Placar injusto, onde o time que foi superior nessa partida, quase tomou o empate no fim da partida!

 

Um jogo com o placar mentiroso! Dominando a partida desde os seus primeiros minutos, o São Paulo teve um volume ofensivo gigante, contando com a passividade da equipe Athleticana, que manteve a suas linhas defensivas muito baixas ao longo do jogo. Mas a falta de efetividade no campo de ataque, fez com que o placar mínimo surgisse nesse jogo,! Se puderem nos ajudar, sigam o nosso blog, clicando nos três tracinhos na parte superior da sua tela, isso ajuda o nosso canal crescer!😀

Atenção

 

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1º Tempo 

   Com o Morumbís cheio e com clima de decisão, o São Paulo recebeu o Athlético Paranaense pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. A atmosfera era de grande expectativa, e logo nos primeiros minutos o Furacão deu o primeiro sinal de alerta. A equipe rubro-negra paranaense ensaiou um ataque mais equilibrado, mas foi só. Depois dessa tentativa inicial, o São Paulo passou a dominar completamente a partida. Com controle total da posse de bola, impôs seu ritmo e tomou as ações ofensivas do jogo, atuando com autoridade do início ao fim do primeiro tempo. Os primeiros 20 minutos ainda foram disputados fisicamente no meio de campo, com o Atlético tentando pressionar com marcação média e forte presença física. Porém, conforme o tempo passava, o time paranaense foi recuando cada vez mais suas linhas, sentindo o desgaste físico e abrindo espaços. O Tricolor aproveitou: aumentou o ímpeto ofensivo, ocupou o campo de ataque com inteligência e passou a criar com frequência.

    O controle da posse de bola e das ações da partida do São Paulo era tão grande no primeiro tempo, que a porcentagem da posse de bola, foi de 74% do majestoso, contra 26% do Athletico Paranaense. O Ferreirinha foi sendo um dos destaques da equipe são-paulina. Com muita movimentação e capacidade de abrir espaços, ele gerou desequilíbrios na defesa adversária e facilitou a construção das jogadas. O São Paulo atacava de várias formas, em jogadas pelo meio, em profundidade, diagonais e também pelas pontas, com cruzamentos rasteiros e infiltrações. Era um domínio absoluto. Aos 30 minutos, o domínio se transformou em vantagem no placar. Alan Franco deu um passe pro Paulo Maia, que dominou na intermediária e soltou uma bomba de fora da área, marcando um golaço e abrindo o placar para o tricolor paulista. O Athlético Paranaense, por sua vez, não conseguia sequer sair da defesa com qualidade. A equipe esteve engessada durante praticamente todo o primeiro tempo, sendo neutralizada com facilidade. A única grande chance do Furacão veio aos 40 minutos, quando Giuliano recebeu em velocidade num contra-ataque e finalizou, mas o goleiro Rafael fez boa defesa. Essa foi uma das únicas duas finalizações do time paranaense na etapa inicial. Com um ataque massivo, alto volume de jogo e domínio técnico e tático, o São Paulo encerrou o primeiro tempo vencendo por 1 a 0, resultado que ficou até barato para o Atlético, dada a superioridade do Tricolor Paulista.

2º Tempo 

   As duas equipes voltaram para o segundo tempo com mudanças promovidas por seus treinadores, buscando alterar o panorama da partida. Apesar das alterações, o cenário se manteve semelhante ao da etapa inicial: o São Paulo seguia com grande volume ofensivo e controle total do meio-campo, que era povoado por muitos jogadores, promovendo uma marcação alta e sufocante. A equipe tricolor mantinha a posse, ditava o ritmo do jogo e criava chances constantemente, especialmente através de movimentações coordenadas entre meio e ataque. O Ahlético Paranaense, por sua vez, sofria para conter a pressão, mas aos poucos foi encontrando espaços,  principalmente nas transições em velocidade e nas jogadas pelas pontas, quando o São Paulo cedia brechas defensivas.

Foi nesse cenário que, aos 31 minutos do segundo tempo, o São Paulo chegou ao segundo gol. Em bela construção ofensiva, Rodriguinho encontrou Ferreirinha, que finalizou com precisão e ampliou o placar no Morumbi: 2 a 0 para o Tricolor Paulista, que parecia encaminhar uma vitória tranquila. Sentindo o impacto do placar, a equipe atleticana recuou e teve dificuldades para reagir. A produção ofensiva era limitada, e o time rubro-negro parecia sem alternativas criativas para incomodar a defesa são-paulina. No entanto, nos minutos finais, o panorama mudou. Aos 42 minutos, em jogada pela ponta direita, Gustavo Gastón de Navidez recebeu em profundidade e cruzou rasteiro. Kevin Viveiros apareceu bem posicionado e, com um toque sutil por entre as pernas do goleiro Jandrei, diminuiu o placar: 2 a 1. O gol renovou o ânimo do Atlético, que passou a ensaiar uma pressão final, tentando o empate a qualquer custo. O São Paulo, por sua vez, recuou suas linhas e perdeu o controle que havia mantido durante a maior parte do jogo. Os últimos minutos foram de tensão, com o Atlético-PR empurrando o adversário para o campo de defesa, mas sem conseguir transformar o domínio em gol. Apesar da pressão final do Furacão, o São Paulo segurou a vantagem e saiu de campo com a vitória por 2 a 1. Resultado importante, mas que deixa o confronto completamente aberto para o jogo da volta.

Destaques da partida 

Pelo lado do São Paulo:

Alan Franco: Equilíbrio e leitura de jogo! Alan Franco foi fundamental na construção ofensiva do São Paulo. Soube explorar com inteligência os espaços deixados pelo meio-campo do Atlético Paranaense, atuando como articulador e ponto de apoio nas transições ofensivas. Alternou bem jogadas pelo centro, pelos lados e até infiltrações, sendo peça-chave no domínio tricolor durante a maior parte do jogo.

Ferreirinha: O nome do jogo! Ferreirinha foi o principal destaque da partida. Sua movimentação constante confundiu a marcação atleticana e abriu espaços preciosos para os companheiros. Sem precisar estar o tempo todo com a bola nos pés, foi decisivo com seu posicionamento inteligente. Além disso, marcou o segundo gol do São Paulo, ampliando a vantagem e coroando uma atuação ofensiva de alto nível.

Pablo Maia: Intenso e preciso. Pablo Maia teve atuação destacada, principalmente por causa do estilo de jogo adotado pelo São Paulo, que pressionou alto e sufocou o adversário. Com muita presença física e imposição no meio, o volante ainda brilhou com um golaço de fora da área, abrindo o placar no Morumbi e dando tranquilidade ao time.

Pelo lado do Athlético Paranaense:

Gastón Benevídez: Foi a lucidez no caos. Mesmo com o Atlético-PR muito recuado e apostando nos contra-ataques, Gustavo Gastón Pernavides teve frieza e visão para fazer a jogada do gol rubro-negro. No fim da partida, encontrou o espaço necessário e fez o cruzamento rasteiro que resultou no gol de Kevin Viveiros. Sua participação foi crucial para manter o Atlético vivo no confronto e ainda sonhando com a classificação nas quartas de final da Copa do Brasil.

Kevin Viveiros: Entrando no intervalo, o Viveiros foi decisivo ao marcar o gol que manteve viva a esperança do Atlético Paranaense na partida, dando fôlego à equipe para o confronto de volta.

Opinião 

  A arbitragem da partida ficou novamente na responsabilidade de Ramon Abatti Abel. E, mais uma vez, esteve longe de agradar. Sem necessidade de muitos rodeios, a atuação foi fraca. O árbitro picotou o jogo, marcou faltas discutíveis, ignorou um possível pênalti claro a favor do São Paulo e ainda expulsou o técnico Odair Hellmann por reclamação. E, dentro do contexto, a reclamação do treinador fazia sentido.

É difícil entender como Ramon ainda ocupa espaço no quadro de arbitragem do futebol brasileiro com atuações tão questionáveis, e nesta partida sua condução novamente gerou revolta nas arquibancadas e nos bancos de reservas. Já o São Paulo fez o que se esperava, ao menos na maior parte do jogo. Dominou as ações, teve mais posse de bola, criou oportunidades e marcou os gols necessários para sair com a vitória. No entanto, o relaxamento nos minutos finais custou caro. 

A equipe sofreu um gol evitável, resultado direto de um momento de desatenção defensiva. Agora, o que poderia ser uma ida tranquila à Arena da Baixada com vantagem confortável virou um confronto em aberto. O São Paulo, que poderia ter resolvido o duelo no Morumbi, terá que encarar um cenário hostil: jogar fora de casa, num gramado sintético, com a bola correndo mais e o adversário motivado. Se não corrigir os erros cometidos, especialmente na reta final, o Tricolor corre o risco de desperdiçar a vaga de forma até ingênua. A equipe foi dominante, sim, mas deixou o Atlético Paranaense vivo no confronto, e agora terá que lutar para não pagar o preço da própria desatenção.

  O Atlético Paranaense precisa urgentemente rever sua postura em campo se quiser seguir vivo na Copa do Brasil. É compreensível que o técnico Odair Hellmann adote um estilo de jogo reativo afinal, essa é uma identidade consolidada em sua carreira, mas há uma diferença gritante entre ser reativo e ser passivo. E, contra o São Paulo, o Atlético foi absolutamente passivo. Permitir que o adversário jogue à vontade durante praticamente todo o confronto, e só reagir nos minutos finais, não condiz com a grandeza de um clube que deseja avançar às quartas de final de um torneio nacional. Pela forma como atuou, o Furacão sequer merecia estar vivo na disputa: a vitória do São Paulo foi justa, e o placar de 2 a 1 foi até generoso com a equipe rubro-negra.

O Tricolor Paulista teve amplo domínio da posse, do ritmo e das ações ofensivas durante quase toda a partida, muito em função da fragilidade de marcação e da falta de imposição do Atlético. Tirando uma boa jogada nos minutos iniciais e uma finalização de Juliano ainda no primeiro tempo, a equipe paranaense foi nula até o gol de Kevin Viveiros no final o que, por si só, diz muito sobre o desempenho coletivo. É preocupante ver um time com potencial técnico adotar uma postura tão retraída, mesmo considerando o adversário de alto nível. O Atlético parecia jogar com medo, como se estivesse tentando evitar uma goleada e, de fato, não fosse a falta de pontaria e a boa atuação do goleiro, poderia ter saído de campo com um resultado bem mais elástico.

Se continuar jogando assim, será eliminado. A Copa do Brasil é uma competição que exige entrega, inteligência tática e coragem. E, além da parte esportiva, há também a questão financeira: a premiação para quem avança às quartas de final é significativa, especialmente para clubes que buscam equilíbrio orçamentário. Para efeito de comparação, o Internacional. Também adepto de um jogo reativo e mostrou, contra o Fluminense, que é possível ser reativo e competitivo ao mesmo tempo. O Colorado, mesmo derrotado, foi valente, buscou o jogo, se impôs quando pôde e criou chances. Lutou. O Atlético, neste jogo contra o São Paulo, simplesmente não lutou. Assistiu o tricolor paulista jogar. É hora de mudar. Jogo de volta é na Arena da Baixada, com o apoio da torcida e em um gramado que favorece o estilo da equipe. Mas, se entrar com a mesma mentalidade apática, não importa o fator casa: o São Paulo, com seu elenco qualificado e volume ofensivo constante, não perdoará uma segunda chance.

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