No Maracanã, o duelos de tricolores acabou aconteceu. Mas com muitos erros das duas equipes nas finalizações, nos passes e nos ataques, uma das duas equipes errou menos e conseguiu sair de campo, com um triunfo bastante importante, conseguindo um excelente resultado pro campeonato brasileiro! Se puderem nos ajudar, sigam o nosso blog, clicando nos três tracinhos na parte superior da sua tela, isso ajuda o nosso canal crescer!😀
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1º Tempo
No Maracanã lotado, o Fluminense recebeu o Grêmio em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, e a primeira etapa foi marcada pelo domínio total da equipe carioca. Em um confronto de estratégias distintas, o Flu optou por trabalhar a posse de bola com paciência, girando o jogo do meio para as pontas, enquanto o Grêmio apostava nos contra-ataques e jogadas em velocidade para tentar surpreender. Logo no início, o Grêmio teve sua primeira chance do tempo, com Alysson finalizando da zona intermediária de defesa do Fluminense, mas o experiente Fábio apenas olhou a bola indo pra fora! Porém, foi um lampejo isolado. A equipe gaúcha logo recuou suas linhas defensivas, ficando presa em seu campo e sem espaço para as transições rápidas que buscava.
O Fluminense, por sua vez, se impôs no meio-campo, com marcação alta e posse dominante. A equipe carioca passou a empurrar o Grêmio para trás e empilhar ataques, ainda que com dificuldades na definição das jogadas. As finalizações vinham principalmente de cruzamentos tanto por baixo quanto pelo alto, mas a pontaria deixava a desejar. Mesmo assim, a insistência tricolor foi premiada. Aos 42 minutos do primeiro tempo, após cobrança de escanteio do Ganso mal afastada pela zaga gremista, Guga recolocou a bola na área, e Everaldo, oportunista, marcou o gol. Foi o terceiro dele nos últimos dois jogos, mostrando faro de artilheiro e confirmando sua boa fase. Com o controle absoluto das ações e sem ser ameaçado defensivamente, Fábio praticamente não trabalhou, o Fluminense fechou o primeiro tempo com uma vantagem merecida de 1 a 0 no placar.
2º Tempo
O segundo tempo no confronto entre Fluminense e Grêmio foi uma verdadeira batalha tática, onde os bancos de reservas tiveram quase tanto protagonismo quanto os jogadores em campo. Renato Gaúcho e Mano Menezes mexeram suas peças com ousadia, mas no fim, quem comemorou foi o tricolor carioca. Mano Menezes foi o primeiro a acertar. Suas mudanças deram nova cara ao Grêmio, que voltou para a etapa final com mais presença ofensiva, domínio da posse de bola e postura agressiva. A equipe gaúcha, até então apagada, passou a mandar no jogo, ainda que de forma desorganizada. O exemplo mais claro dessa transformação veio dos pés de Braitwhite. Em uma dividida com Samuel Xavier, ele roubou a bola, invadiu a área e finalizou com força, mas parou nas mãos de Fábio, sempre seguro. O Grêmio crescia. Mas, futebol, como sempre, é imprevisível. Quando parecia que o time de Mano iria abrir o placar, Renato Gaúcho tirou dois coelhos da cartola: sacou Keno e Ganso e colocou Canóbio e Lima. As mudanças, que à primeira vista poderiam parecer defensivas ou até conservadoras, mudaram completamente a dinâmica do Fluminense. Canóbio entrou com gás e fome de bola. E foi dele a jogada que resultou no lance mais polêmico da partida.
Aos 25 minutos, após passe de Franco Cristaldo para Dodi, o volante se atrapalhou e acertou a perna de Canóbio dentro da área. O árbitro, mal posicionado no lance, demorou para consultar o VAR, mas após longos minutos, apontou a marca da cal. O Maracanã prendeu a respiração. Everaldo foi para a bola, mas quis caprichar demais: tirou tanto do goleiro que tirou também da trave. Chance de ouro desperdiçada. Depois disso, o jogo virou um xadrez de nervos. O Grêmio se lançou ao ataque, desesperado por um empate que não veio. Criava pouco e deixava espaços atrás. O Fluminense, experiente, soube aproveitar. Baixou suas linhas, prendeu a bola no ataque, administrou o relógio e, principalmente, o placar. Não foi uma vitória brilhante do Fluminense, mas foi uma vitória madura. O time soube sofrer, soube reagir às mudanças do adversário e mostrou frieza para controlar o jogo quando mais precisava. E isso, em um campeonato equilibrado como o nosso, vale ouro. No fim das contas, o Grêmio até teve seus momentos, mas o Fluminense foi mais inteligente. Levou os 3 pontos e mostrou que, mesmo sem brilhar, sabe vencer quando o jogo pede cabeça fria e coração quente.
Destaques da partida
Pelo lado do Fluminense:
Augurín Canobbio: Entrou no segundo tempo, com pouco tempo para causar um grande impacto, mas ainda assim teve participação decisiva. Foi ele quem sofreu o pênalti que garantiu o gol do Fluminense. Com sua característica aguerrida, contribuiu para que o time segurasse o resultado, marcando em linhas altas e dificultando a transição do Grêmio. Sua entrada fez o Fluminense subir de produção em alguns momentos, evitando uma pressão constante do adversário.
Everaldo: Apesar de ter perdido um gol cara a cara, vinha fazendo uma boa partida. Foi bastante participativo, eficiente nas transições e premiado com um gol. Saiu de campo após sentir um desconforto, aparentemente pela intensidade da jogada em que desperdiçou a chance clara. Mesmo assim, sua atuação foi positiva e importante para o desempenho ofensivo da equipe.
Guga: Foi fundamental, tanto defensiva quanto ofensivamente. No primeiro tempo, foi dele o passe para o gol de Everaldo. Se destacou como o lateral mais incisivo em campo, especialmente num dia em que Samuel Xavier falhou bastante. Mostrou personalidade ao apoiar o ataque com frequência e ainda manter a consistência na defesa.
Pelo lado do Grêmio:
Franco Cristaldo: Entrou no segundo tempo e deu mais volume ofensivo ao Grêmio. Apesar de ter cometido o erro que resultou no pênalti a favor do Fluminense, foi um dos jogadores que mais levou esperança à torcida. Participou ativamente da tentativa de reação gremista e foi um dos destaques da equipe no segundo tempo.
Martín Braithwaite: Foi o jogador mais incisivo do Grêmio durante os 90 minutos. Tentou jogadas, buscou assistências e foi peça ativa na construção ofensiva. Apesar das tentativas não resultarem em gol, seu esforço e movimentação foram importantes no contexto da partida.
Riquelme: Foi peça-chave enquanto esteve em campo. Articulava jogadas, arriscava finalizações de fora da área e tentou de todas as formas abrir o placar. Se tivesse feito o primeiro gol, o jogo poderia ter mudado completamente. Na visão de muitos, não merecia ter saído.
Opinião
AApesar de estar distante do principal lance do segundo tempo, a arbitragem de Lucas Paulo Tavares Terezin foi segura e sem grandes polêmicas. O árbitro manteve um bom controle da partida, deixou o jogo fluir e realizou marcações corretas ao longo dos 90 minutos. No entanto, a atuação da equipe do VAR gerou críticas: o pênalti marcado a favor do Fluminense demorou cinco minutos para ser confirmado, em uma jogada que poderia ter sido resolvida em poucos segundos. A lentidão no processo de revisão quebrou o ritmo da partida e causou incômodo até entre os jogadores em campo.
No que diz respeito ao desempenho, o Fluminense fez um primeiro tempo sólido e de alto nível. Com controle da posse de bola, a equipe tricolor ditou o ritmo do jogo, soube ser ofensiva quando quis e defensiva quando necessário. Conseguiu, inclusive, neutralizar o contra-ataque do Grêmio com uma boa recomposição defensiva, mantendo o equilíbrio em campo e dificultando as ações do adversário. Já no segundo tempo, o panorama mudou completamente. O Fluminense adotou uma postura reativa, buscando explorar os contra-ataques, uma estratégia que até pode funcionar, mas que neste caso não se consolidou em gols. O time teve pouca efetividade ofensiva, especialmente com Everaldo, que desperdiçou uma penalidade. Caso o atacante tivesse convertido o pênalti sofrido por Canobbio, a história do jogo poderia ter sido diferente: com dois gols de vantagem, a reação gremista no fim da partida provavelmente teria sido neutralizada.
A queda de rendimento na segunda etapa evidencia as limitações técnicas do elenco atual, apesar de contar com bons nomes. O contraste com o time que foi semifinalista do Mundial de Clubes é claro. Naquele momento, o Fluminense era protagonista, controlava os jogos e sabia reagir com maturidade. Hoje, a equipe demonstra fragilidade emocional, sente o jogo quando as coisas não saem como o planejado. Apesar disso, o Tricolor das Laranjeiras mostrou eficiência nas poucas chegadas ao ataque no segundo tempo, e ainda teve a chance real de matar o jogo com o pênalti. No fim, conseguiu manter a posse e esfriar a partida, impedindo que o Grêmio criasse chances perigosas para empatar. A má notícia ficou por conta de Thiago Silva, que sofreu uma nova lesão e preocupa para a sequência da temporada. Ainda não há confirmação sobre a gravidade, mas a expectativa é de que não seja algo sério. Resta aguardar os exames médicos para saber se o zagueiro será desfalque na próxima rodada.
Se o segundo tempo foi equilibrado, é preciso lembrar que o Grêmio começou o jogo perdendo — não no placar, mas na postura. O mau desempenho na primeira etapa custou caro. A equipe de Mano Menezes foi passiva, deixou o Fluminense ocupar o campo ofensivo com liberdade, cedeu espaços e mostrou uma fragilidade que um time da grandeza do Grêmio simplesmente não pode se permitir. Mesmo quando o time gaúcho cresceu e parecia mais presente no jogo, ainda assim permitia que o Fluminense atacasse com relativa facilidade. Isso porque se lançou ao ataque sem o devido equilíbrio defensivo. Estava todo no campo adversário, desesperado por um gol que nunca veio. E o pior: se o gol tivesse saído antes, era o Fluminense que teria que correr atrás. Mas não saiu. E o castigo veio na forma de uma derrota magra, porém justa. O placar final de 1 a 0 para o tricolor carioca não foi injusto. Foi consequência direta de um primeiro tempo apático e de um segundo tempo sem efetividade ofensiva. O Grêmio pagou pela omissão inicial e pela desorganização tática nos momentos decisivos da partida.
E a pergunta que fica é: o que esperar do Grêmio no restante da temporada? Sem competições paralelas para dividir as atenções, o Campeonato Brasileiro é a única frente restante. E mesmo assim, o time ainda patina. Se o foco está inteiro no Brasileirão e o rendimento ainda é esse, o que sobra? Uma briga contra o rebaixamento? Isso é muito pouco para uma instituição da história e da torcida que o Grêmio tem. O torcedor gremista, com razão, cobra mais. Sempre esperou mais, e com razão. Mesmo com um elenco limitado, espera-se ao menos entrega, consistência tática e um ataque que leve algum perigo. O que se vê, no entanto, é um time com um meio-campo que até tenta articular, mas um setor ofensivo que pouco produz e uma defesa que vive dando sustos. Faltam peças? Sim. Mas falta, acima de tudo, convicção. O Grêmio de hoje parece um time indeciso, que oscila demais e se desorganiza nos momentos-chave. E nesse ritmo, a temporada pode terminar melancólica. Ainda há tempo de mudar. Mas a reação precisa ser urgente e real.
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