Um grande volume ofensivo, que não surtiu efeito o suficiente pra ser goleada!

     Após um primeiro tempo perfeito, a equipe flamenguista não conseguiu aproveitar muito bem a sua agressividade ofensivo! O resultado disso, foi um placar que poderia ser muito melhor, mas também não deixou de ser um bom resultado pra equipe rubro negra carioca dentro do Maracanã! Se puderem nos ajudar, sigam o nosso blog, clicando nos três tracinhos na parte superior da sua tela, isso ajuda o nosso blog a crescer!😀

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1º Tempo 

   Com o estádio cheio embora pudesse estar lotado, o Flamengo recebeu o Internacional no Maracanã, em duelo válido pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América. Desde os primeiros minutos, o time rubro-negro assumiu o controle da posse de bola e impôs domínio absoluto no meio-campo e no ataque. A defesa flamenguista praticamente não sofreu riscos, já que o Internacional não conseguiu criar nenhuma chance real de gol. O cenário era de total superioridade do Flamengo: nos minutos iniciais, a posse chegou a impressionantes 81% contra apenas 19% da equipe colorada. O time gaúcho mal conseguia sair do próprio campo defensivo para tentar contra-atacar, tampouco trocar passes suficientes para avançar. A forte marcação alta dos cariocas mantinha o adversário encurralado, enquanto o Flamengo acumulava oportunidades claras de gol. Uma das primeiras e mais perigosas veio com Luiz Araújo, que arriscou um chute de fora da área.

O Flamengo trabalhava a bola com eficiência, tanto pelo meio-campo quanto pelas pontas, embora priorizasse as jogadas pelo centro, de onde a posse era distribuída para os lados e depois retomada para a finalização pelo meio. O Internacional tentava marcar, mas era constantemente envolvido pela movimentação rubro-negra carioca. O ímpeto ofensivo do Flamengo era tão intenso que, ainda no primeiro tempo, já havia somado oito finalizações, três delas defendidas por Rochet. O Internacional, por sua vez, só conseguiu chegar uma única vez ao ataque, finalizando para fora. Foi, basicamente, um duelo de ataque contra defesa. O castigo para a equipe colorada veio aos 28 minutos do primeiro tempo: após cobrança de escanteio de Luiz Araújo, Bruno Henrique subiu bem e, de cabeça, abriu o placar para o Flamengo. Com a vantagem no marcador, os cariocas controlaram o jogo. O Internacional ainda tentou contra-atacar nos minutos finais, mas esbarrou em lançamentos imprecisos e passes errados. A partida tomou um rumo confortável para o Flamengo, que dominava completamente. Rochet, goleiro colorado, foi praticamente um espectador em campo. Assim, o primeiro tempo terminou com o placar de 1 a 0 para o time carioca.

2º Tempo 

   As equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações no Internacional. Já o Flamengo promoveu uma mudança feita por Filipe Luís, buscando manter o ritmo intenso do primeiro tempo. O time carioca continuava com maior posse de bola, volume ofensivo e controle do jogo. No entanto, o Internacional passou a disputar mais o espaço, adiantando a marcação, pressionando em linhas altas e utilizando as pontas para tentar cruzamentos na área. Mesmo sem grande eficiência, o Colorado começou a chegar ao ataque com passes longos e lançamentos pelas laterais. Pelo meio, arriscava passes em profundidade entre a defesa e o ataque, mas sem conseguir finalizar com real perigo. O Flamengo, por sua vez, manteve a posse com trocas de passes e administrou o placar. Quando encontrava espaços, acelerava rapidamente, obrigando a defesa colorada a se desdobrar para conter as investidas.

   Ao longo da segunda etapa, os dois técnicos começaram a promover mudanças com objetivos distintos. Filipe Luís fez substituições no Flamengo para dar mais fôlego à equipe, enquanto Roger Machado buscava intensificar a postura ofensiva do Internacional, que já vinha mais agressivo desde o início do segundo tempo. O colorado passou a marcar com mais firmeza no campo de ataque, dificultando a saída de bola rubro-negra e tentando acelerar as transições. Ainda assim, deixava espaços para o Flamengo explorar contra-ataques rápidos pelas laterais. O jogo ficou mais aberto, com as duas equipes criando oportunidades, mas o Flamengo se mostrava mais objetivo nas transições e nas chegadas ao ataque. As chances do Internacional, apesar de mais frequentes, não assustavam a defesa carioca. Com passes curtos e rápidos pelas pontas, o time gaúcho começou a obrigar Rossi a trabalhar em cruzamentos para a área, mas sem levar grande perigo. A pressão colorada aumentou nos minutos finais, porém a falta de efetividade manteve o placar inalterado. Assim, o primeiro jogo das oitavas de final terminou com vitória mínima do Flamengo por 1 a 0, garantindo vantagem para o duelo de volta.

Destaques da partida 

Pelo lado do Flamengo:

Augustín Rossi: Mesmo tendo passado o primeiro tempo praticamente como um espectador, o goleiro flamenguista foi decisivo quando exigido. No segundo tempo, com o Internacional atacando mais, Rossi fez intervenções importantes que ajudaram a garantir a vitória.

Bruno Henrique: Autor do gol da partida, teve papel fundamental nas jogadas de ponta. Em vários momentos, caía mais pelo meio, buscando receber a bola e atacar, especialmente quando Samuel Lino ou Luiz Araújo avançavam. Sua movimentação constante gerou dificuldades para a defesa colorada, que teve trabalho para marcá-lo.

Luiz Araújo: O principal jogador da partida. Foi muito acionado, buscou o jogo o tempo todo e ajudou o Flamengo tanto pelo meio quanto, principalmente, pela ponta direita, sua posição de origem. Mostrou-se incisivo, deu a assistência para o gol de Bruno Henrique e quase marcou o seu.

Pelo lado do Internacional:

Juninho: Apesar de Luiz Araújo ter sido bastante acionado pelo seu lado, o defensor fez uma boa partida. Buscou ao máximo bloquear passes e finalizações do atacante rubro-negro quando este caía pela direita. Mostrou eficiência tanto nos desarmes rasteiros quanto nas disputas aéreas. Houve apenas um lance em que não conseguiu completar o desarme, mas, no geral, fechou bem os espaços e dificultou as ações ofensivas do Flamengo.

Thiago Maia: Atuando ao lado de Juninho, também foi seguro defensivamente. Mesmo com o gol sofrido, conseguiu ajudar a conter o ímpeto ofensivo do Flamengo, impondo resistência e dificultando a criação de jogadas perigosas.

Sergio Rochet: Apesar de ter sido vazado, o goleiro colorado impediu que o placar fosse mais elástico. Fez boas defesas e se mostrou seguro quando acionado, especialmente em momentos de pressão rubro-negra.

Opinião 

  A A arbitragem do Dario Herrera foi boa, pois ele conduziu a partida de forma discreta, deixando o jogo seguir e sem interferir de maneira polêmica. O VAR também atuou de forma correta, sem protagonismo.


   O desempenho rubro-negro deixou sensações mistas. Pelo que criou, a equipe tinha condições de vencer por pelo menos 2 a 0. O primeiro tempo foi dominante, com volume ofensivo suficiente para ampliar, mas no segundo tempo o rendimento caiu visivelmente, dando espaço para o Internacional atacar. A queda física foi perceptível, e Filipe Luís demorou a mexer na equipe. As substituições também geraram questionamentos: ao tirar Gonzalo Plata e Bruno Henrique, os dois jogadores que mais davam amplitude ao ataque, o técnico reduziu o poder ofensivo do time. Um saiu para a entrada de um defensor e o outro para dar minutagem a Jorge Carrascal, que estreava. Embora as trocas pudessem ser necessárias, esses jogadores poderiam ter permanecido mais tempo em campo, pois eram peças fundamentais na criação de jogadas. No geral, o Flamengo fez um jogo razoável. Dominou amplamente no primeiro tempo, mas perdeu intensidade no segundo, permitindo que o Internacional se sentisse à vontade para avançar.


Expectativa para o jogo de volta! Apesar das falhas, o Flamengo segue como favorito para avançar às quartas. Pois o momento das equipes é distinto: o time carioca vive fase ascendente, acumulando vitórias importantes, enquanto o Internacional vem de derrotas preocupantes. Mesmo no Beira-Rio, a chance rubro-negra é maior.

 O Colorado fez um primeiro tempo tímido e excessivamente defensivo, praticamente abrindo mão de atacar. Não conseguiu chegar ao campo ofensivo com perigo e sequer finalizou no alvo. A única tentativa foi um chute isolado, longe do gol, que não exigiu qualquer intervenção de Rossi, mero espectador na etapa inicial.

Defensivamente, o Internacional fez uma partida razoável, mas pecou em momentos de desatenção. O gol de Bruno Henrique, por exemplo, era totalmente evitável: o atacante subiu praticamente sozinho para cabecear e abrir o placar. Para o jogo de volta, a expectativa é de um Internacional bem diferente. Pelo que se viu em outras partidas da equipe até aqui, trata-se de um time reativo, mas que também busca propor o jogo, trocando passes e tentando construir ofensivamente, mesmo sem ter a maior posse de bola. O desempenho da primeira etapa no Maracanã foi atípico e não reflete o padrão habitual da equipe de Roger Machado.

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