Massacre de um, pouca criatividade do outro! Por pouco não teve goleada nesse jogo!

 O Fluminense joga muito mal, erra bastante passes, Além de errar bastante na sua parte defensiva e no meio campo pra gerar chances de gols! Por outro lado, o São Paulo faz o jogo quse perfeito, construindo um placar maiusculo em seus domínios! Se puderem ajudar, sigam o Blog Alusionismo Esportivo pra ajudar o nosso blog crescer! 😀

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1º Tempo 

   Com o Morumbis cheio, o São Paulo recebeu o Fluminense em busca de mais três pontos no Campeonato Brasileiro. Do outro lado, o técnico o Renato Gaúcho, promoveu mudanças importantes na equipe titular do Fluminense, tanto na defesa quanto no ataque, tentando dar uma nova dinâmica ao time. Curiosamente, o Fluminense adotou uma postura tática muito espelhada na do São Paulo, o que tornou o início da partida bastante equilibrado. Apesar disso, o time paulista começou melhor: dominava a posse de bola e conseguia chegar mais vezes ao campo ofensivo, mesmo sem transformar esse volume em finalizações claras ao gol. Por outro lado, o Fluminense enfrentava dificuldades para se firmar no jogo. A equipe cometia muitas faltas no meio-campo, o que quebrava o ritmo da partida e dificultava a construção de jogadas mais elaboradas. O excesso de infrações deixava o confronto travado e aumentava ainda mais o controle do São Paulo na primeira parte de jogo. Mesmo com um certo equilíbrio tático, o Tricolor Paulista se mostrava superior na primeira metade do primeiro tempo, com mais presença ofensiva e organização.

   O Fluminense demonstrava fragilidade na parte defensiva desde os primeiros minutos, e o castigo veio aos 23 minutos. Após cobrança de escanteio, a defesa tricolor carioca afastou mal a bola, que sobrou para Alonfranco. O volante cabeceou em direção a Luciano, que dominou e cruzou com precisão para Arboleda, que subiu mais alto que a zaga e cabeceou firme para o fundo da rede, abrindo o placar para o São Paulo. Apesar do gol, o Fluminense não parecia ter sentido tanto o golpe. Continuava tentando articular jogadas no ataque, mas os erros de passe e de posicionamento na defesa seguiam recorrentes, dificultando qualquer reação efetiva. A equipe carioca deixava muitos espaços, tanto pelo meio quanto pelas laterais, o que permitia ao São Paulo construir jogadas com liberdade e chegar com frequência à área adversária. Com maior posse de bola e mais organização, o São Paulo controlava o ritmo do jogo. A equipe tricolor paulista era mais incisiva e articulava melhor suas ações ofensivas, enquanto o Fluminense, apesar de tentar inversões de jogo e passes em profundidade, não conseguia ser preciso o suficiente para concluir as jogadas com perigo. Nos minutos finais do primeiro tempo, o Fluminense continuava pouco agressivo, com dificuldades na criação e na finalização. Por outro lado, o São Paulo também não conseguiu manter o ímpeto ofensivo que havia apresentado no início da partida, e não voltou a criar chances claras até o intervalo. Aos 39 minutos, o Fluminense teve seu momento de maior perigo na primeira etapa. Ferreirinha encontrou Marco Antônio com um belo passe em profundidade. O atacante cruzou rasteiro para Bobadilla, que finalizou em cima de Martinelli. A bola desviou na mão do volante tricolor, e o árbitro marcou pênalti a favor do São Paulo. Aos 41 minutos, Luciano foi para a cobrança, mas o goleiro Fábio brilhou, fazendo a defesa e mantendo o placar em a vantagem mínima para o São Paulo. O primeiro tempo terminou com vantagem mínima para o São Paulo, que soube aproveitar melhor os erros do adversário, mas deixou escapar a chance de ampliar o placar em uma cobrança de pênalti desperdiçada.

2º Tempo 

   O segundo tempo começou com o técnico Hernán Crespo mantendo a mesma formação do São Paulo, enquanto Renato Gaúcho fez quatro alterações no Fluminense, buscando mudar o panorama da partida. Logo nos primeiros minutos, as mudanças no time carioca pareciam surtir efeito: o Fluminense passou a apresentar uma postura mais agressiva no ataque e a trabalhar melhor a bola. No entanto, os problemas defensivos persistiam, tanto na recomposição quanto na troca de passes sob pressão. Mesmo com certa melhora na posse, a equipe ainda mostrava fragilidade atrás. O São Paulo, por sua vez, manteve sua postura ofensiva. Aos 8 minutos, Bobadilla finalizou e balançou as redes, mas o gol foi anulado pelo VAR após toque no braço de Luciano durante a jogada. Mais uma vez, o lance evidenciou a desorganização defensiva do Fluminense, que sofria para lidar com as jogadas de bola parada e a pressão no terço final. Minutos depois, outro gol tricolor paulista, mas foi anulado após nova falha da defesa tricolor em uma jogada originada de escanteio. A bola foi mal afastada e o São Paulo aproveitou, mas o lance foi invalidado por impedimento. A insistência do time paulista, porém, logo foi recompensada. Em nova jogada bem construída, Marcos Antônio cruzou e Ferreirinha apareceu bem na área para cabecear e ampliar o placar: 2 a 0 para o São Paulo. O Fluminense sentiu o segundo gol, mas seguiu tentando reagir. No entanto, a diferença no placar, aliada ao descontrole defensivo e à pouca efetividade no ataque, tornava o empate uma missão quase impossível.

   Com o placar favorável, o São Paulo passou a controlar ainda mais a partida. A equipe trocava passes com tranquilidade, girando a bola de um lado para o outro, administrando a vantagem conquistada. Esse domínio seguiu até os 31 minutos do segundo tempo, quando uma falha defensiva recolocou o Fluminense no jogo. Alan Franco cortou mal uma bola na entrada da área e entregou nos pés de Samuel Xavier, que finalizou com precisão e diminuiu o placar: 2 a 1. O gol reacendeu o Fluminense, que passou a pressionar com marcação alta, tentando encurralar o São Paulo em seu campo de defesa. A equipe carioca buscava o segundo gol, sonhando com o empate, mas ainda deixava muitos espaços no setor defensivo. Esses espaços se tornaram a arma do São Paulo para matar o jogo. Aos 45 minutos, em um contra-ataque rápido, Ferrarese deu um passe em profundidade para Gonzalo Tapia, que saiu na cara do gol e finalizou com categoria para marcar o terceiro do Tricolor Paulista. Um gol que ampliou o placar para 3 a 1 e praticamente consolidou a vitória do Majestoso. Sem tempo para mais nada, o Fluminense ainda tentou algumas investidas, mas sem profundidade ou organização. O apito final decretou o triunfo do São Paulo no Morumbis, em uma partida marcada por eficiência ofensiva, aproveitamento das falhas adversárias e controle tático ao longo dos 90 minutos.

Destaques da partida 

Pelo lado do São Paulo:

Arboleda: Fez uma partida quase perfeita no sistema defensivo. Seguro nos duelos e atento nas coberturas, foi fundamental para neutralizar as poucas investidas perigosas do Fluminense. De quebra, ainda marcou o gol que abriu o placar para o São Paulo, coroando uma atuação sólida com presença ofensiva.

Damian Bobadilla: Apesar de não ter balançado as redes, Bobadilla foi, para muitos, o melhor jogador da partida. Participativo, dinâmico, inteligente na leitura de jogo e preciso nos passes, deu assistência para um dos gols e foi o motor do meio-campo são-paulino, comandando a transição ofensiva.

Ferreirinha: Muito decisivo no setor ofensivo. Criou diversas jogadas pelas pontas, confundiu a defesa tricolor carioca com dribles curtos e movimentações rápidas. Foi recompensado com um gol importante e quase marcou o segundo em boa finalização. Um dos nomes mais ativos e perigosos da partida.

Gonzalo Tapia: Mesmo com pouco tempo em campo, foi letal. Recebeu em profundidade e marcou o terceiro gol, selando a vitória são-paulina. Mostrou oportunismo e qualidade na finalização, sendo decisivo no momento certo.

Pelo lado do Fluminense:

Agustín Canobbio: Enquanto esteve em campo, foi uma das poucas peças de equilíbrio no Fluminense. Ajudou na marcação no meio-campo e tentava dar amplitude no ataque. No entanto, a falta de apoio coletivo limitou sua efetividade.

Enquanto esteve em campo, foi uma das poucas peças de equilíbrio no Fluminense. Ajudou na marcação no meio-campo e tentava dar amplitude no ataque. No entanto, a falta de apoio coletivo limitou sua efetividade.

Everaldo: Teve um papel importante segurando a bola no ataque e tentando organizar algumas jogadas ofensivas. Usou bem o corpo nos pivôs e foi uma das poucas válvulas de escape do time carioca, mas pecou nas finalizações e não conseguiu transformar presença em gols.

Paulo Henrique Ganso: Entrou no segundo tempo e, curiosamente, coincidiu com o melhor momento do Fluminense no jogo. Deu mais dinâmica ao setor de criação, melhorando a fluidez das jogadas, mesmo sem ter tempo suficiente para mudar o rumo da partida.

Opinião 

  A arbitragem de David Oliveira Lacerda foi regular, mas poderia ter sido melhor. Em diversos momentos, o árbitro passou a impressão de estar um pouco perdido dentro da dinâmica da partida, demonstrando certa insegurança em lances simples. Por outro lado, acertou na marcação do pênalti cometido por Martinelli, que realmente colocou o braço na bola e ampliou seu espaço corporal, um lance claro e corretamente assinalado. Fora isso, não comprometeu em outras decisões, embora tenha picotado bastante o ritmo do jogo, o que prejudicou o andamento em vários momentos.

Quanto ao São Paulo, fez uma partida praticamente perfeita. A única falha defensiva foi a que gerou o gol do Fluminense, após um erro de corte de Alan Franco. Fora isso, a equipe paulista foi superior durante quase todo o jogo, dominando as ações com posse de bola, movimentação e inteligência tática. O técnico Hernán Crespo foi certeiro nas alterações, percebendo o momento de oscilação do time no segundo tempo e retomando o controle com ajustes pontuais. Mesmo com as linhas mais baixas em alguns trechos da partida, o São Paulo conseguiu manter o controle e explorar os espaços deixados pelo adversário, especialmente nos contra-ataques.

Claro, o placar poderia ter sido mais elástico, 4x1 ou até 5x1, considerando as chances criadas e os gols anulados. No entanto, o São Paulo fez o que precisava: venceu, jogou bem, foi eficiente e dominou um adversário que teve pouca capacidade de reação. Uma vitória merecida e construída com autoridade.

    Pelo lado do Fluminense, a equipe tricolor carioca acumula mais uma derrota no Campeonato Brasileiro, repetindo erros já recorrentes tanto no sistema ofensivo quanto no defensivo. Mas desta vez, no Morumbis, as falhas ficaram ainda mais evidentes. O Fluminense teve sorte de não sair goleado, tamanha foi a superioridade do São Paulo em boa parte da partida. O baixo aproveitamento ofensivo voltou a ser um problema: o time não consegue criar jogadas com volume ou consistência, limitando-se a ataques pouco organizados e finalizações sem efetividade. A dificuldade em gerar perigo já se mostrava nas partidas anteriores, mas neste confronto ficou explícita a falta de criatividade e articulação no meio-campo, além da desorganização defensiva.

    A equipe parece ter perdido força após a saída de Aras, e o rendimento coletivo caiu visivelmente. Ficar dependente de um único jogador é perigoso, e o Fluminense está sentindo isso dentro de campo. Nos jogos anteriores, mesmo com derrotas, o time ao menos mostrava momentos de competitividade, como no clássico contra o Flamengo, em que teve bom volume ofensivo e perdeu apenas no último lance. Diferente disso, o jogo contra o São Paulo não é para ser esquecido. É um alerta. Serve como um espelho das deficiências acumuladas e que precisam ser urgentemente corrigidas se o Fluminense quiser reagir no campeonato. A equipe precisa rever sua postura tática, melhorar a compactação defensiva, criar soluções no meio-campo e encontrar mais agressividade no ataque. É preciso mudar. E rápido.

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