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1º Tempo
Na Arena Castelão com público pequeno, a tensão diva no lado do Fortaleza que precisava vencer, enquanto a esperança ficava com o Botafogo que está vivendo um dos seus melhores momentos no ano! Esse confronto aconteceu em um jogo válido pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro, o último capítulo do primeiro turno. O início foi uma dança de cautela. As duas equipes se olhavam, se mediam, se testavam. Faltas aqui, divididas ali. Isso foi acontecendo até que, surgiu o momento de ruptura: Gustavo Mancha, em uma dividida, foi com força sobre Danilo e fez falta. Com o árbitro perto da jogada, deu o cartão vermelho direto pro jogador do Fortaleza. O VAR chamou, o árbitro revisou, mas a decisão foi mantida, Mancha estava fora, e o Fortaleza, ficou encurralado jogando com um a menos! Com a vantagem numérica, o Botafogo tratou de pensar o jogo com a paciência de quem sabe que a oportunidade virá. O Botafogo vinha com toques curtos, posse no campo defensivo, sondando o o tricolor cearense. O Fortaleza se fechava em linhas médias e baixas, aceitando o jogo. Aos poucos, o alvinegro carioca crescia. Mas em uma jogada de contra golpe, o Sacha, teve uma visão, deu um passe em profundidade que deixou Fabiano, que fico de cara a cara com o destino, e parecia que seria gol, mas a bola passou beijando a trave, levando um suspiro coletivo à arquibancada. Porém, como uma advertência, pra quem estava buscando se defender, o castigo acabou acontecendo. Aos 13 minutos, Alex Telles colocou a bola na área em cobrança de falta; Marçal, no tempo certo e no espaço certo, subiu mais alto que todos e testou firme, abrindo o placar pro glorioso. O gol foi a senha para o time cearense baixar as linhas e esperar a equipe carioca atacar, pra quem sabe achar um gol nos contra-ataques. O Renato Paiva fez mudança, na tentativa de reorganizar seu time, trocou o centroavante por um defensor, mudança que parecia mais proteger do que arriscar. Até que o Bruno Lopes, em raro momento de liberdade pela esquerda, até acenou com uma boa jogada, mas sem final feliz. Com 61% de posse contra apenas 39% do adversário, o Botafogo passou a concretizar a sua vantagem na posse de bola, em agressão ofensiva, achando espaços na defesa do Fortaleza pra poder ampliar a sua vantagem!
Com um crescia e controle do jogo, a equipe carioca vinha sentindo o cheiro do gol no ar, pois a cada investida, parecia mais próximo de ampliar o placar! Tanto que o Incansável Savarino, apareceu de novo: com uma finalização seca, obrigando o goleiro Silvestre a se esticar para salvar o Fortaleza de um golpe ainda mais doloroso! O time cearense estava irreconhecíve, a defesa aberta como um livro mal fechado, deixava o torcedor sem qualquer esperança de reação! O meio-campo não conseguia tramar jogadas que levassem perigo; as transições rápidas, tão vitais para surpreender, simplesmente não existiam. O Botafogo jogava no compasso que queria, sem ser incomodado. E, no entanto, o futebol sempre reserva brechas para lampejos de castigo, pois a bola pune! Num raro momento de lucidez, Herrera levantou a bola na grande área, Tinga subiu mais que a zaga, testou firme... Mas a bola saiu pela linha de fundo! Foi um dos últimos suspiros ofensivo do Fortaleza no primeiro tempo. Aos cinquenta minutos do segundo tempo, veio o golpe final. Álvaro Montoro deu um passe preciso, cortando a defesa como faca quente na manteiga. Arthur Cabral recebeu, driblou o goleiro e empurrou para o gol vazio. Um 2 a 0 que parecia sentença, era apenas mais um castigo pelo péssimo desempenho da equipe cearense no jogo! Sem tempo para reação, o primeiro tempo acaba com um Botafogo sendo superior mesmo jogando fora de casa, com um placar que resumiu o primeiro tempo!
2º Tempo
As equipes voltaram para o segundo tempo com mudanças dos dois lados, mas a bola mal havia voltado a rolar quando o Castelão testemunhou mais um golpe para o já combalido Fortaleza. Aos 3 minutos do segundo tempo, o Arthur Cabral recebeu um passe protegeu com categoria e deu um passe em profundidade peo Maçal, a bola sobrou limpou a jogada, tirou do goleiro e com força soltou uma bomba no alto, ampliando ainda mais a vantagem botafoguense. Com três gols de vantagem, a vitória botafoguense ter sido concretizado, a tocida do Fortaleza ainda continuava no Castelão por motivos diferentes. Uns ficaram, torcendo pra Fortaleza reagir, outros pra cobrar da equipe, mas no fim o pior ainda estava por fim! O tempo corria e o ânimo dos jogadores do Fortaleza era tão baixo quanto o volume de jogo. Trocas de passes tímidas, nenhuma profundidade, nada que realmente preocupasse a defesa botafoguense. A tentativa de circular a bola na esperança de achar um espaço o Fortaleza foi trocando passes, o Botafogo esperava com paciência esperando o tricolor cearense tomar a iniciativa, mesmo que fosse inofensiva. Até que aos 8 minutos do segundo tempo, o castigo virou goleada, o Savarino cobrou escanteio curto, David Ricardo subiu no segundo andar e desviou com categoria, vencendo o goleiro. Era o quarto gol botafoguense, parecia ser o golpe definitivo. Nesse momento, quem tinha fé da reação do Fortaleza, apenas deixou de acreditar, quem estava aindo estádio pra poder vaiar, deixou a arquibancada, pois estava vendo sem ao menos acreditar! A partir daí, o jogo caiu num roteiro previsível: o Fortaleza trocava passes no meio-campo, tentando encontrar uma infiltração que nunca vinha. Um time pacífico, retraído, quase resignado. O Botafogo, ao contrário, mantinha-se exigente e preciso quando atacava, explorando contra-golpes com força e objetividade. A posse de bola até começava a se equilibrar, mas o placar já estava muito distante para que qualquer tentativa mudasse a história da tarde.
Aos poucos, a equipe botafoguense foi encontrando cada vez mais liberdade nos ataques e no meio de campo, articulando com tranquilidade novas investidas ofensivas. Em determinado lance, os atacantes do Botafogo desperdiçaram uma chance incrível ao insistirem em construir a jogada perfeita para marcar. Nos minutos finais, a supremacia alvinegra era evidente. Forte, firme e seguro em seu campo ofensivo, o Botafogo explorava espaços com inteligência, dando a sensação de que o quinto gol estava mais próximo do que qualquer tentativa do Fortaleza de diminuir o placar. E ele veio, no apagar das luzes, dentro do Castelão, a goleada se concretizou. Aos 48 minutos do segundo tempo, Alex Telles encontrou Matheus Martins na área, o atacante dominou, ajeitou com a perna direita, trouxe para a esquerda e finalizou com precisão, finalizou vencendo o goleiro tricolor: 5 a 0. Um pouco antes desse lance acontecer, a torcida do Fortaleza, incrédula com a atuação do time, passou a ir embora. Dali em diante, restou ao esgotado Fortaleza apenas esperar pra acabar o jogo! O jogo acabou, com a vantagem de cinco gols pra equipe botafoguense!
Destaques da partida
Pelo lado do Fortaleza:
Bruno López: Foi um dos poucos jogadores do Fortaleza que realmente tentou romper a defesa do Botafogo e buscar o gol. Se em um dos ataques que ele fez, surgisse o gol, o jogo poderia ter tomado outro rumo, mesmo com a equipe atuando com um jogador a menos.
Sasha: Por sua vez, assumiu o papel de principal articulador das jogadas do time cearense, que vive um desempenho aquém das expectativas nesta temporada. Mesmo em uma atuação coletiva fraca da equipe cearense diante do Botafogo, o Sacha conseguiu organizar algumas transições da defesa para o ataque, permitindo que o Fortaleza criasse poucas, mas valiosas, oportunidades de contra-ataque ao longo da partida.
Pelo lado do Botafogo:
Arthur Cabral: Mesmo tendo desperdiçado algumas chances, todo centroavante vive de gols. Sendo assim, o Arthur Cabral também deixou sua marca, fazendo um dos gols, ajudando na criação da goleada botafoguense!
Fernando Maçal: O nome da partida. Seguro na defesa, mérito também do estilo de jogo que o Botafogo impôs ao longo dos 90 minutos, mesmo assim por que não dizer, também a forma que como o Fortaleza atuou, influenciou na boa atuação do Maçal. Além do mais, não foi apenas impecável na defesa, mas também foi decisivo no ataque, marcando dois dos cinco gols do time carioca.
Matheus Martins: Entrou no segundo tempo, com apenas 45 minutos para mostrar serviço, fez uma das coisas que um atacante de lado faz de melhor, que é gol! O ponta esquerdo, fechou a conta com o último gol do jogo, selando a goleada histórica no Castelão.
Opinião
A arbitragem do Anderson Taronco, na minha visão, foi ruim apenas por um único lance: a expulsão. O jogador do Fortaleza foi expulso de forma exagerada. No lance da falta que gerou o cartão vermelho, a jogada merecia apenas o amarel. O jogador do Fortaleza foi imprudente? Sim foi! Mas sem intenção de machucar ou ferir o adversário. Fora isso, ao longo da partida, a arbitragem foi aceitável. Mas esse lance isolado mudou o rumo do jogo e influenciou diretamente no placar da partida!
O Fortaleza merecia essa derrota? Sim, foi muito passivo dentro de campo! O que não consigo entender é o comportamento do time cearense depois da expulsão. Teve alguns ataques, conseguiu criar algumas chances. Mas o que pareceu, foi que a equipe sentiu demais a ausência do jogador que foi expulso e simplesmente parou de jogar, ainda mais, depois do segundo gol. Faltou força mental para manter um ímpeto ofensivo capaz de incomodar a defesa do botafoguense! Não falo que o time que tem um jogador a menos, tem que se atirar ao ataque de forma desorganizada, mas de buscar um equilíbrio: reforçar a defesa, sim, mas também contra-atacar com perigo.
Nesse sentido, a decisão do técnico Renato Paiva de tirar o Dayveson, o centroavante, o centro avante da equipe, foi equivocada. Ele poderia ainda ser útil, mesmo com um jogador a menos. Eu teria tirado um meio-campista e esperado pelo segundo tempo para avaliar a reação da equipe cearense. Com Dayverson em campo, havia a possibilidade real de empatar, mesmo depois do gol do Botafogo, porque centroavante vive de achar espaço e finalizar. O grande erro do Fortaleza foi se encolher na defesa. Após o segundo gol sofrido, a situação piorou: o Botafogo aproveitou bem os espaços e, mesmo com o adversário recuado, encontrou brechas para atacar. Isso me irrita em técnicos retranqueiros, pensar apenas em se defender pode até ser um pensamento de segurança, mas sem atacar, não se faz gol, sem gols não existe resultado. Essa postura, na minha opinião, selou a derrota do Fortaleza.
O Botafogo fez, basicamente, um jogo perfeito. É claro que se beneficiou da expulsão do Mancha, mas, ainda assim, fez exatamente o que precisava fazer. Não cometeu erros: atacou quando foi necessário, foi eficiente quando finalizou, controlou a partida, manteve a posse de bola durante a maior parte do tempo e não permitiu que o adversário jogasse. Uma crítica que costumo fazer ao Botafogo é a oscilação de intensidade. Muitas vezes a equipe começa o jogo em ritmo forte e, ao longo do jogo ou em um dos tempos dentro do mesmo jogo, a equipe perde intensidade. Em outras ocasiões, o problema é o oposto: a equipe entra mal no jogo e só melhora no segundo tempo. Contra o Cruzeiro, por exemplo, no Engenhão, o time começou muito mal e só reagiu na metade do segunda etapa. Inclusive, nesse jogo contra o Cruzeiro, a equipe botafoguense só foi começar a reagir depois que o jogo já estava praticamente perdido. Já contra o RB Bragantino, também no Engenhão, foi o contrário: o primeiro tempo foi muito bom, mas houve queda de rendimento depois do intervalo.
Nesse jogo contra o Fortaleza, o Botafogo teve um primeiro tempo muito forte. Quando percebeu que poderia perder intensidade, passou a controlar a posse, permitiu que o Fortaleza trocasse passes no campo de defesa e se organizou bem em blocos médios e baixos. Ao mesmo tempo, conseguia levar a bola ao ataque com facilidade, o que contribuiu para construir o placar elástico. Tenho certeza de que, se o Fortaleza tivesse permanecido com 11 em campo, o resultado não teria sido tão amplo, mas ainda assim o resultado seria positivo para o Botafogo. E muito provavelmente teria ganho com dois ou três gols de diferença!
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