Resultado ruim, jogo amarrado! No Engenhão, o duelo de alvinegros buscaram a vitória e os 3 pontos, mas faltou gol!

   Com o começo dominante da equipe botafoguense, e um período inteiro onde o Corinthians foi melhor. O Botafogo e o Corinthians se duelaram pelos três pontos do campeonato brasileiro,  na 17ª rodada do Brasileirão. Se puderem ajudar, sigam o Blog Alusionismo Esportivo pra ajudar o nosso blog crescer! 😀

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1º Tempo 

   Com o Nilton Santos cheio, o Botafogo começa o jogo com postura ofensiva e troca intensa de passes. A equipe carioca buscou o ataque tanto pelo meio quanto pelas pontas, controlando as ações iniciais da partida. No entanto, apesar da posse e da movimentação, o time ainda não conseguiu levar real perigo ao gol do Corinthians nos primeiros 10 minutos, até que o Newton finaliza da zona intermediária da defesa do Corinthians, obrigando o Hugo fazer uma bela defesa. Com o passar do tempo, o Botafogo transformou a posse em perigo real. Os passes, antes pouco produtivos, evoluiram para uma sequência de ataques incisivos, especialmente pelas pontas. Mateus Ponte passou a ser uma válvula de escape constante pelo lado esquerdo da defesa do Corinthians, levando perigo com jogadas em velocidade.

   A equipe alvinegra carioca mandava na partida, tanto a equipe botafoguense conseguiu chegar ao seu gol. Aos 24 minutos do primeiro tempo, o Mateo Ponte cruzou uma bola, no lado esquerdo da defesa corintiana, a bola chegou no Natan que cabeceou pra trás, que encontrou o Arthur Cabral cabecear pro fundo das redes. Com o passar dos minutos, o Botafogo diminui o ritmo ofensivo que havia imposto no início. A equipe carioca passou a ter menos ataques incisivos e perde o controle da partida. O Corinthians, por sua vez, cresce no jogo e começa a se expor mais no ataque, criando boas jogadas nos minutos finais da primeira etapa. O Botafogo ainda chega com alguma frequência pelas pontas e pelo meio, mas sem a mesma intensidade. O primeiro tempo termina com uma vantagem mínima para o Alvinegro carioca no placar.

2º Tempo 

    O segundo tempo começa com 4 mudanças na equipe corintiana. Aos poucos, as mudanças feitas pelo Dorival Junior começaram a surtir efeito. Pois a postura da equipe paulista dentro de campo, passou a ser diferente, com controle da posse de bola, que era praticamente todo do Botafogo, passou a ser mais equilibrado entre as duas equipes. O Corinthians tornou-se mais agressivo, passou a controlar melhor a bola e a tomar mais ações ofensivas no campo de ataque. A equipe corinthiana começou a levar mais perigo, concentrando suas jogadas pelo meio e se aproveitando dos erros cometidos pelo Botafogo.

Em um desses momentos, o goleiro John acabou entregando a bola nos pés de um jogador corinthiano, que quase marcou o gol. No entanto, o próprio goleiro botafoguense conseguiu se recuperar a tempo e evitar o gol com uma boa defesa. Ao longo da partida, o Corinthians foi controlando ainda mais seu ímpeto ofensivo, chegando com frequência ao campo adversário, mantendo a posse de bola e administrando o ritmo de seus ataques. Até que, aos 38 minutos do segundo tempo, Memphis Depay recebeu a bola do Raniele, e de primeira faz o gol do empate. Com bastante imbate físico no meio campo, a equipe botafoguense ainda conseguiu produzir mais algumas chances de ataque pra tentar fazer o gol que lhe daria a vitória dentro da partida, enquanto a equipe corintiana passou os últimos minutos de jogo acomodado, pois parecia que o empate era bom pro Corinthians. Sem ter tempo pra mais nada, o jogo acaba em 1x1.

Destaques da partida 

Pelo lado do Botafogo:

Arthur Cabral: Arthur Cabral foi o principal jogador da partida. Além de marcar o gol, teve papel fundamental na transição e na parte tática da equipe. Quando a bola passava pelo meio, ele conseguia distribuir bem o jogo, acionando os laterais para a criação de jogadas ofensivas.

Mateo Ponte: Apesar do Botafogo ter sofrido um gol por uma falha de atenção defensiva, na minha visão, a culpa não foi de Mateo Ponte. Mesmo o cruzamento que originou o gol tendo saído do seu lado, ele foi o jogador mais decisivo no ataque. Conseguiu acelerar o jogo e levou o time ao campo ofensivo com velocidade e objetividade.

Nathan Fernandes: Foi o atleta mais perigoso pelo lado esquerdo do ataque botafoguense. Criou boas jogadas e esteve perto de ampliar o placar ou garantir a virada em diversos momentos, sendo peça importante nas investidas ofensivas da equipe.

Pelo lado do Corinthians:

Memphis Depay: Mesmo atuando apenas no segundo tempo, Memphis Depay foi decisivo ao marcar o gol de empate e garantir, ao menos, um ponto para o Corinthians em um jogo bastante difícil no Engenhão. Sua presença em campo deu mais poder ofensivo à equipe no momento em que ela mais precisava.

Raniele: O volante foi um dos poucos jogadores do sistema defensivo corintiano que não cometeu grandes erros. Além disso, foi o responsável pela assistência para o gol de Depay. Na transição entre defesa e ataque, Hanielle teve papel importante ao distribuir o jogo com velocidade e boa leitura das jogadas.

Yuri Alberto: Entrando no segundo tempo ao lado de Memphis Depay, Yuri Alberto foi o atacante que mais conseguiu criar jogadas ofensivas, explorando os erros da defesa do Botafogo. Chegou perto de virar a partida em algumas oportunidades, mostrando movimentação e presença de área. Apesar disso, o atacante acabou pecando nas finalizações e não conseguiu concretizar as chances criadas.

Opinião 

  A arbitragem de Rodrigo José Pereira de Lima foi segura e discreta, o que é sempre um bom sinal. Ele não protagonizou o jogo e não houve lances polêmicos que justificassem uma análise negativa de sua atuação.

O Botafogo começou o primeiro tempo de forma muito positiva. A equipe conseguiu ser efetiva nas poucas oportunidades que teve e marcou o gol com mérito. Pelo desempenho inicial, merecia até sair com um placar mais favorável. No entanto, com o passar do tempo, o time foi perdendo intensidade. A partir da metade do primeiro tempo, o Botafogo parecia mais cansado, com menor volume de jogo e dificuldade para manter o ritmo ofensivo. No segundo tempo, a queda de rendimento foi ainda mais evidente, dando a impressão de que era outro time em campo.

Apesar de ainda ter criado algumas jogadas de ataque, o time não ofereceu tanto perigo e não conseguiu manter o ímpeto necessário para ampliar o placar ou reagir com qualidade após o empate. Na minha visão, o Botafogo precisa evoluir fisicamente e taticamente para manter uma constância maior durante os 90 minutos. Não pode mais depender de apenas 10 ou 15 minutos bons e passar o restante da partida com desempenho abaixo do esperado, correndo riscos desnecessários.

  Pelo lado do Corinthians, o que mais incomodou foi a aparente falta de ambição da equipe em buscar a virada após o empate. Em diversos momentos da partida, a sensação era de que, se o time alvinegro paulista tivesse forçado um pouco mais, poderia facilmente ter feito o segundo gol. O jogo parecia aberto, com espaço para mais gols, mas o Corinthians se acomodou com o placar de 1 a 1.

Essa postura levanta um ponto de preocupação: o adversário era um Botafogo ainda em início de trabalho com o novo treinador, com pouco tempo de entrosamento e ajustes táticos. Mesmo assim, o Corinthians não conseguiu impor superioridade, e se contentou com um empate que, em muitos momentos, parecia possível ser superado. Fico imaginando como esse Corinthians reagiria diante de uma equipe mais consolidada, com mais tempo de trabalho e organização. Diante de um adversário mais agressivo e equilibrado do que o Botafogo foi no segundo tempo, é provável que o resultado tivesse sido uma derrota, talvez até por uma diferença maior no placar. A equipe precisa demonstrar mais intensidade e vontade de vencer se quiser se firmar no campeonato.

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