Jogo ruim, o Fluminense é mais eficiente e garante a vaga!

  Jogo de tempos distintos, o Fluminense consegue ser mais eficiente nos dois jogos desse duelo contra a equipe colorada, conseguindo triunfar diante dos dois jogos! Se puderem nos ajudar, sigam o nosso blog, clicando nos três tracinhos na parte superior da sua tela, isso ajuda o nosso canal crescer!😀

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1º Tempo 

   Com o Maracanã cheio, Fluminense e Internacional se enfrentaram pelo segundo jogo das oitavas de finais da Copa do Brasil. O técnico Renato Gaúcho promoveu duas mudanças na equipe tricolor pro início da partida, buscando uma postura mais agressiva na hora de atacar, mas esse pensamento do técnico tricolor,  ficou apenas na teoria. No entanto, tanto o Fluminense quanto o Internacional demonstraram nervosismo e cometeram muitos erros técnicos, especialmente no último terço do campo. As duas equipes se mostraram ideias precipitadas ao tentar construir jogadas ofensivas e pouco conseguiram articular jogadas de ataques, por erros de passes. O Fluminense até conseguia ser mais objetivo e incisivo nos momentos em que atacava, mas não o suficiente para finalizar com precisão no gol defendido por Rochet. Já o Internacional, por sua vez, apostava nas jogadas em velocidade pelas pontas, tentando explorar a movimentação de Alan Patrick, que participou bastante da partida e buscava criar oportunidades com passes em profundidade. Ainda assim, a equipe não conseguiu transformar posses em chances claras. 

A atuação do Internacional foi especialmente apagada, a equipe mal levou perigo ao goleiro Fábio, e quando finalizava, era para fora ou sem direção. O mesmo aconteceu com o Fluminense: em uma das melhores chances, Martinelli finalizou para fora, sem sequer obrigar Rochet a trabalhar. Esse cenário resumiu bem o primeiro tempo: dois times errando muitos passes, principalmente no meio campo enquanto fazia as suas transações ofensivas! Com grande dificuldade para gerar lances de real perigo, o primeiro tempo acabou sendo um jogo acabou ficando truncado, e com muita disputa no meio campo. No fim da primeira etapa, com o jogo ainda zerado e precisando do resultado, o Internacional passou a se lançar mais ao ataque, buscando criar algo ofensivamente. No entanto, sem organização ou qualidade na finalização, continuou inofensivo. O Fluminense, por outro lado, adotou uma postura mais reativa, tentando explorar os contra-ataques e as costas da defesa colorada. Um lance de destaque nos minutos finais foi o choque entre Everaldo e Richard, que levou uma pancada na cabeça e precisou ser substituído no começo de jogo. Sendo assim, o árbitro apita, encerrando assim uma etapa marcada por tensão da equipe colorada, erros técnicos e empate sem gols.

2º Tempo 

   Depois de um primeiro tempo tecnicamente fraco, as duas equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações. Logo nos primeiros minutos da etapa final de segundo tempo, o jogo passou a mudar completamente. O zagueiro Ronaldo, do Internacional, tentou sair jogando, mas se complicou com a bola nos pés. O Everaldo, fazendo uma marcação em linha alta, conseguiu se aproveitar do erro do Ronaldo e disputou a bola com o defensor colorado, a bola sobrou pro Cannobio, que finalizou com precisão para abrir o placar pro Fluminense, isso aconteceu no primeiro minuto do segundo tempo. Com a vantagem, o Fluminense passou a ganhar confiança, dominando o meio-campo e criando as melhores jogadas ofensivas. Já o Internacional, precisando agora de dois gols para levar o jogo aos pênaltis, tentou reagir. Passou a atacar com mais frequência e intensidade, forçando o time tricolor a recuar, mas o colorado ainda pecava na definição de seus ataques. Ambos os técnicos reagiram com mudanças: O Renato Gaúcho apostou em substituições para segurar o resultado e fortalecer o sistema defensivo. Já Roger Machado mexeu na equipe para dar mais força ofensiva ao Colorado, que precisava do resultado. Aos 15 minutos, veio o lance que reacendeu o jogo: Manuel cometeu pênalti em Borré dentro da área, o árbitro, bem posicionado, marcou sem hesitar. Na cobrança, Alan Patrick bateu, mas o goleiro Fábio defendeu, no entanto, o árbitro mandou repetir o lance, alegando que o goleiro tricolor havia tirado os dois pés da linha antes do chute, o que é proibido. Na segunda tentativa, Alan Patrick converteu, empatando a partida em 1 a 1 aos 17 minutos do segundo tempo. A partir daí, o Internacional cresceu no jogo. Ganhou confiança, passou a pressionar o Fluminense com mais volume ofensivo e presença no campo de ataque. Mas pecava nas finalizações, que parava na defesa tricolor, ou apenas, as finalizações saíam sem direção.

   Enquanto isso, o Fluminense recuou e adotou um sistema de marcação em bloco baixo, segurando o placar que o classificava, o Fluminense. A equipe de Renato Gaúcho demonstrou organização defensiva, maturidade e controle emocional nos minutos finais, mesmo sob pressão. O jogo seguiu nervoso e tenso, com o Internacional tentando o gol da virada para empatar no agregado, e o Fluminense se segurava como podia. No fim, o empate por 1 a 1 garantiu a classificação do Fluminense para as quartas de final da Copa do Brasil, enquanto o Internacional se despediu da competição ainda nas oitavas.

Destaques da partida 

Pelo lado do Fluminense:

Algustín Canóbio: Além de ser o atacante mais incisivo da equipe tricolor, Canóbio teve uma atuação completa. No primeiro e segundo tempo, participou ativamente dos lances ofensivos e também ajudou na recomposição defensiva, demonstrando um bom comprometimento tático. Foi recompensado com o gol que abriu o placar, após pressionar a saída de bola adversária e receber o passe de Everaldo.

Everaldo: Muito participativo durante toda a partida. No primeiro tempo, chegou a bater uma falta que passou perto do travessão, levando perigo ao gol adversário. No lance do gol, foi fundamental ao pressionar alto, recuperar a bola e fazer o pivô para servir Canóbio. Mesmo sem marcar, foi decisivo com sua leitura de jogo e entrega.

Kevin Serna: Apesar do primeiro tempo ruim coletivamente da equipe, Serna se destacou com sua velocidade e tentativas de jogadas individuais. Conseguiu boas arrancadas pelos lados do campo, mas faltou precisão nas finalizações para transformar suas jogadas em chances reais de gol.

Pelo lado do Internacional:

Alan Patrick: Foi o principal articulador da equipe colorada. Mostrou qualidade na distribuição de jogadas, sendo responsável por organizar o meio-campo e criar as principais oportunidades ofensivas. Converteu o pênalti que empatou o jogo e manteve o Inter vivo na partida até o final.

Wesley: Ao lado de Alan Patrick, foi um dos mais perigosos no setor ofensivo. Buscou o jogo com frequência, se movimentou bem e tentou quebrar a linha defensiva do Fluminense com jogadas rápidas e agressivas.

Borré: Teve papel importante ao sofrer o pênalti que resultou no gol do empate. Mesmo sem marcar ou dar assistências, mostrou presença ofensiva, sendo participativo e incisivo nos lances de ataque. Foi um dos nomes mais ativos ao lado de Alan Patrick.

Opinião 

  Depois de muito tempo, vimos uma boa atuação do árbitro Ramon Abatti Abel. Ele conduziu a partida de forma segura, sem se tornar protagonista do jogo. Suas marcações foram, em grande parte, corretas, incluindo o pênalti marcado a favor do Internacional, que realmente aconteceu. A única falha foi a não marcação de um possível pênalti para o Fluminense, quando, em uma disputa com Kevin Serna, o defensor colorado usou o braço de maneira irregular dentro da área. Tanto o árbitro de campo quanto o VAR deixaram passar. Ainda assim, a arbitragem como um todo foi razoável e não interferiu diretamente no resultado.

O Fluminense fez uma partida irregular, mas o suficiente para garantir a classificação. O primeiro tempo foi muito ruim, talvez um dos piores da equipe na temporada. Faltou criatividade, objetividade e precisão nos passes, tanto no meio-campo quanto no terço final. A equipe voltou para o segundo tempo com mais foco e, logo no primeiro minuto, aproveitou um erro da defesa colorada para abrir o placar com Canóbio. Mesmo com muitas limitações e um desempenho abaixo do esperado, o Fluminense conseguiu controlar o jogo defensivamente no segundo tempo e segurar a pressão do Internacional após o empate.

É preciso destacar que a defesa titular não estava em campo, o que justifica parte das fragilidades defensivas. O ataque ainda precisa evoluir bastante. A diretoria já está se movimentando para reforçar o setor ofensivo e também o meio-campo, com uma contratação praticamente certa. No entanto, é urgente considerar a chegada de um centroavante de qualidade. Para seguir firme nas quartas de final, o Fluminense precisa jogar melhor do que foi apresentado no Maracanã.

O Internacional, por sua vez, também apresentou muitos problemas. O time teve uma atuação tecnicamente fraca, marcada por erros individuais e coletivos, principalmente na construção de jogadas e finalizações.

Apesar do bom segundo tempo e do crescimento ofensivo após o empate, a equipe não conseguiu converter o volume de jogo em oportunidades reais de gol. Alan Patrick foi o grande destaque colorado, articulando bem e organizando o setor ofensivo. Borré também teve participação importante, sofrendo o pênalti que resultou no empate. Contudo, faltou precisão e repertório para furar a linha defensiva tricolor. O Inter até pressionou, mas sem efetividade suficiente para virar o jogo ou conquistar a vaga.

A classificação do Fluminense foi justa, especialmente pelo aproveitamento nos dois jogos da eliminatória. Mesmo com um desempenho coletivo abaixo, a equipe soube ser eficiente nos momentos decisivos. Já o Internacional pagou caro pelas falhas técnicas e não conseguiu transformar seu volume ofensivo em resultado. Agora, o Fluminense avança às quartas de final da Copa do Brasil com o alerta ligado: precisará apresentar um futebol mais consistente se quiser seguir sonhando com o título.

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