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1º Tempo
A partida começou com a equipe santista alternando entre formações táticas para atacar e se defender. Na fase defensiva, o Santos variava entre 4-4-2, 4-5-1 e, ocasionalmente, 4-3-3, dependendo do momento e da altura da marcação. Quando atacava, a equipe alvinegra adotava esquemas mais agressivos, como o 4-3-3, o 3-4-3 e até o 3-5-2, para ocupar melhor os espaços no campo adversário. O Internacional, por sua vez, iniciou o jogo no 4-3-3, variando para 4-4-2 e 4-2-4 nas ações ofensivas, buscando amplitude e velocidade nas transições. Na defesa, o time colorado recuava para um 4-5-1 ou 4-4-2, organizando suas linhas para conter as investidas do Santos. Nos primeiros minutos, o Santos dominava a partida, com boa circulação de bola, principalmente pelas pontas, e tentava criar oportunidades com finalizações da intermediária. O alvinegro praiano trocava passes com qualidade e parecia próximo de abrir o placar. Porém, quando o Santos vivia seu melhor momento no jogo, o Internacional foi cirúrgico. Aos 9 minutos do primeiro tempo, em um contra-ataque rápido, após um ataque santista, o goleiro Rochet lançou a bola para Alan Patrick, que dominou, girou com maestria e quebrou as linhas defensivas com um belo passe, a bola encontrou Johan Carbonero, que dominou com liberdade, se livrou da marcação e finalizou com categoria para abrir o placar para o Colorada.
Mesmo em desvantagem no placar, o Santos manteve o controle da posse de bola e tentou propor o jogo diante de um Internacional mais reativo. A equipe santista conseguia conter, em parte, o ímpeto ofensivo do Colorado, mas sofria com estocadas em contra-ataques rápidos, que seguiam oferecendo perigo à defesa alvinegra. Apesar do domínio territorial, o Santos tinha dificuldade para transformar posse em imposição ofensiva real. Faltava agressividade nos metros finais e mais precisão nas finalizações. A primeira grande chance santista surgiu em um cruzamento na área, onde Neymar subiu bem de cabeça, mas parou em uma boa defesa de Rochet. A partir daí, o time da casa cresceu. David arriscou de fora da área e a bola beijou a trave, assustando o goleiro colorado. Logo depois, foi a vez de Neymar arriscar novamente de longa distância, a bola subiu demais, mas passou perto. Nos minutos finais da etapa inicial, o Santos mostrava crescimento técnico e emocional, controlando mais o ataque e criando chances, mesmo que ainda sem grande efetividade. Faltava acertar o último passe ou a finalização. O primeiro tempo terminou com vantagem mínima para o Internacional, que jogou de forma inteligente, explorando os espaços deixados pela equipe santista e apostando em transições rápidas. O Santos teve mais a bola, mas não conseguiu furar a muralha defensiva do time gaúcho.
2º Tempo
O segundo tempo começou com apenas uma mudança na equipe do Santos e nenhuma alteração no Internacional. A partida retomou em ritmo intenso, com uma verdadeira trocação, embora com o Santos demonstrando um leve domínio nas ações ofensivas. O Internacional, por sua vez, também chegava com frequência ao ataque, buscando romper a defesa santista. A equipe da Vila Belmiro alternava suas linhas defensivas entre o 4-4-2, o 5-4-1 e o 4-5-1 para se proteger. Quando partia para o ataque, o Santos variava para o 4-2-4 ou 4-3-3, buscando transições rápidas e explorando especialmente os pontas em contra-ataques. Principalmente, pelo lado esquerdo aonde o Souza e o Neymar estavam jogando. Apesar disso, o Colorado conseguia penetrar a defesa santista com certa facilidade, principalmente pela troca de passes verticais, cruzamentos e finalizações de fora da área. A primeiras grandes chances da etapa final de partida, foram do Internacional. Mas quem criava as melhores chances do segundo tempo, era o Santos, mesmo que as duas equipes estivessem tendo espaços no ataque pra poder criar as suas oportunidades.
Com a torcida santista esperançosa, a equipe alvinegra praiana passou a se impor na partida e passou a ir pra cima da equipe colorada. Inclusive, fazia marcações em linhas altas, dificultando a saiada de bola da equipe colorada. Porém, a partida passou a ser uma variação entre um jogo morno e estocadas de contra ataques rápidos das duas equipes. Até que aos 27 minutos do segundo tempo, em um lance aparentemente despretensioso no lado direito da defesa santista, fez com que a torcida santista perdesse a esperança de ver o seu time reagir. O Alan Patrick tentou um cruzamento, e a bola acabou batendo na mão do Escobar, que estava com o braço aberto dentro da área. Após longa análise no VAR, o árbitro foi chamado e confirmou a penalidade. Aos 30 minutos do segundo tempo, o Rafael Borré cobrou a penalidade deslocando o Brazão, ampliando a vantagem colorada. Com o placar adverso, o mau aproveitamento nas finalizações e a impaciência crescente da torcida santista, o Internacional passou a trocar passes sob vaias e olhares desconfiados vindos da arquibancada. O Santos, mesmo pressionado, não conseguia transformar suas tentativas em chances reais de gol. Mas, aos 46 minutos do segundo tempo, em um dos últimos suspiros da partida, Sousa cruzou uma bola rasteira em meia altura para a área, e Boreal, que pareceu bem posicionado para completar e diminuir a vantagem colorada. A partir daí, o Alvinegro Santista lançou-se ao ataque com tudo, pressionando em busca do gol de empate e, quem sabe, da virada heroica. No entanto, mesmo com os seis minutos de acréscimo, o Santos não conseguiu balançar as redes novamente. Do outro lado, o Internacional também não conseguiu ampliar a vantagem. Então, o jogo termina com o placar de Santos 1 x 2 Internacional. Vitória colorada construída com eficiência, apesar da pressão no fim da partida.
Destaques da partida
Pelo lado do Santos:
Álvaro Boreal: Com o Santos em desvantagem e um placar difícil de reverter, Álvaro Boreal foi decisivo ao marcar o gol que reacendeu as esperanças da equipe. Aproveitou bem uma das poucas oportunidades reais que o time teve, mostrando presença de área e frieza na finalização.
Neymar: Apesar de ter feito uma partida tecnicamente abaixo do esperado, Neymar provou que craque é craque. Além do lance do fim do jogo, em que ele quase conseguiu marcar o gol de empate, o que teria sido um verdadeiro milagre na Vila Belmiro, a maioria das principais chances de gols que o Santos teve ao longo do jogo, ele estava envolvido. Além de que a sua presença em campo atraia a marcação intensa da defesa do Internacional, o que abriu espaços para outros jogadores do Santos atuarem com mais liberdade.
Souza: Fez uma partida muito boa. Embora não tenha marcado, foi o jogador mais acionado do setor ofensivo do Santos, principalmente pelo lado esquerdo. Deu a assistência para o gol de Boreal e criou outras jogadas perigosas com cruzamentos e finalizações de média distância. Mesmo dividindo o corredor com Neymar, conseguiu se destacar.
Pelo lado do Internacional:
Alan Patrick: Foi um dos destaques da equipe colorada. Deu o passe para o gol de Carboneiro e protagonizou a jogada que resultou no pênalti convertido por Borré. Participativo e inteligente taticamente, foi fundamental na construção dos dois gols do Internacional.
Johan Carboneiro: O nome do jogo. Abriu o placar com um golaço de um contra-ataque veloz e foi o jogador mais incisivo do ataque colorado. Criou dificuldades constantes para a defesa santista e, por pouco, não marcou o segundo gol em outras oportunidades. Carboneiro foi o principal responsável por empurrar o Internacional para frente durante boa parte do jogo.
Rafael Borré: Apesar de não ter tido uma atuação muito vistosa ou participações criativas ao longo da partida, mas foi eficiente. Converteu com segurança o pênalti que garantiu a vitória do Internacional e mostrou mais uma vez sua importância tática para o time, mesmo em um dia de menor brilho.
Opinião
A arbitragem de Lucas Paulo Trefz Terezín não foi ruim, mas poderia ter sido melhor. Em vários momentos da partida, o árbitro parecia distante dos lances e teve dificuldades para acompanhar o ritmo do jogo. O exemplo mais claro disso foi no lance do pênalti marcado para o Internacional. Ele estava longe do lance e só conseguiu corrigir a decisão com o auxílio do VAR. Sem essa tecnologia, provavelmente o erro passaria batido. Apesar disso, sua condução da partida não prejudicou o andamento do jogo. Não ficou picotando as ações com faltas desnecessárias, o que ajudou o jogo a fluir. No entanto, esse excesso de liberdade pode ser visto como um ponto negativo, pois às vezes o jogo pedia mais controle e presença. Ainda assim, no geral, fez uma arbitragem razoável, sem grandes interferências negativas.
Do lado santista, fica a sensação de injustiça no placar. O Santos, mesmo vivendo um momento delicado, merecia pelo menos o empate. As estatísticas comprovam isso: foram 21 finalizações, sendo 7 no alvo. O time criou, buscou o gol e teve boas atuações individuais. Neymar chamou a responsabilidade durante toda a partida, foi participativo e finalizou com perigo. O Sousa também teve uma atuação destacada, sendo um dos melhores em campo, com passes, cruzamentos e presença constante no setor ofensivo. O azar foi um fator evidente. O Santos acertou a trave duas vezes: um chute forte de David no final do primeiro tempo e, no segundo tempo, Neymar quase marcou em um chute que bateu dentro e foi salvo pelo goleiro Rochet. Faltou um detalhe para a bola entrar. Do outro lado, o Internacional teve mais sorte do que controle. Aproveitou bem os contra-ataques, soube se defender, mas sofreu com a pressão santista. Ainda assim, saiu com a vitória, muito mais por eficiência e um pouco de sorte do que por domínio da partida.
A situação do Santos é uma situação delicada, mas não é irreversível. O momento ruim do Santos, claro, contribui para o peso da derrota. O time está na zona de rebaixamento e, provavelmente, vai brigar contra o descenso até as rodadas finais. No entanto, essa partida mostrou que há margem para recuperação. O time tem elenco para reagir, com nomes como Neymar, Sousa, David e o goleiro Brazão, que mesmo tendo sofrido um drible desconcertante no gol do Carbonero, ainda é um bom valor. A falha de Brazão no gol do Inter foi simbólica: um drible “à queima-roupa”, difícil de evitar, mas que acabou se tornando um momento humilhante, muito por conta da fase ruim que o clube atravessa. Quando o time está mal, tudo parece mais dolorido, inclusive erros individuais que, em outros contextos, passariam despercebidos.
Pelo lado do Internacional, o que a equipe teve de sortedo que juízo, mas também teve de eficiência. Já vi muitos times campeões contando com esse tipo de sorte que o Colorado teve nesta partida. A primeira grande sorte foi ter achado o gol logo no momento em que o Santos crescia no jogo. O time da casa dominava a posse, buscava as jogadas pelas pontas e se aproximava do gol. Em um lance rápido, o Inter aproveitou uma brecha, construiu a jogada com inteligência e abriu o placar em um contra-ataque fatal. A segunda sorte foi não ter sofrido o gol de empate nos minutos finais, especialmente depois da arrancada sensacional do Neymar, que por pouco não igualou o placar. O Santos merecia o empate pelo volume e pelas chances criadas.
Mas não dá para negar que, além da sorte, o Inter foi eficiente. O time de Roger Machado aplicou bem o estilo reativo característico do treinador: cedeu a posse ao adversário, baixou suas linhas, e buscou contra-ataques em velocidade, com passes rápidos e em diagonal. Um modelo de jogo que tem suas limitações, mas que funciona bem quando a equipe é disciplinada e os erros do adversário são bem explorados. Mesmo sem ser agressivo o suficiente para matar o jogo com um segundo gol, o Internacional soube aproveitar as falhas do Santos, especialmente defensivas. Isso é parte do jogo. Ganhar explorando o erro do oponente também é mérito, e o Colorado soube fazer isso com precisão. No geral, embora o contexto da partida indicasse um empate como resultado mais justo, o Inter foi quem levou os três pontos. E são esses pontos que fazem a diferença no Brasileirão, seja para afastar-se da zona de rebaixamento, seja para olhar com mais ambição para a parte de cima da tabela.
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