Flu faz um jogo muito ruim contra o Palmeiras, enquanto o jogo tem um placar inesperado!

 

Em um jogo de dois tempos distintos um do outro, o Palmeiras vence o Fluminense no Maracanã, se aproveitando de erros defensivos da equipe carioca cedeu ao longo do jogo. Se puderem ajudar, sigam o Blog Alusionismo Esportivo pra ajudar o nosso blog crescer! 😀

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1º Tempo 

   Na escalação das equipes, os dois técnicos deixaram clara a proposta para a partida no Maracanã. O Fluminense entrou em campo no esquema 4-3-3, buscando explorar os contra-ataques em velocidade, com bolas longas da defesa para o ataque durante as transições, além de passes em diagonal, isso quando tinha a bola no pé e conseguia sair da sua defesa pro ataque. O time tentava chegar ao gol principalmente com seus pontas atacando em profundidade. Já o Palmeiras, nos primeiros minutos, tentou adotar uma marcação em linha alta, mas não estava conseguindo executar essa estratégia de forma eficaz. Com a formação inicial no 4-5-1, marcando mais recuado em sua defesa e transicionando para um 5-4-1, o Palmeiras chegou a se posicionar em alguns momentos com uma linha de seis jogadores na defesa e outra de quatro à frente. Ainda assim, nos primeiros 10 minutos de jogo, o time mal conseguia sair do campo defensivo. Mesmo sem nenhuma finalização de ambas as equipes na partida, o Fluminense conseguia se impor e controlar as ações do jogo. Por outro lado, o Palmeiras se defendia bem, não permitindo que o Fluminense chegasse a finalizar no gol. Ao longo da primeira metade do primeiro tempo, o jogo continuava sem nenhuma finalização ao gol, mas com algumas variações táticas. O Fluminense passou a ficar um pouco mais recuado, marcando em um 4-3-3 que variava para um 4-5-1, chegando a formar duas linhas de cinco em determinados momentos. Essa postura dificultava as investidas do Palmeiras, que encontrava problemas para conseguir atacar. Por outro lado, o Palmeiras conseguia adiantar suas linhas e fazer uma marcação alta, o que, em determinados momentos, dificultou as transições do Fluminense, tanto nos lançamentos longos quanto nas trocas de passes rápidos e verticais. Em determinado momento, o Palmeiras conseguiu levar mais perigo à defesa do Fluminense.

   Ao longo do primeiro tempo, o sistema ofensivo do Fluminense foi se mostrando cada vez mais eficaz. A estratégia de Renato Gaúcho parecia funcionar melhor do que a de Abel Ferreira. O Tricolor conseguiu chegar mais vezes ao gol e finalizar mais durante essa etapa da partida. Literalmente, o Fluminense conseguia ocupar mais a área defensiva do Palmeiras, além de continuar acionando bastante as duas pontas do seu ataque. Literalmente, o Fluminense conseguia ocupar mais a área defensiva do Palmeiras, além de acionar bastante as duas pontas do seu ataque. Até que, aos 32 minutos do primeiro tempo, Facundo Torres derrubou o Freytes na área defensiva do Palmeiras, e o árbitro marcou pênalti. Aos 35 minutos do primeiro tempo, Germán Cano cobrou o pênalti e converteu, abrindo o placar a favor do Fluminense. Com o meio-campo mais povoado, o Palmeiras passou a partir para cima, levando mais perigo ao gol do Tricolor. Até que, aos 49 minutos do primeiro tempo, o Ramon Sosa cruzou a bola e Mauricio cabeceou em direção ao gol, em uma falha bizonha, Fábio espalmou para cima e acabou colocando a bola dentro do próprio gol. Sem tempo pra mais nada, o primeiro tempo termina empatado.

2º Tempo 

   As duas equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações, embora Abel Ferreira já tivesse feito uma mudança no Palmeiras antes do pênalti cobrado por Germán Cano. A substituição surtiu bastante efeito: Sosa, que entrou no lugar de Felipe Anderson, fez o cruzamento onde surtiu o empate do Palmeiras no jogo. No primeiro tempo, o Fluminense foi bastante agressivo e conseguiu chegar com facilidade ao campo de ataque, sendo efetivo em suas ações ofensivas à exceção de um erro do goleiro Fábio. No entanto, nos minutos iniciais da segunda etapa, o cenário se inverteu. A equipe tricolor passou a cometer muitos erros defensivos e enfrentou dificuldades na transição entre defesa e ataque, perdendo o ímpeto ofensivo que havia demonstrado antes do intervalo. Já o Palmeiras adotou uma postura mais agressiva, com marcação em linhas altas e um meio-campo bastante povoado, estratégia desenhada por Abel Ferreira para bloquear a saída rápida e os contra-ataques do Fluminense. A pressão deu resultado: aos 17 minutos do segundo tempo, Matheus Martinelli errou um passe no meio-campo e entregou a bola nos pés de Vitor Roque, que driblou o goleiro Fábio e marcou o segundo gol do Palmeiras.

   Ao longo do segundo tempo, o jogo alternou entre o nervosismo e as tentativas do Fluminense de pressionar na base do abafa. Renato Gaúcho promoveu várias mudanças na equipe tricolor, lançando em campo Paulo Henrique Ganso, Keno, John Kennedy, entre outros nomes, na tentativa de mudar o panorama da partida. No entanto, o time passou a jogar de forma desorganizada, deixando espaços na defesa que o Palmeiras aproveitou para encaixar contra-ataques perigosos. Em alguns momentos, o Fluminense conseguiu articular jogadas ofensivas com certa inteligência, mas pecava na finalização e não conseguia transformar as chances criadas em gol. Com o placar em desvantagem, a situação foi se tornando cada vez mais complicada para o time carioca. Nos minutos finais, o Fluminense teve pelo menos três oportunidades claras para empatar e, quem sabe, buscar a virada, mas esbarrou na falta de precisão e no bom posicionamento da defesa palmeirense. Sem conseguir balançar as redes novamente, o jogo terminou com vitória do Palmeiras por 2 x 1.

Destaques da partida 

Pelo lado do Fluminense:

Germán Cano: Mesmo tocando pouco na bola, Cano foi uma peça importante no sistema ofensivo tricolor. Nas vezes em que participou das jogadas, tentou iniciar contra-ataques e inverter o jogo para criar situações de perigo. É verdade que algumas dessas investidas resultaram em perdas de posse e contra-ataques do Palmeiras, mas, enquanto ele esteve em campo, o Fluminense mantinha boa organização defensiva, o que limitou os danos. Quando acertava os passes em profundidade ou inversões de jogo, Cano criava boas oportunidades para o ataque tricolor.

Kevin Serna: Pelo lado direito, Kevin Serna também foi destaque. Fez boas jogadas em profundidade, chegando à linha de fundo para cruzar rasteiro em direção à área. Embora não tenha tido tanto brilho individual quanto Soteldo, sua participação foi relevante dentro do estilo de jogo adotado pelo Fluminense, especialmente nos momentos de transição ofensiva.

Yefferson Soteldo: Atuando pela ponta esquerda, Soteldo foi um dos jogadores mais ativos do Fluminense. Com dribles curtos e jogadas de velocidade, conseguiu quebrar a marcação do Palmeiras, realizar cruzamentos e levar perigo à defesa alviverde. Embora pudesse ter tido um desempenho mais eficiente nas finalizações, dentro do seu estilo, fez uma boa partida e foi um dos mais lúcidos no ataque.

Pelo lado do Palmeiras:

Ramon Sosa: Logo na sua primeira participação no jogo, Ramon Sosa fez um cruzamento preciso na cabeça de Maurício, resultando no primeiro gol do Palmeiras. Foi um dos responsáveis pela velocidade nos contra-ataques da equipe alviverde, aproveitando o espaço deixado pela defesa tricolor. Além disso, contribuiu com intensidade no setor ofensivo e nas transições rápidas.

Maurício: Autor do primeiro gol do Palmeiras, Maurício se beneficiou de um erro do goleiro Fábio, mas mostrou oportunismo e bom posicionamento. Teve presença ofensiva constante e ajudou a compor o meio-campo povoado que Abel Ferreira organizou para neutralizar o Fluminense.

Vitor Roque: O nome do jogo! Vitor Roque foi um verdadeiro tormento para a defesa do Fluminense. Com muita movimentação, velocidade e presença física, ele desequilibrou a marcação adversária. Fez o segundo gol do Palmeiras aos 17 minutos do segundo tempo, após aproveitar um erro de passe de Martinelli, driblar o goleiro Fábio e finalizar com tranquilidade. Sua atuação foi decisiva e consolidou a vitória palmeirense.

Opinião 

  Foi a primeira vez que vi uma boa atuação do árbitro Ramon Abatti Abel, depois de um bom tempo. Apesar de um possível erro no lance envolvendo Alan Elias, onde ele aplicou o cartão amarelo talvez sem ter visto com clareza a cotovelada no rosto de Samuel Xavier, a expulsão acabou sendo justa. O pênalti marcado também foi acertado. É verdade que ele picotou demais o jogo nos minutos finais, mas no geral, a arbitragem foi equilibrada e correta.

    Essa foi a terceira derrota do Fluminense é a terceira seguida no Maracanã, dentro do Campeonato Brasileiro. A primeira foi contra o Cruzeiro, em uma partida em que o time cometeu muitos erros nos primeiros 40 minutos do primeiro tempo e só melhorou na reta final da etapa inicial. No segundo tempo, o Fluminense até mudou de postura, mas já estava com dois gols de desvantagem, um cenário sempre complicado de se reverter. Naquele jogo, Renato Gaúcho errou na estratégia inicial e, mesmo com mudanças, o time não teve intensidade suficiente para reagir. Voltando ao jogo contra o Palmeiras, o Fluminense começou com uma postura mais organizada no primeiro tempo, mas caiu muito de rendimento na segunda etapa. O sistema defensivo voltou a falhar, assim como aconteceu em outros jogos recentes. Fábio teve uma atuação muito ruim nessa partida. Em um lance de escanteio, o goleiro tricolor saiu mal da meta e deixou o gol livre, permitindo a finalização palmeirense que só não virou gol porque Gabriel Fuentes salvou em cima da linha. Aquela poderia ter sido a jogada do segundo gol do Palmeiras.

   O time ainda sofreu mais um gol no segundo tempo, fruto da desatenção e de erros individuais claros, como o de Matheus Martinelli, que entregou a bola nos pés de Vitor Roque no segundo gol. Além disso, o próprio Fábio falhou em lances importantes, comprometendo ainda mais o desempenho coletivo. Vale um alerta para o sistema defensivo da equipe tricolor. No ano passado, foi esse mesmo setor que colocou o Fluminense na zona de rebaixamento até a última rodada. E agora, mais uma vez, erros recorrentes vêm custando caro.

   Do lado do Palmeiras, foi uma vitória marcada pela eficiência. As estatísticas mostram que o time teve menos finalizações totais do que o Fluminense, mas, por outro lado, conseguiu mais chutes no alvo. Mesmo com menos posse de bola, saiu de campo com os três pontos. Isso evidencia uma equipe objetiva, que sabe ser letal quando tem a bola nos pés. O Palmeiras é um time estável, e muito disso se deve ao trabalho sólido de Abel Ferreira. O treinador, mais uma vez, demonstrou sua capacidade de leitura tática e controle do elenco. Ele conhece o time palmeirense com a palma da mão, e isso ficou claro tanto pela escalação inicial quanto pelas mudanças feitas ainda no primeiro tempo. A substituição que Abel fez antes do intervalo surtiu um efeito imediato: o Palmeiras empatou a partida ainda na primeira etapa e voltou para o segundo tempo com um posicionamento mais agressivo e organizado. As alterações não só mudaram o panorama do jogo como também abriram caminho para a virada.

    O time soube explorar com inteligência os erros defensivos do Fluminense, e por pouco não marcou mais gols, tamanhas foram as falhas da defesa tricolor. A solidez tática aliada à eficiência nas finalizações mostra que o Palmeiras está muito vivo na briga pelo título. Vencer um adversário qualificado como o Fluminense, mesmo com seus erros, reforça a força competitiva da equipe alviverde. Essa vitória, construída com estratégia e precisão, foi suficiente para colocar o Palmeiras na terceira colocação do Campeonato Brasileiro, uma posição que condiz com o futebol que a equipe vem apresentando.

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