêmico foi um choque entre David Luiz e Rogel, em que o zagueiro do Inter levou um pé na cabeça ao tentar disputar a bola, mas o árbitro não marcou infração. Na reta final, o jogo se tornou mais tenso do que criativo. As equipes ainda criavam oportunidades, mas pecavam na finalização e não exigiam defesas difíceis dos goleiros. O equilíbrio prevaleceu até o apito final, com o placar encerrado em 0 X 0.

Opinião 

    Vou ser breve, mas direto: a arbitragem de Flávio Rodrigues de Sousa foi péssima. Atrapalhou o andamento da partida em momentos decisivos. No lance do impedimento, interferiu no placar, sim. E o pior: Davi Luiz acertou o rosto do jogador do Internacional com o pé, um lance claro de pênalti que foi ignorado. Além disso, um jogador do Inter já havia recebido amarelo e cometeu nova infração que era para resultar em expulsão não aconteceu. Tudo isso mostra o quanto a arbitragem influencia negativamente nos jogos. E enquanto Ednaldo Rodrigues continuar à frente da CBF pensando mais em politicagem do que em melhorar o futebol brasileiro, pouca coisa vai mudar.

   Falando do jogo: o empate dentro de casa é um resultado ruim para o Fortaleza, mas houve evolução. A equipe tricolor cearense mostrou uma boa melhora em sua forma de jogar. Contra o Internacional, o time conseguiu equilibrar a posse de bola e finalizou com mais frequência. Ainda falta mais precisão nas conclusões, mas foi um passo adiante. Defensivamente, o time ainda apresenta falhas, deixando espaços que podem ser corrigidos com o tempo. O meio-campo funcionou bem e o ataque criou oportunidades, mas é preciso atenção nos buracos deixados atrás. Com o trabalho de Vojvoda, é possível que isso melhore. A equipe parece estar entendendo que precisa evoluir, e já dá sinais disso. Particularmente, gostei da atuação do Fortaleza — não foi perfeita, mas melhor do que nas últimas partidas.

   Pelo lado do Internacional, o desempenho foi bem abaixo. O time mostrou pouca efetividade tanto na defesa quanto no ataque. A troca de passes no meio-campo era lenta, lateralizada, sem objetividade. Faltou profundidade para criar chances reais contra o goleiro João Ricardo. Com o comando de Rony Machado, há espaço para evolução, mas essa partida foi bem fraca. Mesmo com desfalques, o Inter precisa apresentar mais volume ofensivo. O torcedor tem motivos para manter boas expectativas, considerando o desempenho ao longo da temporada. Mas é necessário que o time se mostre competitivo para lutar por títulos.

Atlético Mineiro 2 X 2 Vitória 

1º Tempo 

    No domingo (13/04/2025), o Atlético Mineiro recebeu o Vitória na Arena MRV. Com uma postura ofensiva desde o início, o Galo adotou uma formação base em 4-4-2, que variava para o 4-3-3 na fase defensiva. Quando partia para o ataque, a equipe alternava para o 3-5-2 e o 3-4-3, com boa posse de bola e dominando as ações da partida. Essa postura ofensiva permitiu ao Atlético chegar com frequência ao campo de ataque. A primeira grande chance surgiu com Hulk, que recebeu um passe em profundidade e finalizou com força, exigindo uma ótima defesa do goleiro Lucas Arcanjo. O Vitória, por sua vez, entrou em campo com uma proposta clara de explorar os contra-ataques. A equipe se organizava defensivamente em variações de 4-5-1, 5-4-1 e 4-4-2 para dificultar as investidas do adversário, quando o rubro negro baiano atacava, alternava para uma formação em 3-5-2 e 4-4-2 tentando ocupar melhor o meio-campo e dar apoio ao setor ofensivo tendo contra ataques rápidos pelas pontas. 

Com o domínio territorial da equipe atleticana e a defesa bem postada da equipe rubro negro baiano, o jogo era bastante truncado no meio-campo e nas pontas. Mesmo com bastante espaço de bola, a equipe alvineira e da mineira tinha dificuldade para transformar o seu domínio forte de bola e seus ataques massivos em gols, mesmo que a produtividade dentro de campos fosse boa para a equipe do Atlético. Já o Vitória tinha dificuldade para passar no meio-campo e gerar oportunidades de gols. Apesar do esforço tático do time baiano, o Atlético Mineiro foi superior na maior parte do primeiro tempo, controlando a posse de bola, pressionando alto e criando mais chances de gol. Sendo assim, o primeiro tempo acaba com empate sem gol.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo com uma mudança no time do Vitória. O segundo tempo mal tinha começado, e o Vitória já estava começando a entrar em um jogo com uma postura totalmente diferente. Tanto que aos dois minutos do segundo tempo, o Lucas Halter cabeceou para o gol que venceu o Everson após um cruzamento do Gustavo Mosquito, que aproveitou a falha do Atlético Mineiro, pelo lado direito da defesa, atleticana.Precisando do resultado, o Atlético-MG foi com tudo para cima da defesa do Vitória. Já era a terceira rodada do Campeonato Brasileiro, e o time ainda não havia conquistado sua primeira vitória. A equipe mineira aumentou consideravelmente seu volume ofensivo, pressionando com ataques massivos. Aos 12 minutos do segundo tempo, após um cruzamento vindo da direita, Román aproveitou a sobra e finalizou. A bola bateu na marcação e sobrou para Fausto Vera, que subiu no alto e cabeceou para empatar a partida.

  Em busca da virada, o técnico do Atlético-MG ajustou o time em um esquema 3-5-2, tentando aumentar a presença ofensiva sem perder o meio-campo. No entanto, isso deixou a defesa exposta. O Vitória, que apostava nos contra-ataques, passou a encontrar espaços generosos e conseguiu criar boas chances. O Atlético concentrava suas jogadas principalmente pelo meio com Hulk e pelos lados de campo com Scarpa, eram os principais articuladores da equipe atleticana. Apesar do domínio, o time mineiro desperdiçava muitas oportunidades. Aos 20 minutos, em um contra-ataque veloz pela esquerda (o lado direito da defesa atleticana), Mosquito tabelou e deu o passe para Matheusinho, que recebeu dentro da área e finalizou. Everson falhou na saída, e o Vitória marcou o segundo gol em um momento em que o Atlético era superior em campo. Mesmo atrás no placar, o Galo não desistiu. Com algumas substituições e mantendo a concentração de jogadas com Hulk e Scarpa, a equipe tentava o empate, mas pecava nas finalizações. O jogo se manteve com domínio do Atlético, que seguia pressionando. Aos 42 minutos, após escanteio pelo lado direito da defesa baiana, a bola ficou viva na área. Lucas Arcanjo defendeu uma finalização, mas a bola voltou para o meio da pequena área, o Igor Gomes cabeceou, a bola bateu na trave e entrou empatando a partida novamente. Nos minutos finais, o Atlético-MG empurrou o Vitória para dentro da sua área, buscando a virada. Mas, apesar da pressão, o time não conseguiu ser efetivo. Assim, a partida terminou empatada em 2 a 2, com o Galo ainda sem vencer no Brasileirão.

Opinião 

A arbitragem de Davi de Oliveira Lacerda foi tranquila, sem grandes polêmicas ou interferência no resultado da partida. O grupo de arbitragem, de forma geral, também teve uma atuação segura, conduzindo o jogo sem maiores problemas.

O desfecho dessa partida foi, no mínimo, bizarro para o Atlético Mineiro. A equipe dominou completamente as ações: teve mais posse de bola, foi mais agressiva no ataque, trocou passes com objetividade e criou inúmeras oportunidades de gol. Durante os 90 minutos, o Galo foi claramente superior ao Vitória. No entanto, o desperdício de chances claras foi inacreditável. O Atlético poderia, tranquilamente, ter marcado dois, três ou até quatro gols. Esse jogo escancarou um dos principais defeitos da equipe: o sistema defensivo. O time ataca bem, cria jogadas com facilidade, mas se expõe demais na defesa. Isso tem sido prejudicial e compromete os bons momentos ofensivos. Se esse setor for ajustado, o Atlético tem tudo para se equilibrar, se estruturar e começar a conquistar as vitórias que precisa. Ainda é cedo para cravar até onde o Galo pode chegar neste Brasileirão, mas é pouco provável que a equipe permaneça na parte de baixo da tabela. Com as correções certas, é natural imaginar o time brigando na parte de cima. O elenco é qualificado, e o Cuca tem capacidade para promover os ajustes necessários. Se conseguir encontrar esse equilíbrio entre ataque e defesa, o Atlético Mineiro tem tudo para ser uma equipe competitiva e brigar por títulos em 2025.

É óbvio que eu posso queimar minha língua ao longo da temporada. Porém, esse jogo representa bem o motivo pelo qual eu acredito que o Vitória vai brigar contra o rebaixamento este ano. Por isso, vou ser breve ao falar sobre a equipe rubro-negra baiana. O primeiro ponto que preciso destacar é a característica adotada pelo Thiago Carpini para esse jogo. O time entrou com uma proposta reativa — algo que, mesmo que eu particularmente não goste, reconheço que pode sim dar resultado. Mas para isso, precisa ser extremamente bem estruturado. Existem várias equipes, no Brasil e no mundo, que jogam dessa forma e conseguem vencer partidas. A chave está na organização e na eficiência. No entanto, o Vitória não mostrou nenhuma das duas coisas. Um jogo reativo, para funcionar, precisa ser capaz de anular o adversário — ou pelo menos criar muitas dificuldades. E quando tem a bola, precisa ser letal, aproveitar bem as chances. Times que jogam assim normalmente finalizam entre cinco e seis vezes no gol, mesmo com pouca posse. Só que o Vitória não conseguiu isso. Teve apenas três finalizações na direção do gol durante toda a partida. Sim, é verdade que o aproveitamento foi bom, e até conseguiu marcar gols. Mas o problema é que o Atlético-MG, mesmo vivendo uma fase ruim nas finalizações, teve 34 finalizações no total e apenas duas na direção do gol. E foram justamente essas duas que viraram gol. Ou seja, da mesma forma que o Vitória “achou” seus gols, poderia facilmente ter sido goleado se o Atlético estivesse com a pontaria um pouco mais calibrada. A proposta do Carpini não é inválida. A ideia do jogo reativo pode funcionar. Mas do jeito que está sendo executada hoje, sem compactação, sem solidez defensiva e sem eficiência ofensiva, ela tende a colocar o Vitória numa situação muito perigosa na tabela.

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