Mais uma rodada do campeonato brasileiro está completado com alguns jogos surpreendentes.

A equipe vascaína mantém os mesmos erros do seu sistema defensivo e a equipe corintiana se aproveita disso. A equipe do Fluminense joga bem e consegue sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro contra o RB Bragantino. Atlético Mineiro joga mal em casa e mesmo dominando a partida com bastante troca de passes, a equipe atleticana não sai do empate sem gols com a equipe do São Paulo. Nesses jogos, entre outros, está todas as análises aqui, junto com a tabela do Campeonato Brasileiro, para você saber quem está na frente. A segunda rodada do Campeonato Brasileiro acontece e alguns resultados são surpreendentes. Mas no fim da partida quase perdeu a sua chance de ter o resultado positivo e ficar na vice colocação no campeonato brasileiro! Se vocês puderem, sigam o blog pois não custa nada; compartilhem esse conteúdo pra ajudar no crescimento do blog; comentem no final do texto o que acharam da análise, assim que eu puder vou responder a todos!😃

Corinthians 3 X 0 Vasco da Gama

1º Tempo 

    Num sábado (05/04/2025), a equipe Corinthians recebeu o Vasco da Gama na Neo Química Arena, que estava cheio. O primeiro recorte dessa partida foi de um Corinthians fazendo uma formação em 3-4-3 para poder fazer uma marcação em linhas altas, povoando a defesa da equipe vascaína. Com troca de passes rápidos e certeiros, a equipe Cruz-Maltina conseguia sair da sua defesa e conseguia chegar ao ataque. Porém, com a defesa ainda espaçada, a equipe do Vasco cedia bastante espaços para a equipe corinthiana poder chegar a ter um ímpeto ofensivo e volume de jogo muito altos nos primeiros minutos da partida. Jogando no esquema de 4-5-1 e 4-4-2 para se defender, a marcação defensiva da equipe vascaína ainda era muito espaçada.A equipe corintiana começou a ter tanto espaço para poder fazer suas jogadas, que a formação defensiva no início do jogo da equipe corintiana foi de 4-4-2, já engatilhando um contra-ataque rápido para poder chegar ao ataque. Quando atacava, a equipe corintiana variava entre 4-2-4, 4-3-3, 3-5-2 e 4-4-2. Enquanto a equipe vascaína conseguia chegar ao ataque na formação de 4-4-2, 4-3-3. Com trocas de passos rápidos, tentando chegar pelas pontas para cruzar a bola para o meio e dar desfechas jogadas pelo meio da defesa corintiana. Enquanto o Corinthians tentava chegar ao ataque pelo meio e nos contra-ataques também. A Aurora concentrava as suas jogadas pelos lados de campo. Até que aos 12 minutos do segundo tempo, o Carrilho recebe um passe e lança a bola para o meio da defesa vascaína na zona intermediária. O Memphis Depay ajeita de peito para o meio da área e Yuri Alberto chega de trás batendo na saída da defesa do Léo Jardim fazendo abrindo o placar pra equipe corintiana

   A equipe vascaina passa a ter um volume ofensivo um pouco maior. Sem conseguir ter grandes chances na primeira parte do primeiro tempo, a equipe vascaina passa a produzir melhor as suas jogadas e a ter um volume ofensivo maior. Em alguns momentos do primeiro tempo, a equipe cruz-maltina consegue controlar a partida e equilibrar o posse de bola junto com o ímpeto e o volume ofensivo da equipe corintiana. Porém, a equipe do alvinegro paulista consegue esfriar a partida para que o ímpeto ofensivo da equipe vascaina pudesse abaixar. Até que, aos 27 minutos do segundo tempo, o Yuri Alberto recebe um passe aberto para o lado esquerdo da defesa vascaina, dar o passe para o Memphis Depay, na direita da defesa vascaina, o holandês bate na saída do goleiro Léo Jardim, que a bola ainda resvala num defensor vascaino, e o Memphis Depay consegue ampliar o placar a favor da equipe corintiana. Depois do segundo gol corintiano, a equipe vascaína passa a tentar tomar as rédeas do jogo, fazendo uma marcação em linhas altas, pra poder ficar mais perto do ataque e poder tentar pelo menos que diminuísse o placar. Só que, com algumas decisões do ataque cruz maltino passaram a ser  precipitadas, a equipe vascaína passou a não levar tanto perigo pro gol do Donelli. Ao longo da reta final do primeiro tempo, a equipe corentiana volta com mais rédeas da partida novamente, conseguindo criar chances pra poder atacar. Até que o juiz apita o final do primeiro tempo com a vantagem de dois gols pra equipe corintiana.

2º Tempo

    As duas equipes de volta para o segundo tempo, com uma mudança no time corentiano e nenhuma mudança na equipe vascaína. O primeiro recorte do segundo tempo é a equipe vascaena, tentando melhorar, tendo um leve princípio de demonstração que estava melhor na partida, porém, ao longo dos minutos do segundo tempo, o Cognos foi começando a voltar a dominar a partida. Tanto que, aos 13 minutos do primeiro tempo, o Mateus Bidu recebe um passe e corre em profundidade pelo lado direito da defesa vascaena. Tabela com o Memphis Depay e toca a bola que chuta, finaliza na saída do goleiro Léo Jardim que acaba levando o gol, mas o VAR chama o Daronco para revir esse lance e mostra que o Bidon faz uma falta na ultrapassagem, faz uma falta no Pumita Rodríguez na sua passada em direção à área defensiva vascaína. O Corinthians continuava indo para cima da equipe vascaena para poder fazer ainda mais gols e estava conseguindo ter um volume ofensivo muito grande dentro do jogo.

    Em um certo momento dentro do jogo, a equipe vastaina demonstra melhora e crescimento dentro da partida. Até que o Ramón Diaz faz duas modificações na equipe corintiana e faz. A equipe alvinegra paulista consegue crescer na partida, voltando a tomar as ações do jogo novamente. Até que aos 33 minutos do segundo tempo, o Corinthians faz um contra ataque fulminante para o lado direito da defesa da equipe cruzmaltina, o Bidu toca no meio da área e o Memphis Depay domina girando com a bola na categoria antes de tocar para o gol e fazer o segundo dele no jogo, VAR de novo chama o Daronco para poder ver o lance e ele vê impedimento na partida, no ataque corintiano. Mesmo com uma vantagem boa no placar, a equipe corintiana voltava a ir para cima da equipe vascaíma, tentando ampliar ainda mais a sua vantagem que tinha. Mesmo depois que a equipe de arbitragem tirou dois gols da equipe corintiana, a equipe alvinegra paulista continuava administrando melhor a posse da bola e acampando na defesa vascaína. Até que aos 46 minutos do segundo tempo o Memphis Depay recebe um passe pelo meio em um outro contra ataque rápidopelo meio e finaliza no abafa que o Leo Jardim tentou fazer e a bola explode na cabeça do João Vitor, antes de entrar no pro findo das redes, Corinthians consegue ampliar a sua vantagem. Depois desse lance, a equipe vascaína consegue ter algumas chances ainda, mas sem ser efetivo, o jogo termina com um placar de 3 a 0 para a equipe corintiana.

Opinião 

    A arbitragem, o Anderson Daronco, foi uma arbitrage péssima nesse jogo. Foi impressionante pra mim pelo menos. O Anderson Daronco geralmente apita bem seus jogos, mas nessa vez ele apitou muito mal. Ele deu uma falta que não existiu, que era pra ser o terceiro gol do Corinthians, e o impedimento que a arbitragem deu, na minha visão, não foi impedimento. Duas marcações ruins, mal feitas, que poderiam fazer com que o Corinthians ganhasse essa partida por 5 a 0, pelo menos. O VAR também foi mal, junto com o Anderson Daronco. Os únicos dentro da equipe de arbitrage que não interferiram no placar, foi a dupla de bandeirinhas. Mas o restante, tanto a equipe de VAR, tanto o Anderson Daronco, interferiram de forma direta no placar da partida.

Pelo Corinthians eu não tenho muito o que falar. O Corinthians fez um jogo perfeito nesse jogo. Fez os gols e ainda teve a chance de golear. Mas se não fosse a arbitragem interferindo na partida, provavelmente esse jogo poderia ser uma goleada. Na parte defensiva, a equipe corinthiana não se deu tanto espaço para a equipe vasquena poder trabalhar a bola. Já no ataque, tanto Garros, tanto Yuri Alberto, tanto Menphis e Depay conseguiram produzir bastantes passes rápidos e ataques que geraram chances reais de gols. No jogo inteiro, a equipe vascaína conseguiu equilibrar a posse de bola. Mas sem ficar sem produtividade suficiente para fazer uma finalização com qualidade pra chegar ao gol, pois a equipe corintiana conseguiu se defender bem. Com as linhas compactas e firmes na marcação. Diferente dos outros jogos que eu vi da equipe corinthiana, dessa vez pelo menos o  alvinegro paulista conseguiu fazer um jogo perfeito na sua marcação também.

   Para mim não precisar ser repetitivo dessa vez, eu vou resumir de uma forma rápida para falar a minha opinião sobre a equipe vascaína. Na minha visão, o Carilli não vai ficar muito tempo no comando técnico da equipe vascaína. Desde os primeiros jogos da equipe vascaína fez no ano, o Cruzmaltino não vem demonstrando melhoras no seu sistema defensivo, é a mesma coisa sempre, parece até o time de uma nota só. É um time bem espaçado na sua defesa, com erros de passes perto do goleiro Leo Jardim. O Cruzmaltino não consegue fazer uma transição o tempo inteiro no jogo. Além disso, a equipe vascaína consegue até criar jogadas ofensivas do meio para frente, mas o seu sistema defensivo ainda peca demais da mesma forma. O trabalho do Carilli no vasco não mostra evolução nenhuma na sua defesa.

Botafogo 2 X 0 Juventude

1º Tempo 

    Num sábado (05/04/2025), o Botafogo recebeu Juventude no Estádio Nelton Santos vázio. O primeiro recorde desse confronto entre Botafogo e Juventude, as duas equipes se defendiam e atacavam de forma muito parecida. O Botafogo se defendia no 5-4-1 e no 4-4-2, e quando atacava, atacava numa espécie de uma formação de 3-4-3 ou 3-5-2. Preferindo os passes curtos e inverticais. Mas, porém, algumas vezes dentro do primeiro tempo, a equipe botafoguense preferia lançar as bolas por trás das costas da defesa da Juventude, ou em passe em profundidade. Já a equipe da Juventude variava entre 5-4-1, 4-4-2 e duas linhas de 5 para poder se defender. Quando se defendia, quando atacava, atacava numa espécie de 3-4-3 ou 3-5-2 ou no 4-4-2, transferindo os passes do meio para as laterais de campo para poder lançar a bola e finalizar no meio de campo. Por algumas vezes, a equipe da Juventude também fazia sua criação de jogadas de ataque pelo meio. Mas, na maioria das vezes, a equipe da Juventude, quando chegava ao ataque, com condições de finalizar, estava impedido.

Ao longo dos minutos que se passavam, a equipe botafoguense foi mandando nas ações da partida com a troca de passes. Aos poucos foi chegando mais ao ataque, levando mais perigo para a defesa da equipe do Juventude. Em contra partida, a equipe alviverde gaúcha estava esperando a definição das jogadas da equipe botafoguense para chegar ao ataque de forma mais rápida, trocando as características de ataque durante o jogo. Até que a equipe botafoguense começou a trabalhar melhor suas jogadas pelo meio e pelas pontas. Ao longo dos 23 minutos do primeiro tempo, em uma jogada entre Arthur e Marlon Feitas que começaram a trocar passes, o Arthur dá o passe para o Marlon e o Marlon dá um passe por cima em profundidade para o Arthur cruzar a bola na cabeça do Igor Jesus que cabeceou e abriu o placar na partida. Depois que a equipe botafoguense conseguiu abrir o placar, o jogo começou a ficar bem truncado no meio de campo, com bastante falta, com as duas equipes não conseguiam fazer um ataque em velocidade e nem chegar ao ataque de uma forma que pra finalizar e levar perigo pra defesa adversária. A equipe do Juventude tinha uma certa dificuldade para poder fazer um ataque mais rápido trocando passes, enquanto o Botafogo tentava, forçava e fazer os seus ataques pelas pontas de campo, mas sem grande ímpedo volume ofensivo para poder chegar a marcar o segundo gol. Sendo assim, o primeiro tempo acaba com a vantagem de um gol de diferença para a equipe botafoguense.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo sem mudanças nos times. O primeiro recorde do segundo tempo nesse confronto é com o Botafogo continuando com a sua característica desde o primeiro tempo. Continuando atacando pelas laterais de campo e cruzando a bola para a área para poder pegar o centroavante grande como o amigo Jesus para poder cabecear. Em alguns momentos a equipe botafoguente também tentava atacar pelo meio. Mas todas as vezes que o Botafogo atacava eram nos espaços que a equipe do Juventude cedia. Enquanto isso, o alviverde gaúcho mudou sua característica de atacar. Enquanto no primeiro tempo a equipe do Juventude atacava pelas laterais de campo tentando definir suas jogadas pelo meio, a equipe do Juventude tentava agora no segundo tempo atacar pelo meio e de vez em quando abrir o seu jogo de ataque pelas laterais de campo. O esquema tático defensivo do Juventude continuava o mesmo. Em alguns momentos, uma coisa que o Juventude fez, tanto no primeiro tempo como no segundo tempo, era cruzar muita bola na área defensiva do Botafogo quando existia falta. E pelo primeiro tempo ser muito faltoso, o Juventude fazia muito isso no segundo tempo também. O Botafogo era melhor na partida, tinha posse de bola e o volume ofensivo também maior, mesmo que o Juventude conseguisse controlar o ímpeto ofensivo do Botafogo de uma certa forma. Até que aos 17 minutos do segundo tempo, pelo lado direito da defesa do Juventude, o Cuiabano cruza a bola para dentro da área da equipe alviverde gaúcha e o Mateo Ponte, de carrinho ampliou  a vantagem do Botafogo.

Mesmo com a vantagem do Placar, a equipe de Botafogo continuou em cima da equipe de Juventude. Fazendo uma espécie de 3-4-3 ou 3-5-2, a equipe de Botafogo povoava a defesa da equipe alviverde e gaúcha,enquanto isso, nos contra-ataques, a equipe de Botafogo tentava fazer lançamentos longos, pegando nas costas a defesa da equipe de Juventude. A equipe de Juventude tentava chegar ao ataque encadecendo o jogo, com bastante troca de passes. Mas os passes que a equipe de Juventude dava eram com muita lentidão, e a transição que a equipe alviverde e gaúcha fazia era muito devagar, muito lento. Mas a equipe de Juventude conseguiu ter algumas chances de fazer o gol dentro do segundo tempo. Mas, quando a equipe de Juventude atacava, fazia uma formação em 4-3-3 ou 4-4-2, tentando fazer velocidade no último terço de campo. E cruzando muita bola para dentro da área, ou caso, tentando finalizar a disputa da área. Sem conseguir chegar no gol do John, a equipe de Juventude acabou perdendo essa partida. O jogo termina com um placar de 1X0 para a equipe do Botafogo.

Opinião 

    A arbitragem do Rodrigo José Pereira de Lima foi uma arbitragem boa junto com a sua equipe de arbitragem também. Bem que no lance do terceiro gol do Botafogo, que o Botafogo teve uma chance de fazer o terceiro gol, o Banderinha não marcou o impedimento, mas o VAR corrigiu e marcou o impedimento.

A equipe botafoguense está começando a ter um jogo parecido com o do ano passado. A cada jogo que vai passando, a equipe alvinegra carioca está se mostrando cada vez mais forte e voltando as suas características que fez a equipe ser campeã do brasileiro e da Libertadores no ano passado. Porém, tem algumas coisas dessa equipe botafoguense que podem fazer ficar com uma certa agoniado, que é o desperdício de gol que a equipe tem. Consegue produzir os ataques, consegue ter as chances de gol, mas desperdiça muito gol, desperdiça muitas finalizações, ou que vai em cima do goleiro, ou que vai muito pra fora. Mas nessa partida em específica, dois jogadores que se destacaram bastante, foi o Igor Jesus, além de ter feito gol, deu trabalho pra defesa da equipe alvinegra, alviverde, gaúcha, e o Arthur, que na sua velocidade, caia tanto pra um lado quanto pro outro e fazia a equipe botafoguense ter contra-ataques constantes. Mas, na minha visão, a equipe botafoguense precisa melhorar muito ainda pra continuar disputando os títulos que tem durante esse ano.

É impressionante como a equipe do Juventude pode cair tanto de rendimento de um jogo pro outro. Na semana passada, a equipe alviverde gaúcha fez um jogo quase perfeito contra o Vitória da Bahia no Alfredo Jaconi. O o que o Juventude fez no jogo passado, foi usado  da mesma forma nesse jogo contra a equipe alviverde gaúcha coisa com o Botafogo fezendo  amesma coisanesse jogo, que é usar as costas da defesa adversária. Mas nesse jogo, parece que o feitiço virou contra o feiticeiro. O Juventude, que passou a fazer esse tipo de jogo pra vencer a equipe do Vitória, nessa partida o Botafogo fez isso contra o Juventude. Tem muita coisa que precisa mudar nessa equipe pra não brigar por rebaixamento. E eu acho que com a estratégia que o Fábio Matias tem pra poder fazer a tática da sua equipe ao viver de Gaúcha, pode melhorar durante outros jogos.

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Ceará 2 X 0 Grêmio

1º Tempo 

    Num sábado (05/04/2025) o Ceará recebeu o Grêmio na Arena Castelão que estava vázio. Os primeiros recordes desse jogo foi com o Ceará formando um esquema de 5-4-1, variando para 4-5-1 ou 4-4-2 na sua defesa. Quando a equipe cearense ia para o ataque, variava entre 4-4-2 e 4-3-3 quando contra-golpeava em velocidade. O Grêmio se defendia no 4-4-2, variando por 4-5-1 ou 5-4-1. Quando a equipe Grêmio atacava, variava entre 4-4-2 e 4-3-3. Ao longo da partida, o Ceará se mostrou melhor, com o sistema conseguindo chegar no ataque em velocidade, armando suas jogadas pelo meio e transferindo suas jogadas para as pontas do campo. Enquanto a equipe Grêmio tentava compactar sua defesa, mas não conseguia, ficava com um sistema defensivo muito espaçado, deixando espaço para a equipe cearense poder criar. As duas equipes tentavam chegar ao ataque no contra-golpes rápidos e com trocas passas e verticais, mas o tanto que o Grêmio conseguiu bater uma falta em tiro livre e indireto na defesa da equipe cearense. O tricolor gaúcho passou a primeira parte do primeiro tempo na sua defesa, enquanto o Ceará passou a controlar mais a posse de bola, fazendo uma formação em 3-5-2 em alguns momentos dentro do jogo, povoando a parte defensiva do Grêmio. 

   Produzindo as jogadas pelo meio e concentrando as suas jogadas pelos lados de campo no último terço de campo de ataque, a equipe cearense era melhor na partida. Aos 22 minutos do primeiro tempo, o Pedro Raul dá um passe para o Galiano, que cruza a bola para dentro da área defensiva da equipe Grêmio e o Lucas Esteve coloca a mão na bola. A Edna marca a penalidade e aos 25 minutos do primeiro tempo, o Pedro Raul bate o pênalti e converte. A reta final do primeiro tempo era um Grêmio tentando chegar ao ataque e produzindo jogadas pelo meio, mas a equipe Grêmio tinha muita dificuldade para poder gerar uma troca de passos rápida e criar jogadas de ataque, pois a troca de passos da equipe Grêmio era muito lenta, mas pelo meio estava conseguindo achar espaço para poder finalizar. Sem conseguir vazar o gol, o primeiro tempo acaba com a vitória mínima da equipe cearense.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo com uma mudança no Ceará e outra mudança no Grêmio. O primeiro recorde desse jogo foi de um Grêmio conseguindo melhorar a partida e tendo mais a posse de bola pra cima. Já o Ceará continuava mantendo o mesmo estilo de jogo como terminou o primeiro, e se impondo, tomando conta da partida e das ações do jogo. Tanto que a grande oportunidade do primeiro tempo foi do Ceará com Pedro Raul, que acertou um belo chute fora da área. Os erros defensivos da equipe do Grêmio ainda continuavam, estava com as suas linhas defensivas bem espaçada, dando bastante espaço para a equipe do Ceará poder atacar. Em bloco e fazendo um marcação em linhas altas na defesa do Grêmio, a equipe do Ceará voltava para o segundo tempo com um ímpeto ofensivo bastante forte, conseguindo dificultar a saída de bola para fazer a transição da equipe do Grêmio.

    Precisando do resultado,aequipe do Grêmio começou a se lançar para o ataque, com bastante troca de passes laterais e por algumas vezes com muita lentidão. Mas a equipe gremista passou a dar desfecho pra suas jogadas e conseguia por muitas vezes chegar perto de fazer os gols. Mas ao mesmo tempo que o tricolor gaúcho conseguia chegar ao ataque e conseguir dar desfecho a suas jogadas, ainda deixava muitos espaços pro Ceará poder armar seus contra ataques rápidos. Até que, aos 50 minutos do segundo tempo, após um escanteio foi batido pela equipe Grêmista, o Ceará tinha um espaço livre e sem goleiro para poder chegar ao gol, o Alejandro Martínez pega a sobra de um escanteio mal batido e dá o passe para o Matheus Araújo que arrasta a bola, passa um pouco no meio de campo e se aproveitando que o goleiro Thiago Volpi estava no ataque para tentar empatar a partida, finaliza a  bola por cima e nas costas do tricolor gaúcho amplia a vantagem da equipe do cearense. Sem tempo para mais nada, o jogo acaba com a vitória por 2X0 para a equipe do Ceará.

Opinião 

    A arbitragem da Edna Alves Batista foi uma arbitragem boa, apesar de fazer algumas marcações com um certo deley, ou seja, com uma certa demora para poder marcar as faltas. Mas tirando isso, tirando essa questão, das marcações que ela fazia de faltas e amarelos que ela dava, eram marcações corretas que ela fazia. Para mim, a melhor árbitra que existe no campeonato nacional é a dela. Fez um jogo bastante seguro, junto com seu time de arbitragem que fez uma boa arbitragem nessa partida também.

    É a segunda vez que a equipe cearense fez uma partida segura e boa, e com uma eficiência boa na sua definição na marcação. No primeiro jogo contra o Bragantino, a equipe cearense acabou cedendo espaço para a equipe do RB Bragantino poder chegar ao ataque com trocas de passes verticais. A equipe do massa bruta conseguiu chegar ao empate. Mas dessa vez na sua casa, com seus domínios, a equipe do Cearense conseguiu abrir uma vantagem de dois gols e não sofreu tanto perigo como sofreu contra vo o foi contra a equipe do RB Bragantino. Com Pedro Raul sendo o principal destaque da partida, e com uma confiança lá no alto, a equipe cearense conseguia chegar ao ataque com menos posse de bola e finalizações do que a equipe gremista, mas conseguia chegar ao ataque, conseguia chegar com a sua eficiência no ataque, definindo melhor as suas jogadas em gols, uma coisa que a equipe Grêmio não conseguiu no jogo inteiro. Porém, a sua parte defensiva tem que ter um pouco de atenção, o tricolor gaúcho não conseguiu empatar a partida por pouco. Precisa melhorar na sua defesa e na compactação nas suas linhas defensivas, que o Ceará vai passar a criar mais dificuldades pras outras equipes também no campeonato brasileiro. A equipe cearense vai bem com um empate e uma vitória no inicio do campeonato brasileiro, o alvinegro cerense está na terceira posição do campeonato brasileiro nessas duas primeiras rodadas.

     Se por um lado a equipe cearense conseguiu ser bastante eficiente para poder chegar a fazer os seus gols, a equipe gramista passou a ter bastante dificuldade para conseguir finalizar as suas jogadas com mais perigo. Com muita lentidão na transição da sua defesa para o ataque, a equipe tricolor gaúcha chegava com bastante lentidão na sua parte ofensiva, mas mesmo assim conseguia achar alguns espaços para poder atacar e finalizar ao gol. Com bastante jogadas pelos meios e pelas laterais de campo, a equipe gramista conseguia dar o desfecho aos seus ataques, porém na sua parte ofensiva. Na defesa mesmo tentando compactar suas linhas defensivas, a equipe gramista deixava brechas e espaços para o ataque do Ceará, poder conseguir fazer as suas jogadas nos contra ataques que o tricolor gaúcha proporcionava. Além de que o segundo tempo tendo melhorado, a equipe gaúcha, não tinha a rápidez para chegar ao ataque na hora de fazer a sua transição entre defesa para o ataque. Então, com a derrota justa, essa foi mais um jogo que o tricolor gaúcho jogou mal, se não melhorar nas próximas rodadas, provavelmente a equipe do Grêmio vai passar a ter grandes dificuldades para chegar a disputar alguma coisa nesse campeonato brasileiro.

Atlético Mineiro 0 X 0 São Paulo

1º Tempo 

    Num domingo (06/04/2025), o Atlético Mineiro recebe o São Paulo na Arena MRV, que estava vázio. As duas equipes faziam uma formação nas suas linhas defensivas de forma parecida. Em uma formação de 5-4-1 variando para 4-5-1 ou duas linhas de 5, o Atlético Mineiro tentava compactar a sua parte defensiva. Quando atacava, o Atlético Mineiro tentava sair no contra-ataque ou no contra-golpe numa espécie de 4-4-2 ou 4-3-3. O São Paulo também fazia quase a mesma coisa, só que variava entre 4-5-1, 5-4-1 ou 4-4-2 nas suas linhas defensivas. E quando atacava, o São Paulo atacava numa formação de 4-3-3, 4-4-2 ou 4-5-1. Dá pra voar ao meio de campo e poder atacar. O São Paulo tentava atacar pelos lados de campo, enquanto o Atlético Mineiro tentava fazer as suas jogadas de ataque pelo meio e levando para as pontas de campo. O São Paulo entrou nesse primeiro tempo para poder... Primeiro na primeira parte, no primeiro recorde do primeiro tempo, o São Paulo tentava atacar com o controle da posse de bola, tentando chegar ao gol do Ederson. E nos primeiros momentos da partida, estava até conseguindo. Só que, com o tempo, a equipe do Atlético Mineiro conseguiu equilibrar e fazer uma marcação boa no seu meio de campo, fazendo com que o São Paulo fizesse lançamentos e ligações diretas para poder chegar ao ataque, tentando pegar a exposta da defesa atleticana. Ao longo do tempo, o São Paulo era melhor na partida, tanto que, aos 18 minutos, o Marco Antônio cobra uma falta na área defensiva do Atlético Mineiro e aparecem três jogadores da equipe do São Paulo livres. O Alan Franco cabeceia na trave e a bola volta nos pés do Ederson e entra. Mas o VAR traçou as linhas de impedimento e o gol não valeu. Com um certo tempo, a equipe atleticana conseguiu equilibrar a partida de vez. Enquanto no começo do primeiro tempo, era 61% contra 39% de controle de posse de bola para o São Paulo, ao longo dos minutos passaram a ser 52% da posse de bola pra equipe do Atlético Mineiro, com quatro finalizações para cada lado. 

2º Tempo

    As duas equipes voltam pra jogar o segundo tempo com duas mudanças no Atlético Mineiro e nenhuma mudança no São Paulo no intervalo. As formações das duas equipes, tanto defensivamente, tanto para atacar, se mantiveram. Mas as características de como chegar ao ataque mudaram. O São Paulo tentava os contra ataques, e no último tempo do campo, passava a bola para as pontas para tentar chegar ao ataque de forma em cruzamento. Já o Atlético Mineiro tentava controlar mais a posse de bola, girar, e poder chegar ao ataque com um grande volume de jogadores na parte defensiva da equipe São Paulo. Ao longo dos minutos do segundo tempo, o Atlético Mineiro passou a ter mais posse de bola e conseguir conduzir o seu time para o ataque.

Enquanto no primeiro tempo o São Paulo controlava mais a posse de bola, conseguia ter mais o ímpeto ofensivo e chegava com mais perigo no gol, o Everson, no segundo tempo o jogo tinha mudado. O Atlético Mineiro passou a controlar mais as ações da partida, ter mais a posse de bola e chegar com o ímpeto ofensivo ao ataque com um número de jogadores maiores na defesa do São Paulo. Tudo mudou até que aos 38 minutos do segundo tempo, o Carelli foi disputa uma bola no meio campo deu uma cutuvelada no Alonso, depois que o Ramon Abatti Abel foi ao VAR, o centro avante da equipe tricolor paulista foi expulso. Com 1 a mais dentro de campo, o ímpeto ofensivo da equipe atleticana passou a ser ainda maior dentro de campo. Mas, quando chegava o ataque, pecava na hora de finalizar. Ou isolava a bola, ou errava o último passe para o atacante atleticano ter a possibilidade de finalizar bem, ou isolava a bola. E assim os minutos foram se passando, até que, aos 54 minutos do segundo tempo, o Lyanco esquece a bola e vai no corpo do Ferraresi e recebe o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo também. Mas, sem ter tempo para mais nada, o jogo acaba com empate sem gols.

Opinião 

    Apesar de ser um árbitro muito ruim, dessa vez a arbitragem do Ramon Abatti Abel foi uma arbitragem até que boa e da equipe de arbitragem dessa partida, também não fez uma arbitragem ruim ao ponto de interferir no resultado da partida ou fazer o jogo ficar bastante parado. Mesmo que durante a partida as duas equipes fizessem bastantes faltas.

Apesar de um começo de jogo muito ruim e um primeiro tempo bastante controlado, a equipe atleticana conseguiu mandar nas ações da partida tanto do controle da bola, da pose da bola, tanto do controle das ações ofensivas da partida. Principalmente quando Caleri foi expulso. É a segunda partida que o Atlético Mineiro não consegue vencer nesse campeonato brasileiro. Porém, fica muito por conta do nervosismo de querer definir logo a jogada e desperdiçar bastante finalizações de dentro da grande área, onde o ataque atleticano não conseguiu dar um chute que levasse perigo para o goleiro do São Paulo. Fora que, apesar de não ter atrapalhado também o jogo para o Atlético Mineiro, o Lyanco é um jogador que precisa se acalmar para poder jogar. Nesse jogo, ele foi expulso no final da partida, mas já imaginou se ele fosse expulso nos primeiros minutos de jogo? A expulsão que ele teve dentro da partida foi uma expulsão meio tola e desnecessária, ele poderia ter evitado o choque contra o Ferraresi e evitado a expulsão também. Mas eu acredito que o Cuca vai mudar esse ataque do Atlético Mineiro, que vai conseguir também chegar a disputar o título brasileiro. Porém, o Galo precisa melhorar muito nas suas finalizações e nas suas chegadas ao ataque.

Por outro lado, também vem o São Paulo, que também não conseguiu vencer ainda nesse campeonato brasileiro. Porém, a situação do tricolor paulista é menos pior do que a do Atlético Mineiro. É o segundo empate que a equipe majestosa conseguiu fazer nesse começo do campeonato brasileiro. Se por um lado o Lyanco foi expulso de uma forma burra, o Calleri também foi expulso de uma forma meio que despretensioso também. Não era pra ele ter chegado com o cotovelo no rosto do Alonso. Porém, o tricolor paulista é um time que é muito lento pra fazer a sua transição de defesa pra ataque. A equipe do São Paulo já tá assim desde o início da temporada, desde o campeonato paulista. É uma coisa que tem que ser modificada pra o São Paulo conseguir ser mais competitivo. A equipe de São Paulo é um time bom e estável na sua defesa e que consegue ter um uma produtividade maior pra chegar ao ataque, mas de uma forma mais rápida pra poder ter condições de finalizar e chegar ao gol. Mas a equipe do tricolor paulista é um time muito lento na hora da sua transição e nos contra-golpes, o ataque do tricolor paulista não consegue ter condições perfeitas pra poder finalizar exatamentepor isso. Esse jogo de transição lenta do São Paulo é culpa do Luiz Zubeldía? Sim, provavelmente ele tem uma parcela de culpa também, mas não pode colocar a responsabilidade toda em cima do técnico, sendo que a equipe também costuma jogar dessa forma e tá achando que tá bom, e não é assim que as coisas funcionam. A transição do tricolor paus tem que ser mais rápida pra poder chegar aos resultados dentro das competições que disputa nesse ano!

Fluminense 2 X 1 RB Bragantino 

1º Tempo 

    No domingo dia (06/04/2025), o Fluminense recebeu o RB Bragantino no Maracanã que estava vázio. O primeiro recorde dessa partida foi com o Fluminense se defendendo no 4-4-2, e conseguindo atacar variando entre 4-3-3 e 4-2-4, enquanto o RB Dragantino tentava contragolpear no 4-3-3 e se defendia no 4-4-2 variando para 4-5-1. O Fluminense começou melhor, tendo mais aposta de bola, tomando conta das ações da partida e indo para cima na defesa do RB Bragantino, que não estava conseguindo fazer com que suas linhas defensivas ficassem bem compactadas, praticamente convidando a equipe tricolor para poder se instalar na sua defesa. Tanto que a primeira grande oportunidade do jogo foi da equipe do Fluminense, quando estava ocupando a parte defensiva da equipe do RB Bragantino, e o Lima chuta em cima do goleiro Cleyton que defende. O RB Bregantino conseguia fazer uma transição entre defesa e ataque com uma transição rápida. Porém, a equipe do Massa Bruta se jogava no ataque esquecendo de fazer sua linha defensiva. Até que o primeiro alerta para a equipe de Bregança Paulista foi ligada. Depois de um ataque com a equipe do RB Bregantino provoando bastante a defesa do Fluminense, o Angustín Cannobio consegue receber um passe em profundidade e ficar de frente a frente com o Clayton. Mas o defensor que ficou atrás para poder fazer a defesa conseguiu dificultar a finalização do Cannobio e o Clayton conseguiu fazer a defesa. O RB Bragantino passou a fazer um esquema de 4-4-2 no seu sistema defensivo, mesmo dando espaço ainda para a equipe tricolor poder fazer suas jogadas. Na parte ofensiva, a equipe da Massa Bruta passou a fazer um esquema de 3-4-3, pra poder ocupar o máximo possível no sistema defensivo do Fluminense. Mas com a equipe tricolor conseguindo ter uma defesa bastante segura, não estava levando pressão da equipe do RB Bragantino.

    Nos minutos que se passavam, as duas equipes passaram a se duelar no meio de campo. Mas a equipe Tricolor passou a conseguir fazer uma marcação onde vence a maioria desses duelos. Até que aos 34 minutos do segundo tempo, em uma bola mal afastada da equipe do Herbie Bragantino, da sua defesa, o Fluminense, o João Arias, junto com o Canóbio e Lima, começaram a trocar passes para chegar à defesa da equipe de Bragança. Até que o Jonh Árias, pela direita, dá o passe para o Canóbio, que dá o passe para o Lima dominar e finalizar vencendo o goleiro Clayton abrindo o placar. Com o placar a favor, a equipe tricolor passou a controlar mais as ações da partida junto com a posse da bola. Com muitas faltas no meio de campo na reta final da etapa inicial, o primeiro tempo acaba com a vantagem de um gol pro Fluminense.

2º Tempo

    As duas equipes voltam pro segundo tempo, com uma mudança no intervalo no time do bragantino e nenhuma mudança da equipe do Fluminense. O primeiro recorte do segundo tempo nesse jogo, era o Fluminense fazendo uma marcação em linhas altas, atacando a saída de bola do RB Bragantino. Mas ao longo dos minutos, a linha alta da equipe tricolor foi se desmanchando ao longo dos minutos, e o RB Bragantino passou a adiantar as suas linhas defensivas e passou a ficar com mais jogadores no compo ofensivo. A equipe tricolor passou a se defender numa formação de 4.5.1 variando pra duas linhas de 5, quando o Fluminense saia da sua defesa pra tentar atacar numa formação de 4.4.2 variando pro 4.5.1.

    Ao longo do segundo tempo, o RB Bragantino passou a ficar mais tempo com a posse de bola, conseguindo levar mais perigo pra defesa da equipe tricolor quando atacava. A equipe de Bragança passou a crescer na partida, fazendo uma espécie de 4.2.4, já que o meio de campo do Fluminense passou a não funcionar, fora que as modificações que o Fernando Seabra estava fazendo no RB Bragantino. Aos 38 minutos do segundo tempo, depois de um escanteio batido pra dentro da área defensiva do Fluminense, o Fábio sai mal do gol e o Pitta cabeceia e faz o gol! Depois do empate, a equipe tricolor passa a melhorar na partida novamente e a ter o controle da posse de bola pra si, tentando chegar ao segundo gol e virar a partida. Com bastante posse de bola e concentrando as suas jogadas pelo lado de campo e por algumas vezes pelo meio também, a equipe tricolor passou a ficar mais perto do segundo gol do que o RB Bragantino de virar a partida. Parecia até questão de tempo pra que a equipe do Fluminense conseguir chegar a fazer o seu segundo gol. Aos 47 minutos do segundo tempo, depois de um escanteio batido pelo Jonh Árias e uma finalização do Thiago Silva, o Cleyton espalma a bola nos pés do Mateus Martinelli que finaliza e vira o placar a favor da equipe tricolor! Mesmo com o ímpeto ofensivo forte da equipe do RP pra ganchino pra tentar empatar a partida novamente, não acontece muita coisa nos últimos minutos de jogo. Então, a partida acaba com a vitória do Fluminense de 2x1.

Opinião 

    A arbitragem do Wilton Pereira Sampaio foi uma arbitragem que fez o jogo andar, não interferiu no placar da partida, basicamente fez uma boa arbitragem dentro desse jogo. A equipe de arbitragem que ajudou ao Wilton poder apitar, não interferiu também no placar da partida e fizeram uma boa arbitragem também.

    Fluminense ainda tem uma deficiência no ataque, consegue organizar bem a jogada de ataque, consegue chegar com um volume ofensivo, mas ainda na hora de finalizar ainda peca bastante na hora de dar o desfecho na jogada de ataque. Já na parte defensiva, a equipe tricolor está conseguindo se defender bem. Mas comparado aos últimos jogos, a equipe tricolor conseguiu ter uma melhora com a estreia do Renato Gaúcho no Fluminense pelo menos consegue finalizando e dar um desfecho final pra suas jogadas de ataque comparado a antes. Pelo menos contra o Once Caldas, a equipe tricolor não estava tendo rapidez e fluidez no meio de campo para poder fazer uma armação de jogadas boa e na hora de fazer a transiçãoentre defesa e ataque. Precisa ainda melhorar bastante na hora de finalizar, mas acredito que ao longo do tempo, com o trabalho que o Renato Gaúcho vai fazer no Fluminense, isso vai melhorar.

   Já pelo RB Bragantino, a equipe do Massa Bruta consegue ter um time veloz e com bastante movimentação no ataque. Porém, na hora de dar o desfecho para suas jogadas ofensivas, a equipe do Massa Bruta tem uma certa pressa para poder dar o desfecho para suas jogadas ofensivas. Chega a ser até afobada na hora de concretizar suas jogadas de ataque. E na sua defesa, a equipe do RB Bragantino dá muito espaço para o seu adversário poder atacar. E nesse jogo contra o Fluminense não foi diferente. Porém, esse técnico Fernando Seabra se mostrou um cara que entende de formação tática e como se defender. Só que ele não conseguiu colocar em prática nesse jogo. O Fluminense foi melhor em 70% a 75% da partida. No momento que o RB Bracantino conseguiu ser melhor que o Fluminense, conseguiu empatar. Ainda tem muito a melhorar nesse time do RB Bragantino ao longo do tempo, eacredito também que vai conseguir.

Atenção

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Sport 1 X 2 Palmeiras 

1º Tempo 

    Num domingo (06/04/2025), o Sport recebeu o Palmeiras na Ilha do Retiro. O primeiro recorte desse duelo foi de um jogo bem disputado até um certo momento no meio campo. Os primeiros minutos no confronto entre o Sport e Palmeiras era um jogo com muita disputa no meio campo com as duas equipes se duelando pela posse da bola. Mas com uma marcação forte no seu sistema defensivo, o Sport fazia uma marcação de 4.5.1 ou duas linhas de cinco variando a formação defensiva pra se defender da equipe paulista. Quanto o Palmeiras ia pro ataque era numa formação em 4.4.2 quando a bola estava no pé, no contra ataque a equipe palmeirense variáva a sua formação pra 4.2.4 ou 4.3.3. Quando a equipe palmeirense se defendia, variava a sua formação pro 5.4.1 ou 4.5.1, sempre em linhas de três.

Ao longo dos minutos, o Sport foi ganhando campo e passou a ser melhor do que o Palmeirasdentro da segunda parte do primeiro tempo, atacando na formaçãoem 4.3.3, ocupando espaços na defesa palmeirense. Mas mesmo que o rubro negro estivesse melhor na partida, a equipe palmeirense passou a ter espaços pra poder contra atacar. Tanto que aos 29 minutos do primeiro tempo, o Chico puxa o Flako Lopes dentro da defesa do Sport e o árbitro marca pênalti, aos 32 minutos do primeiro tempo o próprio Flako Lopes bate e converte o pênalti abrindo o placar pro Palmeiras.a partida passou a ficar bastante disputado e com espacos dentro da partida com as duas equipes criando chamces de gols. Até que aos 37 minutos do primeiro tempo, o Lucas Lima bate um escanteio e o Crystian Barreta chuta de fora da área vencendo o Werverson. Com o empate, o Sport vai pra cima do Palmeiras pra tentar virar a partida, mas sem conseguir converter os seus ataques em gols, o primeiro tempo acaba com um empate com um gol pra cada lado!

2º Tempo

    As duas equipes voltam pro segundo tempo sem nenhuma mudança no Sport, mas com duas mudanças na equipe do Palmeiras. No início do segundo tempo o jogo é muito diferente de como acabou o primeiro tempo, o Palmeiras começou a tomar conta das ações tendo a posse de bola, a equipe alviverde de paulista passou a ter mais espaço no campo ofensivo numa formação de 4.2.4 variando entre 4.5.1, 4.3.3 e 4.4.2. Isso fez com que a equipe palmeirense se aproveitasse melhor dos erros da saída de bola da equipe do Sport, através dos erros de passes entre o goleiro Caíque e a defesa rubro negra pernambucana. A equipe palmeirense passou a ter mais ataques e a criar mais chance de gols.

    O Sport mal sair da sua defesa, mas quando a equipe pernambucana conseguia chegar ao ataque, era com a proposta de um contra ataque e variando as formações entre 4.3.3 ou 4.4.2. O Palmeiras passou a se aproveitar dos erros que o Sport estava cedendo no seu campo defensivo, inclusive  nas trocas de passes e nos erros lançamentos que o goleiro da equipe rubro negro pernambucano que estava tendo. Ao longo dos minutos o Palmeiras foi crescendo cada vez mais no meio campo de criação e o ataque, a liberdade que a defesa do Sport estava cedendo fazia com que o o Rafael Veiga tivesse um uma tranquilidade pra criar mais jogadas de perigo, tanto que aos 42 minutos do segundo do tempo, o Rafael Veiga domina a bola entra para dentro da área defensiva do Sport e sofre pênalti, o Piquerez bate e converte o pênalti. Depois do gol da virada do Palmeiras, o Sport não consegue ter o mesmo ímpeto ofensivo do primeiro tempo, e o jogo acaba com 2x1 pro Palmeiras! 

Opinião 

    A arbitragem do Bruno Arleu de Araújo estava sendo uma arbitragem boa, até que o segundo pênalti doPalmeiras na partida, literalmente ele se precipitou o VAR consentiu com a marcação de pênalti errada queo Bruno marcou, interferindo no resultado do jogo. A arbitragem brasileira ainda continua sendo péssima, até quando o Edinaldo vai continuar deixando que essa palhaçada acontecer. Eu não espero que os clubes se juntem pra que isso mude, pois cada dirigente de clube pensa apenas no seu próprio umbigo. 

   O Sport não fez um jogo para vencer a partida, mas também não fez um jogo para perder, o erro de arbitragem clara nessa partida, na marcação do segundo pênalti, fez com que a equipe pernambucana tivesse uma injustiça dentro do jogo. Porém, a equipe pernambucana fazia uma transição entre defesa e ataque com bastante passes errados, principalmente com o goleiro Caíque. O Sport chegava ao ataque com uma lentidão, e o Oro chegava com uma rapidez pelas pontas, tentando voltar com o lançamento para o meio para poder finalizar o gol. A equipe do Sport não fez um jogo para ganhar, mas também não fez um jogo para perder. Perdeu de forma injusta, com um erro claro de arbitragem na minha visão.

    Eu espero não estar sendo repetitivo, mas eu vim bater nessa tecla novamente. Cadê o Abel Ferreira falando sobre o erro da arbitragem? Se fosse contra o Palmeiras, provavelmente ele teria falado alguma coisa, ou teria reclamado da péssima arbitragem do Bruno Arleu de Araújo. Apesar de ter feito um jogo com bastante posse de bola e com um volume ofensivo bem grande, a equipe palmeirense deixava muitos espaços para a equipe do esporte poder fazer o gol, trabalhar bem as suas jogadas e chegar ao gol. Claro que essa equipe do Sport está demonstrando muita falta de criatividade no seu meio-campo e no ataque para poder fazer mais gols. Porém, mesmo assim, o Palmeiras conseguiu chegar a tomar uma pressão da equipe rubronegra pernambucana. O primeiro pênalti que o árbitro deu na partida foi realmente correto e o gol do empate da equipe palmeirense acabou acontecendo. Mas o segundo pênalti foi de uma forma inacreditável, o Rafael Veiga merecia até tomar um cartão amarelo por fazer uma simulação de um pênalti e tentar enganar a arbitragem. Mas não foi isso que aconteceu, além da má marcação da penalidade dentro de campo pelo Bruno Arleu de Araújo, a equipe do VAR também foi muito mal nessa partida, deixando que a marcação fosse concedida para a equipe palmeirense. O Palmeiras não tem nada a ver com a péssima arbitragem do Brasil. Mas eu quero realmente ver o Abel Ferreira reclamando da arbitragem quando ele é favorecido. Quando o Palmeiras é privilegiado, é mole o comandante da equipe palmeirense poder reclamar, mas quando é a favor dele, é difícil falar que foi beneficiado.

Mirassol 1 X 1 Fortaleza

1º Tempo 

    Num domingo (06/04/2025), o Mirasol recebeu Fortaleza no estádio José Maria de Campos Maia, com estádio vazio. As duas equipes se formavam tanto defensivamente quanto ofensivamente de forma parecida. Só que as propostas de jogo também eram bem parecidas uma com a outra. Porém, com algumas mudanças das duas equipes. O Mirassol se defendia no esquema de 5-4-1, 4-5-1 e 2-2-5. Quando a equipe paulista fazia a formação para poder atacar, fazia no esquema de 4-4-2 ou 4-3-3 ou 4-2-4 quando dava para povoar a defesa da equipe do Fortaleza. Já o Tricolor Cearense se defendia também de 4-5-1 variando para 5-4-1 ou 4-4-2. Chegando ao ataque no esquema de 4-3-3 ou 4-2-4 quando podia. Qual era a diferença? Era que a equipe do Fortaleza chegava ao ataque de forma de contra-ataque rápido pelas pontas e pelo meio com ligação direta do João Ricardo nas costas da defesa do Mirassol. Enquanto a equipe do auriverde paulista chegava ao ataque com a opção de troca de passes, mas também era muito lento na hora de fazer a sua transição. Até que aos 14 minutos do segundo tempo, pelo lado esquerdo da defesa do Mirasol, o Moisés recebe um passe longo e faz um passe perfeito na zona intermediária defensiva do Mirasol, o Emmanuel Martínez completa com um estilo no canto superior direito e abre o placar na partida, vencendo o goleiro Muralha.

Ao longo dos minutos que se passavam no primeiro tempo, a equipe do Mirassol trocava bastante passes para chegar ao ataque, tentando achar espaços na defesa do tricolor cearense. Enquanto isso, a equipe do Fortaleza fazia suas linhas defensivas baixas, esperando que a equipe auriverde paulista errasse os seus passes para poder fazer os seus contra ataques. Ao longo do primeiro tempo, a equipe do Mirassol chegou a ter 70% da posse de bola, enquanto a equipe do Fortaleza tinha só 30%. Era um jogo muito ruim de se ver de uma certa forma, pois nenhuma das equipes era produtiva ao ponto de chegar ao ataque para poder finalizar. O jogo foi seguindo até que, na reta final do jogo, o Mirassol passou a criar oportunidades e a produzir jogadas de ataque. Enquanto isso, o jogo ficou aberto, com Fortaleza conseguindo seus contra ataques nos buracos que a defesa da equipe auriverde paulista deixava quando ia para o ataque, e com passos longos e em profundidade, a equipe do Fortaleza conseguia chegar ao ataque e levar mais perigo para o gol do Muralha. Mas, mesmo com as duas equipes conseguindo ter uma melhora, produzindo mais chances de ataques, o primeiro tempo acaba com a vantagem de um gol de diferença para a equipe do tricolor cearense.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo sem modificação nenhuma. Enquanto no final do jogo, a equipe do Fortaleza tinha as suas principais chances de fazer o gol, no início do segundo tempo, a equipe do Mirassol passou a ter um ímpeto ofensivo maior do que o da equipe cearense. As formações táticas das equipes eram praticamente idênticas ao primeiro tempo, só que o Mirasol passou a ter a sua formação tática para poder atacar no 4-3-3 e no 4-2-4, ou no 3-5-2 ou 3-4-2 para poder atacar, povoando a defesa da equipe do Fortaleza. Continuando ainda nos contra-ataques rápidos pelo meio e pelas pontas, a equipe do Fortaleza ainda criava as chances de poder chegar ao segundo gol, e quase conseguiu com uma falta que o Moisés cobrou, mas foi para o lado de fora.

A equipe auriverde paulista voltou para o segundo tempo ligado ao ponto de criar as principais chances de gol na segunda etapa de jogo. O Mirassol passou a ter o domínio da posse da bola tomando conta das ações da partida, a equipe auriverde paulista tinha muito mais volume e um ímpeto ofensivo muito maior doque no primeiro tempo e passou a criar as principais chances de gols. Mas ao longo do segundo tempo, a equipe do Mirasol tinha um azar de não conseguir concretizar as suas finalizações e as suas chegadas ao ataque para conseguir converter as suas chances em gols,isso porque os defensores da equipe do Fortaleza conseguiam desviar a bola e tirar a trajetória das finalizações que a equipe do Mirassol fazia. Até que aos 47 minutos do segundo tempo, após uma cobrança de lateral na ponta esquerda da defesa do Fortaleza, o Matheus Davó recebe, levanta a cabeça e cruza a bola pro meio da área da defesa do Fortaleza, o Cristián Renato finaliza no cantinho esquerdo do goleiro João Ricardo e empata a partida. A partir desse momento, a equipe do MiraSol passa a criar ataques, um atrás do outro, para poder chegar à virada. Mas sem conseguir, o jogo termina com um empate em 1X1.

Opinião 

    O Sávio Pereira Sampaio também é outro árbitro muito ruim, mas pelo menos dessa vez ele não errou tanto e não interferiu no placar da partida junto com a equipe de arbitragem que apertou com ele nessa partida.

   A equipe do Mirassol é uma equipe que peca muito na sua tática e quando chega ao ataque fica muito afobado para poder finalizar e fazer o gol. Mas não é assim que as coisas funcionam. Fora que também na sua defesa a equipe do Aureverde Paulista peca muito na hora de finalizar. Porém na parte final do jogo a equipe do Mirasol se mostrou ser eficiente para poder conseguir fazer o seu gol. E quase chegou a virar também a partida. Mas para poder disputar a elite do futebol brasileiro precisa mudar muito para poder não disputar a queda. Mas eu não vejo isso acontecendo com a equipe auriverde paulista. Eu acho que vai disputar até o final contra o rebaixamento.

  Já o Tricolor Cearense tá me surpreendendo demais a forma que ele tá jogando negativamente. Tanto na Libertadores, tanto no Campeonato Brasileiro. O Fortaleza tá pecando muito no seu sistema defensivo. Bem que no ataque, no jeito que o Voivoda pensa pro jogo, a proposta que ele pensa pro jogo, o Fortaleza tá fazendo bem o seu papel. Porém, e consegue também chegar o ataque de uma forma veloz, rápida, e que consegue uma boa definição pra poder fazer o gol. Isso acontece até um certo momento. A equipe do Fortaleza, quando faz o primeiro gol, parece que a equipe começa a errar bastante as suas finalizações e não chega a concretizar as suas jogadas em gol. Porém, eu consigo ver que a equipe do Fortaleza não vai continuar assim até o final do campeonato. Eu acho que o tricolor cearense vai conseguir se corrigir e melhorar ao longo do Campeonato Brasileiro.

Internacional 3 X 0 Cruzeiro 

1º Tempo 

    Num domingo (06/04/2025), o Internacional recebeu o Cruzeiro no Beira Rio cheio. O primeiro recorte desse duelo foi um jogo bem disputado meio campo pelas duas equipes tentando fazer uma transição rápida com a posse de bola e com troca de passe curtos e rápidos do meio pras pontas. O Cruzeiro jogava no esquema de 4.3.3, variando com 4.4.2 e de vez em quando jogava no 4.2.4 pra poder se chegar ao ataque povoando a área defensiva do Inter. E quando se defendia, o Cruzeiro fazia um esquema de 4.5.1 ou fazia duas linhas de 5 bem juntas e compactadas. O Internacional com atacava num esquema de 4.4.2 variando pro 4.3.3 e 3.5.2, quando a equipe colorada se defendia, fazia um esquema de 5.4.1 ou em 4.4.2 com as suas linhas defensivas bem compactadas. Até o primeiros 18, 19 minutos do primeiro tempo, o jogo era bem difícil de achar as oportunidades de gols, pelo pouco espaço que as equipes encontravam no ataque, até que aos 20 minutos o Jonathan defensor do Cruzeiro, foi expulso por fazer uma falta na sua defesa sendo o último homem.

      Aos poucos o internacional foi crescendo na partida e tomando as ações do jogo tendo a maior posse de bola no seu meio campo. Com um jogador a menos o Cruzeiro passou a jogar com uma marcação com as suas linhas defensivas bastante baixas e atrás da linha da bola,  até que o Internacional começou a achar espaços para poder atacar e passou a ficar mais tempo na área ofensiva. Aos 31 minutos do primeiro tempo , a equipe colorada passou a trocar bastante passes no seu  meio de campo, e pelo lado direito da defesa do Cruzeiro, o Alan Patrick domina a bola arrastando pro meio e finaliza vencendo o Cássio e abrindo o placar pra equipe colorada. O jogo começou a ser ataque contra defesa, se por um lado  o Internacional começou a ter um ímpeto ofensivo maior, jogando num esquema de 3,5.1 variando pro 4.2.4, o Inter passou a empurrar o Cruzeiro pra sua área defensiva tentando se defender em duas linhas de cinco. Mas aos Aos 37 minutos do segundo tempo, o Enner Valência recebe o passe dentro da área defensiva do cruzeiro, finaliza cruzado vencendo o goleiro Cássio e ampliando a vantagem do colorada. Com o Internacional estava concentrado o seu ataque no campo defensivo do Cruzeiro, enquanto a equipe celeste estava se defendendo bastante pra não tomar mais gols, até que o primeiro tempo termina com a vitória por dois gols de diferença.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo com a modificação nos dois times. Os primeiros recortes do segundo tempo desse duelo foi de um internacional muito ativo no ataque, tendo um ímpedo ofensivo ainda muito forte, contra atacando rápido pelos lados e ainda conseguindo fazer uma espécie de 4-3-3 para poder atacar no contra-golpe que a equipe cruzeirense estava cedendo. Por alguns minutos dentro do primeiro tempo, a equipe celeste ainda estava conseguindo reagir, conseguindo ter espaços para ter os contra-golpes para poder chegar e finalizar. Mas ao longo dos minutos que se passavam, a equipe cruzeirense passou a ficar cansada e não teve mais o ímpedo ofensivo para chegar ao ataque e poder fazer uma criação com condições de finalizar ao gol. Enquanto isso, o internacional estava conseguindo ser ainda mais massivo e agressivo na hora de atacar. Tanto que aos 13 minutos depois do lançamento, o Carbonero consegue receber um passe longo e no contra ataque pelo lado direito da defesa cruzeirense, o Carbonero leva a bola para dentro da área da defesa cruzeirense e finaliza para o goleiro Cássio poder fazer a defesa, mas o Wesley é derrubado dentro da área defensiva do Cruzeiro e deitado consegue fazer o gol do internacional. Só que o VAR chama o Marcelo de Lima Henrique que vê o lance no monitor do VAR e cobsegue reparar que o Carbonero dominou a bola com a mão e anulou o gol do Internacional. Afim de fazer um placa ainda mais elástico dentro da partida, a equipe colorada ainda continuou indo para cima da equipe cruzeirense para poder fazer o terceiro gol. Conseguindo se defender no 5-4-1 ou no 4-5-1, a equipe colorada conseguia fazer as transições entre defesa e ataque com muita rapidez e muitas vezes com bolas longas e passes em profundidade para poder chegar mais rápido ao gol da defesa da equipe. A equipe cruzeirense continuou indo para cima da equipe cruzeirense.

    Afim de fazer um placa ainda mais elástico dentro da partida, a equipe colorada ainda continuou indo para cima da equipe cruzeirense para poder fazer o terceiro gol. Conseguindo se defender no 5-4-1 ou no 4-5-1, a equipe colorada conseguia fazer as transições entre defesa e ataque com muita rapidez e muitas vezes com bolas longas e passes em profundidade para poder chegar mais rápido ao gol da defesa da equipe. A equipe colorada passou a ir pra cima da equipe continuou indo para cima da equipe cruzeirense. Até que aos 32 minutos do segundo tempo, o Borré recebe um passo em profundidade do Óscar Romero pelo meio, leva a bola um pouco para a esquerda e finaliza vencendo o goleiro Cássio. Depois que a equipe colorada conseguiu ampliar a sua vantagem, a equipe gaúcha começou a controlar e administrar melhor a seu resultado, por mais que o Cruzeiro conseguisse chegar com perigo algumas vezes também. Mas no fim das contas, o jogo termina com a vantagem de 3X0 para a equipe do Internacional.

Opinião 

    A equipe técnica do VAR e a arbitragem do Marcelo de Lima Henrique foram uma arbitragem ruins. O expulsão que o Marcelo de Lima Henrique deu em cima do jogador do Cruzeiro foi uma expulsão injusta na minha visão. Foi o último jogador sim, mas o Jonathan Jesus não fez falta no lance. Então não era para ter marcado a expulsão do jogador interferindo diretamenteno resultadoda partida. Além disso, além dessa minha visão que eu tenho, eu acredito que os bandeirinhos foram, mesmo que o árbitro principal tenha errado na sua decisão.

     Essa partida demonstrou como que um jogador pode fazer uma total diferença na equipe onde ele está jogando. O Internacional não fez mais do que a obrigação dele. Jogou bem, se impôs, teve mais volume de ataque e conseguiu armar jogadas pelo meio e pelas pontas para fazer os gols dele. Não fez uma partida perfeita, porque mesmo com um a mais, a equipe colorada conseguiu fazer o placar, o resultado, sem grandes satisfações na sua apresentação em Beira Rio. Na minha visão, a equipe do Internacional se aproveitou muito dos espaços que a equipe cruzeirense estava cedendo por ter um jogador a menos. Isso é um mérito, não é demérito da equipe que trabalha do jeito que produziu o suficiente pra conseguir fazer um placar, mesmo que do outro lado fizesse A equipe colorada entrou nessa partida puxando o resultado o tempo todo. Além de ter um a mais, conseguiu ter um volume ofensivo muito alto para poder conseguir ter esse placar. Uma vitória importante em cima de um outro gigante do cenário do futebol brasileiro. E segue com dois bons resultados. Um empate contra o Flamengo em Maracanã e uma vitória contra o Cruzeiro dentro de casa.

Já no jogo contra o Mirasol, a equipe cruzeirense já mostrava os seus defeitos de forma mais aguçada e mais aguda contra a equipe do Mirasol. Mesmo jogando no Mineirão, no primeiro tempo, a equipe cruzeirense fez um jogo fulminante, e poderia sair do intervalo com pelo menos 3 ou 4 gols. Mas impedindo várias chances de finalizações erradas, a equipe cruzeirense passou a dar chances para que a equipe do Mirasol pudesse chegar a sonhar ao cogitar um empate contra a equipe cruzeirense mesmo jogando com 2 gols de vantagem. A equipe cruzeirense ainda está em processo de transição entre um técnico e outro. Ainda consigo enxergar que a equipe cruzeirense não vai lutar pelo título este ano. Ela está ali entre o 6º e o 7º colocado. Porque ainda tem um bom time, e se esse time do cruzeiro conseguir se encaixar, vai dar um bom time.

Atenção

 

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Vitória 1 X 2 Flamengo 

1º Tempo 

    Num domingo (06/04/2025), o Vitória recebe o Flamengo no Barradão, que estava cheio. O primeiro recorde desse jogo foi com o Flamengo tomando as ações da partida com bastante troca de passos. Variando entre 4-3-3, 4-4-2 e 5-4-1 eram as variantes da formação que o Flamengo fazia para poder se marcar, mas foram poucas vezes dentro do primeiro tempo que a equipe flamenguista usou essas formações. As formações que a equipe carioca mais usava eram o 4-2-4 para poder povoar a parte defensiva da equipe do Vitória, o 4-3-3 para um contra-ataque e o 3-5-2 ou 3-4-3 para poder atacar em bloco com suas linhas altas. Já o Vitória fazia uma marcação de 4-4-2, 4-5-1, 5-4-1 ou duas linhas de cinco para poder se defender do ataque massivo da equipe flamenguista.

   Ao longo dos minutos que se passavam, a equipe flamenguista criava volume de ofensivo bem alto e chegava com mais facilidade na defesa do Vitória, mesmo que a equipe baiana tentasse fazer uma linha de 5 e outra linha de 4, tentando fazer que a sua marcação fosse compactada, mas não estava funcionando. Transferindo a bola de um lado para o outro e variando a jogada de ataque, tanto pelo meio quanto pelos lados, a equipe flamenguista criava bastantes chances, tanto com o lançamento nas costas da defesa da equipe baiana, tanto nas laterais quanto com passes em profundidade. Mesmo com o volume ofensivo grande, a equipe flamenguista não conseguiu fazer o gol e o primeiro tempo acaba com um empate sem gols.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo sem mudança nos times. A equipe flamenguista volta para o segundo tempo com a mesma intensidade ofensiva como terminou o primeiro tempo, tomando conta das ações da partida e trocando bastante passes dentro do seu meio campo. A equipe flamenguista se defendia na formação de 5-4-1, duas linhas de cinco e 4-4-2 ou 4-3-3. Mas a preferência da formação que a equipe flamenguista fazia no segundo tempo, pelo menos nos primeiros minutos, foi de 3-4-3 e 3-5-2, a fim de marcar com linhas altas e se mantendo no campo de ataque. Até que, aos 17 minutos do segundo tempo, o Arrascareta dá um passe errado para o Gerson, o próprio consegue roubar a bola, invade a área defensiva da equipe do Vitória, pelo lado direito da defesa da equipe baiana, e finaliza abrindo o placar para a equipe flamenguista. O jogo era basicamente ataque contra defesa, e quando o Vitória saia, saia no 4-5-1 para poder atacar, e mesmo assim não chegava até a intensidade certa para poder chegar ao gol. Mesmo com a vantagem no placar, a equipe flamenguista continuava martelando no campo ofensivo, tentando ampliar sua vantagem Mesmo com a vantagem no placar, a equipe flamenguista continuava martelando no campo ofensivo, tentando ampliar sua vantagem.

       Ao longo do segundo tempo, a equipe baiana foi crescendo na partida, conseguindo controlar a posse da bola e chegando mais vezes ao ataque pelos lados, a equipe baiana conseguia finalizar para o gol, mesmo que se fosse de fora da área. Até que aos 31 minutos do segundo tempo, o Wellington Rato recebeu um passe do Erick Serafim, dominou a bola, arrastou a bola para o meio e finalizou, contando com um desvio do defensor Flamenguista, o Wellington Rato conseguiu vencer o Rossi e o empate aconteceu. Depois do gol do Vitória, a equipe flamenguista despertou de novo para dentro da partida. Voltando a controlar as ações do jogo e trocando bastante passes, a equipe flamenguista passou a voltar ao ataque novamente com um ímpeto ofensivo muito grande. Passando a criar jogadas tanto pelos meios quanto pelas laterais de campo, a equipe flamenguista conseguia furar a marcação em linhas baixas da equipe do Vitória. Até que aos 42 minutos do segundo tempo, em um contra-ataque rápido pelo lado direito da defesa da equipe do Vitória, o Luiz Araújo dá um cruza rasteiro pra trás  no campo defensivo do Vitória, enquanto  o Bruno Henrique que veio de trás, finaliza e vira a partida novamente para a equipe flamenguista. Depois desse lance, o Flamengo continuava chegando com força no ataque tentando fazer ainda mais gols mas sem conseguir, o jogo termina com 2x1 para a equipe flamenguista.

Opinião 

    A arbitragem do Rafael Rodrigo Klein e a equipe de arbitragem fizeram uma arbitragem boa. Não interferiram no resultado da partida, nem tampouco no andamento do jogo.

    A equipe do Vitória teve um erro mortal nessa partida. Deixou a equipe do Flamengo poder tentar atacar como queria praticamente. habiticando de jogar, a equipe do Vitória começou a fazer marcações em linha baixa para poder pegar um contra ataque a defesa do Flamengo, que poderia estar desorganizada. Mas a equipe do Vitória pagou o preço por estar jogando dessa forma, o Flamengo conseguiu fazer o primeiro gol e conseguiu virar enquanto a equipe do Vitória pensava mais em se defender do que como poderia atacar. Vendo esse jogo que o Vitória fez e o jogo contra o Juventude, a projeção que eu faço para a equipe baiana é brigar até o final por rebaixamento. Isso é ficar entre os três piores times do Brasileirão da Serie A.

A minha opinião sobre o Flamengo é breve e curta. Conseguindo mandar na partida com seu meio campo e conseguindo passar a maior parte dessa partida. No embate entre desses ataques, com a equipe, o trio de ataques da Flamenguista. Conseguindo fazer uma marcação em linhas altas dificultando a transição de defesa e ataque da equipe do Vitória. A equipe carioca conseguiu dominar a partida, trocar bastantes passes e poder chegar com facilidade na defesa da equipe do Vitória. Ganhou de forma merecida, porém teve falhas no seu sistema defensivo também. Os defensores Flamenguistas deixaram o Wellington Rato chutar sozinho pra poder fazer o gol dele. Isso é um erro que tem que ser corrigido, mas eu acredito que o Felipe Luiz vai conseguir mudar esse sistema defensivo e vai conseguir aperfeiçoar.

Atenção

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Santos 2 X 2 Bahia

1º Tempo 

    No domingo (06/04/2025), o Santos recebeu o Bahia na Vila Belmiro, que estava lotado. A equipe do Santos fazia uma marcação com uma formação entre 5-4-1, 4-5-1  e duas linhas de 5. Quando a equipe do Santos atacava, tentava chagar ao ataque nas formações  variadas entre 4-3-3 ou 4-4-2, tentando contra ataque rápido e com a posse de bola. Enquanto a equipe do Bahia se formava para se defender em 5-4-1, 4-5-1 ou no 4-4-2. Quando atacava, tentava chegar em contra-golpes e contra-ataques pelos lados de campo e pelo meio, com o lançamento do goleiro até os atacantes, tentando chegar ao gol. A equipe Santistas tentava chegar ao gol com jogadas pelas pontas de campo, tentando cruzar a bola dentro da área do tricolor baiano para tentar chegar ao gol. Mas quem levava mais perigo era a equipe do Bahia, que chegava ao contra-ataque rápido, armada pelas pontas e pelo meio, variando bastante. Toda vez que a equipe Santistas ia para o ataque, deixava uma brecha bem grande e espaços para a equipe do tricolor baiano poder chegar ao ataque com velocidade e rapidez, sempre com 3 contra 2 ou 2 contra 1. Até que aos 16 minutos do primeiro tempo, em um contra ataque rápido pelo meio, o Luciano Jubá dá um passe em profundidade pro Erick dominar a bola e poder finalizar e abrir o placar. A defesa da equipe Santista se confundia com o estilo de jogo que o Rogério Ceni impôs na equipe baiana para poder jogar. O tricolor baiano chegava com mais perigo tendo uma posse de bola bem pequena. 

   Mas ao longo do primeiro tempo, a equipe Santista foi equilibrando o jogo e parou de se dar tanto espaço para a equipe baiana poder contra atacar. Na reta final do primeiro tempo, o Bahia foi equilibrando o volume da passe de bola, que estava praticamente toda com o Santos, e passou a trocar mais passes, tentando fazer a transição entre a sua defesa e ataque, com bolas longas e passes em profundidade, até que a equipe Santista conseguiu se defender melhor durante o primeiro tempo. Em contra partida, a equipe Santista passou a ter mais volume ofensivo de ataque, e quase conseguiu empatar o seu jogo na reta final de partida por várias vezes, conseguindo ter boas finalizações e chegar com um volume grande de jogadores no campo defensivo da equipe do Bahia. Mas, sem conseguir vazar o gol do Ronaldo, o primeiro tempo termina com a vantagem de um gol para a equipe baiana.

2º Tempo

    As duas equipes voltam para o segundo tempo com duas mudanças no Santos e uma mudança no Bahia. O primeiro recorde do segundo tempo é a equipe Santista fazendo um esquema de 3-4-3 ou 3-5-2 para poder atacar. Tendo um volume de jogadores grandes no meio de campo e na defesa da equipe do Bahia, a equipe Santista conseguia gerar ataques em velocidade com troca de passes e em verticais. Até que aos 5 minutos do segundo tempo, o solteiro cruza a bola para dentro da área. O Taciano tenta cabecear pro Guilherme poder finalizar mas derrubaram o Guilherme, a bola volta para o Taciano de volta, ele domina, bota a bola no chão e chuta a bola para vencer o goleiro Ronaldo, empatando a partida. Com uma formação bem ofensiva e fazendo marcação em linhas altas, a equipe santista passava a maior parte do tempo no campo defensivo do Bahia. Era mais fácil a equipe santista fazer o segundo gol e virar partido do que a equipe baiana fazer o segundo gol. Sendo assim, aos 17 minutos do segundo tempo, o Erick Pulgar é derrubado e o juiz marca o pênalti, mas o VAR chama e ajuda o árbitro a anular o pênalti.

   A equipe Santista não desistiria de fazer o seu gol da virada. Ainda continuando sendo o melhor na partida, dominando as ações do jogo com a troca de passes e o volume ofensivo alto, a equipe Santista continuava levando perigo para a defesa da equipe tricolor baiana. Até que aos 36 minutos do segundo tempo, o Guilherme recebe um passe, domina e arrasta a bola pela ponta direita da defesa da equipe baiana e cruza, a defesa do Bahia corta mal e o Diego Pituca finaliza de primeira sem deixar a bola cair e vira para a equipe do Santos. Na reta final do jogo, a equipe alvinegra baiana passa a demonstrar cansaço dentro do jogo e começou a ceder bastante espaço para a equipe baiana poder contra-atacar e chegar ao seu segundo gol, empatando a partida. Até que aos 45 minutos do segundo tempo, o Luciano Juba recebe o passe do Cauly pelo meio, se livra da marcação e dois defensores da equipe santista e finaliza na saída de bola do Brazão, empatando a partida para o Bahia. A partir daí, o jogo começou a ficar truncado, cheio de faltas durante o segundo tempo inteiro e o jogo termina com um empate em 2x2.

Opinião 

    A arbitragem do Alex Gomes Stefano foi uma arbitragem boa, apesar de não ter tido nenhum lance capital duvidoso para ele marcar, a equipe de arbitragem junto com o Alex Gomes Stefano fez uma arbitragem que não conseguiram impactar ou no resultado da partida.

    A sensação que a equipe Santista passou pra nós, pra mim, na minha visão, foi que o time teve uma melhora, um pouco de melhoria do jogo, entre o jogo passado contra o Vasco e esse jogo de agora, conseguiu se fechar melhor na sua defesa, mas ainda continuou com uma defesa bastante exposta, tanto que em alguns gols da equipe Baiana foi assim, na falta de atenção e na exposição da defesa da equipe Santista. Porém, no ataque a equipe Albinega Baiana consegue resumir as suas jogadas de ataque, as suas combinações de jogadas ofensivas em gols, ou as combinações que vão na ativação do gol. A equipe Albinega Baiana não teve uma diferença grande de pose de bola, não dominou parte do tamanho, mas também fez o suficiente para não perder, porque teve esses dois erros capitais que fizeram a equipe Santista não sair da Vila Belmiro com a vitória. Fica o meu destaque aqui pro Guilherme. Desde o começo do ano, no Campeonato Paulista, o jogador vem sendo muito importante para a equipe do Santos. Hoje, particularmente, foi um outro jogo que ele foi bastante participativo e de forma indireta participou de dois gols da equipe Santista.

Se no caso do Santos, a equipe santista tem que rever seu conceito no sistema defensivo, a equipe do Bahia tem que rever seu sistema de jogo do formato de como ele joga, a característica. O jogo do Bahia nesse duelo aí contra o Santos na Avenida Almira, a equipe do tricolor baiano passou a maior parte do jogo com suas linhas muito baixas, chamando a equipe do Santos para poder fazer com que a equipe baiana mal faça da sua defesa. Bem que no primeiro tempo isso funcionou, a equipe baiana, a equipe santista, passou a ficar muito tempo no seu campo de ataque e deixou sua defesa exposta. Mas se continuar assim, o Bahia pode pegar pé para cair, porque a sorte do Bahia é que a marcação do Santos não funcionou tão bem nesse duelo. Mas já imaginando se o Bahia conseguir pegar um time mais equilibrado, tanto na defesa quanto no ataque. Vamos botar como exemplo o Flamengo. Se o Bahia pegar o Flamengo hoje, será que o Bahia consegue vencer? Ou da mesma forma que venceu essa partida contra o Santos, ter empatado essa partida contra o Santos, talvez o Flamengo não daria a chance para a equipe baiana poder atacar e poderia ter dificuldade para poder chegar a forma de jogar o seu gol. É uma coisa que tem que ser revista pelo Rogério ceni, senão também é uma outra equipe que se candidata seriamente para não poder cometer os mesmos erros e fazer as mesmas coisas.


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