Com um dos tempos bastante ruim, o Atlético Mineiro reage na Arena MRV!

   Jogando na Arena MRV, o Atlético Mineiro faz um primeiro tempo muito abaixo do esperado e não consegue ter uma boa transição entre a sua defesa e o ataque, pois pecava pela lentidão da sua troca de passes. Mas consegue reverter um cenário adverso, conseguindo reagir na reta final de jogo! Se puderem nos ajudar, sigam o nosso blog, clicando nos três tracinhos na parte superior da sua tela, isso ajuda o nosso blog a crescer!😀

Atenção

 

Imagine um mundo onde você pode sair das dívidas enquanto ganha um rendimento extra? Imagine um mundo onde pode fazer um investimento com um retorno financeiro muito mais rápido, em comparação com investir no mercado de ações? Consegue imaginar pessoas que querem genuinamente ajudá-lo e, acima de tudo, querem vê-lo prosperar e crescer? Descubra a imersão, Viver De Cripto! Um caminho onde você ganhará dinheiro com segurança, fazendo com que aqueles à sua volta sejam felizes contigo. Click na imagem, onde você será encaminhado pra garantir a sua vaga na Imersão Viver de Cripto! Além de garantir a sua vaga no sistema vitalício, você terá um desconto, garantindo uma nova etapa na sua vida!

1º Tempo 

   

Com a Arena MRV cheio, o Atlético Mineiro recebeu o Godoy Cruz no primeiro duelo das oitavas de final da Copa Sul-Americana. O clima era de decisão, e cada lance parecia carregar o peso da classificação! O início foi de estudo mútuo. As duas equipes se analisavam com atenção, trocando passes no meio-campo e buscando brechas pra atacar. O jogo se concentrava pelo centro, e, sempre que a bola se aproximava da intermediária, a posse era recuada ou transferida para o lado oposto. O equilíbrio era evidente… até que o Godoy Cruz assustou primeiro! Andres Melli, pela esquerda do ataque argentino, arriscou uma finalização diagonal que exigiu atenção da defesa atleticana. O lance acendeu o alerta no Galo, que, mesmo com a transição lenta pelo meio, começou a encontrar caminhos para atacar. O Atlético passou a explorar mais as pontas, especialmente o lado esquerdo. Arana, muito acionado, protagonizou a primeira finalização da equipe mineira. O lance marcou o início da mudança de postura: o Galo passou a ter mais posse de bola e a ditar o ritmo, ainda que deixasse espaços para os contra-ataques do adversário. Aos poucos, as jogadas ofensivas se tornaram mais incisivas. Tanto pela esquerda quanto pela direita, o time chegava com perigo. Em uma das melhores oportunidades do primeiro tempo, Scarpa cobrou falta com precisão, Rony subiu bem e cabeceou firme, obrigando o goleiro Petroli a fazer grande defesa! Com ímpeto ofensivo crescente, o Atlético continuou rondando a área rival. Apesar da lentidão na transição do meio para o ataque, a equipe mineira mostrava organização e controle, mantendo a pressão e levando a torcida à expectativa de que o gol poderia sair a qualquer momento!

    A equipe atleticana sentia o peso da marcação em linhas altas imposta pelo Godoy Cruz. A pressão constante dificultava a saída de bola, tornando árdua a transição da defesa para o ataque. Ainda assim, o Atlético encontrava maneiras de avançar, mesmo que com lentidão. Mas a insistência argentina deu resultado. Aos 37 minutos do primeiro tempo, após uma saída mal trabalhada na defesa, Alonso cortou mal  de forma incompleta, Andino recuperou, arrastou para o meio e encontrou Bianco, que invadiu a área e finalizou com precisão, sem dar chances a Ederson, gol do Godoy Cruz! O jogo ganhou contornos de nervosismo. O Galo ensaiou uma pressão sobre a defesa adversária, atacando tanto pelo lado esquerdo quanto pelo direito, buscando o empate antes do intervalo. E quase conseguiu! Aos 45 minutos, após falta sofrida por um jogador atleticano, Hulk cruzou para a área, Rony finalizou, Petroli espalmou e Arana empurrou para o gol. Explosão na Arena MRV! Mas a festa durou pouco: havia um jogador atleticano em posição de impedimento, e o gol foi anulado. Nos minutos finais, o Atlético trocou passes laterais, tentando abrir espaços. Porém, o primeiro tempo terminou com vantagem mínima para o Godoy Cruz, que desceu para o vestiário com a missão cumprida e a confiança em alta.

2º Tempo 

    As equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações. Nenhum dos técnicos promoveu mudanças no intervalo. O Atlético Mineiro, porém, retornou com outra postura. O Galo passou a se impor fisicamente, adotando um ataque mais volumoso e incisivo no campo ofensivo. Com maior velocidade na circulação da bola e explorando mais os cruzamentos, o time atleticano assumiu o controle das ações, aumentando a posse e a intensidade do jogo. Se no primeiro tempo já havia certa superioridade na posse, agora o Atlético girava a bola com mais objetividade e transformava passes em oportunidades concretas. O Godoy Cruz mantinha a marcação em linha alta, mas já não tinha a mesma intensidade do início. Ainda assim, incomodava quando avançava ao campo ofensivo, pressionando a saída de bola e tentando desestabilizar a equipe mineira.

    Os dois técnicos começaram a mexer nas equipes, e parecia que Cuca fazia mudanças mais eficientes. Claro, a qualidade do elenco atleticano também pesava por isso, os efeitos das substituições foram sentidos rapidamente no início da etapa final. Com objetividade, volume ofensivo e ocupando melhor os espaços na defesa do Godoy Cruz, o inevitável aconteceu. Aos 22 minutos, em jogada pelo lado esquerdo, Guilherme Arana cruzou com precisão e encontrou Coedio livre. O atacante finalizou com categoria e empatou a partida! A Arena MRV explodiu em festa. O gol trouxe confiança e inflamou a produção ofensiva do Galo. Se no primeiro tempo as trocas de passes eram lentas e a transição arrastada, no segundo, o Atlético surpreendeu a defesa argentina com velocidade e objetividade. A chave para essa virada de postura foi justamente a troca rápida de passes, que desmontou o esquema do Godoy Cruz, baseado em pressionar, roubar a bola e acelerar rumo ao gol. Dessa vez, não funcionou. E o castigo veio no fim. Aos 44 minutos, em jogada pelo lado direito, Coedio lançou a bola na área. Bem posicionado, Ne ajeitou de peito para Hulk, que, com um chute potente, marcou um golaço! 2 a 1 para o Atlético. Com a virada, o jogo perdeu intensidade. O Galo passou a administrar a vantagem e gastar o tempo, controlando o ritmo até o apito final. Sem grandes sustos nos acréscimos, o Atlético Mineiro confirmou a vitória por 2 a 1 e levará para o jogo de volta a vantagem de um gol, mantendo viva a esperança de classificação.

Destaques da partida 

Pelo lado do Atlético Mineiro:

Guilherme Arana: Fez um jogo simplesmente impecável! O lateral não apenas manteve a consistência defensiva, como também foi peça-chave para que a equipe atleticana subisse suas linhas, marcasse com intensidade e criasse inúmeras jogadas ofensivas. A marcação foi tão eficiente que parecia, ironicamente, que era o Godoy Cruz quem estava pressionando em linhas altas desde o apito inicial.

Hulk: Foi o verdadeiro motorzinho do time, foi incansável! Articulou jogadas com precisão, deu velocidade quando necessário, cadenciou nos momentos certos e, para coroar sua atuação, marcou um golaço de tirar o fôlego! Foi o termômetro da equipe, aquele que dita o ritmo e mantém o pulso firme mesmo nos momentos mais tensos.

Tomás Cuello: Foi o destaque absoluto da partida! Participou diretamente da virada do Atlético Mineiro, abrindo o caminho com o primeiro gol. No segundo, esteve presente de forma decisiva: um lançamento milimétrico que permitiu a Renier ajeitar para Ruki estufar as redes! Uma atuação completa, que ficará marcada como uma das mais brilhantes desta campanha!

Pelo lado do Godoy Cruz:

Augustin Auzmendi: Foi o centroavante que, mesmo sem balançar as redes e com apenas um chute certo na direção do gol, desempenhou um papel fundamental. É verdade: centroavante vive de gols, mas, nesta partida, sua importância esteve em outro aspecto a marcação em linhas altas, exatamente a proposta que o Godoy Cruz apresentou para este jogo. Mesmo precisando ser substituído no segundo tempo, deixou sua marca tática.

Pol Fernandes: Por sua vez, foi outro que incomodou demais a defesa atleticana, pressionando sem descanso para recuperar a bola e colocar seus companheiros em posição de finalizar. Incansável, não deu paz aos defensores.

Santiago Andino: Foi “o jogador mais chato” para o Atlético Mineiro, Santiago Andino não ficou atrás. Foi igualmente incômodo, um verdadeiro pesadelo para a saída de bola atleticana. E mais: marcou o gol que reacendeu a esperança do Godoy Cruz na partida, colocando fogo no jogo e inflamando a torcida!

Opinião 

    A arbitragem de Alex Herrera foi segura e discreta. Não buscou protagonismo, deixou o jogo fluir e conduziu a partida como deveria. A equipe do VAR, da mesma forma, não interferiu negativamente no andamento do confronto. 

   O Galo, no entanto, sofreu mais do que deveria por conta da falta de atenção defensiva. Era um jogo para vencer por 2 a 0, tranquilo. A superioridade técnica e o maior investimento do Atlético Mineiro em relação ao Godoy Cruz ficaram claros: mais jogadores decisivos, mais repertório, mais elenco. E isso se mostrou em campo. Um time que está perdendo, mas consegue manter a cabeça no lugar para virar o placar, merece respeito, são poucos que conseguem isso. 

   Poderia ter sido mais fácil, é verdade. Mas, quando se toma pressão e cede espaços, o risco aumenta. Fico imaginando como será o jogo de volta, lá na Argentina. Será que o Atlético repetirá os mesmos erros desta partida? Se acontecer, o risco de levar a decisão para os pênaltis é real. Eu, particularmente, não acredito que isso vá se repetir. Mesmo com a torcida do Godoy Cruz empurrando, pressionando, fazendo o “inferno” no estádio, acredito que o Atlético tem tudo para passar. Mas é fato: às vezes, o Galo se coloca em sufocos desnecessários. Este era um jogo para um resultado bem melhor, muito melhor do que o que vimos.

     Já pela equipe do Godoy Cruz, a estratégia do técnico Walter Ribonetto foi, no mínimo, interessante para esta partida. É claro, e ele sabia disso, que o time não teria a mesma dinâmica e intensidade durante os 90 minutos. Ciente dessa limitação, tentou fazer com que sua equipe, mesmo inferior tecnicamente, tivesse chances reais de vitória. O plano foi claro: marcação alta, alternando com blocos médios bem compactos, para encurtar espaços e preparar contra-ataques rápidos. As trocas de passes em diagonais eram a arma para chegar ao gol do Galo o mais rápido possível, buscando ser objetivo e letal. Funcionou bem no início, mas, com o passar do tempo, a equipe argentina foi caindo de produção por causa do desgaste físico.

   As substituições, infelizmente para Ribonetto, não surtiram efeito. Os jogadores que saíram do banco pareciam estar em um dia ruim ou, simplesmente, eram bem inferiores aos titulares. E isso pesa, ainda mais em um campeonato de tiro curto como a Copa Sul-Americana. Dessa forma, o Godoy Cruz não fez um mau jogo, longe disso. Mas é inegável que o Atlético é muito superior. Jogando em casa, era natural que o Galo encontrasse forças para buscar o gol da virada. Se o Godoy Cruz quiser sonhar com a classificação, terá que repetir a postura que apresentou no primeiro tempo, esperar a chance certa para atacar e, principalmente, não reduzir tanto o ritmo como fez na transição do primeiro para o segundo tempo.

Sigam-nos também nas redes sociais!


Página oficial do Alusionismo Esportivo no X, click no link acima!

Página oficial do Alusionismo Esportivo no Instagram,  clique no link acima!  


Página oficial do Alusionismo Esportivo no Facebook click no link acima!


Página oficial do Alusionismo Esportivo no Treads, clique no ícone acima! 

Comentários